O COAF do Brasil se reuniu com FBI e Interpol para tratar do rastreamento de criptomoedas
O povo do Coaf, junto com o FBI e a Interpol, tá de olho danado nas tais das criptomoedas. Eles tão dizendo que mexer com blockchain virou ferramenta das boas pra rastrear dinheiro sujo e pegar esquema de corrupção e crime organizado. Na reunião que rolou dia 24 de fevereiro de 2026, lá na Rede de Agentes de Combate à Corrupção da América Latina e do Caribe (LAC LEN), teve gente de 14 países, além de representantes de peso como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O encontro foi puxado pela CGU e contou com o presidente do Coaf, Ricardo Andrade Saadi, que frisou que sem parceria internacional não dá pra dar conta desse trem não. O assunto que mais esquentou foi justamente o rastreamento de criptoativos. O Saadi falou que hoje em dia essas moedas digitais tão cada vez mais presentes nas investigações e que analisar blockchain é essencial pra mapear os caminhos do dinheiro e descobrir quadrilhas que atuam em vários cantos do mundo. As conversas também giraram em torno de recuperar bens, responsabilizar empresas metidas em corrupção e trocar técnicas de investigação entre os órgãos. O recado foi claro: o crime tá se modernizando com tecnologia, e os investigadores têm que ficar sempre atualizando as ferramentas pra não ficar pra trás. No fim das contas, Brasil e Costa Rica dividiram a presidência da reunião, mostrando que a luta contra corrupção e lavagem de dinheiro é coisa que precisa de união e força de todo mundo. $BTC $BNB $XRP
Fundo de índice de ouro registra a maior retirada diária dos últimos dez anos
O tal do ETF de ouro, o SPDR Gold Shares, teve uma saída de dinheiro danada na quarta-feira (4): foram mais de 2,9 bilhões de dólares que os investidores tiraram de lá. Esse trem foi o maior esvaziamento em dez anos, conforme os dados da plataforma Barchart. O povo do mercado ficou de orelha em pé, porque fazia tempo que não via um movimento desse tamanho — desde novembro de 2016 não acontecia algo parecido. E não é qualquer fundo, não: o SPDR Gold Shares é um dos mais usados por quem quer investir em ouro sem precisar comprar ou guardar o metal de verdade. Em resumo: o pessoal que gosta de ouro deu uma boa “desfeita” nesse fundo, e isso mexeu com o mercado.
ETF de ouro é tipo um fundo que a gente compra na bolsa e ele segue o preço do metal. Em vez de sair comprando barra ou moedinha, o caboclo pega umas cotas do fundo, que geralmente guarda ouro de verdade ou papel atrelado ao preço dele. Quando entra ou sai dinheiro demais nesses fundos, o povo interpreta como sinal de mudança no gosto dos investidores pelo ouro. Como o metal é visto como proteção em tempos de aperto econômico, saída grande pode ser só realização de lucro ou o dinheiro indo pra outro canto. Mas ó, a procura por ouro e metais preciosos continua firme. Na última sexta, as posições compradas em ETFs de ouro bateram o maior nível em três anos e meio, segundo a plataforma. Agora, apesar disso, o ouro fechou em queda na quinta (5). Os contratos futuros lá na Comex, divisão de metais da Nymex, caíram 1,09%, ficando em US$ 5.078,70 por onça-troy, mesmo com o mundo cheio de medo por causa do conflito no Oriente Médio, conforme o Valor Econômico contou. $PAXG
Senado aprova projeto que limita uso de dinheiro em espécie no Brasil
A tal da Comissão de Constituição e Justiça, a CCJ, resolveu nessa quarta-feira (4) dar sinal verde pra um projeto de lei que não deixa mais o povo usar dinheiro vivo quando for comprar ou vender casa, apartamento e afins. O negócio é pra fechar o cerco contra lavagem de dinheiro, uai. Agora, esse projeto vai caminhar lá pra Câmara dos Deputados. Só se algum caboclo pedir pra levar pro plenário do Senado antes. Depois disso, se passar, vai parar na mesa do presidente Lula pra ele dar a canetada final. No começo, o projeto falava em limite de até dez mil reais em dinheiro vivo pra transações comerciais e também proibia pagar boleto acima de cinco mil em espécie. Mas o relator tirou esses números e deixou pra o Conselho Monetário Nacional decidir mais pra frente, caso a lei seja aprovada. A ideia é que quem entende do assunto é que tem que definir os limites. Hoje em dia, qualquer brasileiro pode pagar o que quiser em dinheiro, até imóvel e serviço caro. O que existe são umas regras de comunicação pras imobiliárias, joalherias e outras empresas. Resumindo: o governo tá apertando o cerco contra o uso de dinheiro vivo, principalmente pra evitar maracutaia.
O tal do PL 3.951/2019 mexe na lei de lavagem de dinheiro e fala que o Conselho Monetário Nacional (CMN), junto com o Coaf, vai pôr limite e regra pra pagamento e transação em dinheiro vivo. Isso vale até pra cheque e boleto, viu. O Banco Central fez um estudo mostrando que em 2019 quase tudo era pago em dinheiro — 76,6% das vezes. Mas em 2023 esse número despencou pra 40,5%. O Pix entrou na jogada e ajudou demais nessa mudança. No site do Senado, teve uma enquete: o povo votou 1.026 a favor e 139 contra o projeto. Só que, nas redes sociais, muita gente ficou brava e reclamou, mostrando que a opinião tá bem dividida. Em resumo: o projeto quer dar uma segurada no uso de dinheiro vivo, mas o povo anda desconfiado e não é todo mundo que gostou da ideia.
Nas redes sociais, o trem tá pegando fogo. Na postagem que rodou por aí, os comentários tão cheios de gente brava demais da conta. “Uai, o Estado não pode tirar do cidadão o direito de usar dinheiro vivo, nem ficar pondo limite no tanto que a gente carrega. Esse governo não dá conta nem de cuidar do dinheiro público, mas quer mandar na vida da gente. Sistema desse jeito tem é que implodir!”, soltou uma seguidora. “Então quer dizer que cê não manda nem no seu próprio dinheiro?”, retrucou outra. “Esse projeto tem que cair logo! O Estado não tem direito nenhum de falar quanto de dinheiro eu posso levar comigo. O dinheiro é meu, uai… eu carrego o tanto que eu quiser!”, escreveu mais um.
Uai, olha só como ficou: "A CCJ deu sinal verde pro texto meses depois da Receita Federal ter levado umas críticas por querer aumentar o olho em cima das movimentações de dinheiro acima de cinco mil reais de pessoa física." $ETH $POL $PAXG
O FBI prendeu um suspeito acusado de roubar US$ 46 milhões em criptomoedas do governo dos EUA
O tal do FBI, lá dos Estados Unidos, pegou nessa quinta-feira (5) um caboclo chamado John Daghita, que trabalhava pro governo deles. O homem tá sendo acusado de ter surrupiado nada menos que 46 milhões de dólares em criptomoeda do U.S. Marshals Service. É dinheiro que não acaba mais! Dizem que o pai dele era dono de uma firma chamada CMDSS, que mexia justamente com esse trem de criptomoeda apreendida pelo governo. O investigador ZachXBT já tinha falado em janeiro que não tava muito claro como o John conseguiu meter a mão nesse acesso por meio do pai. Na investigação, descobriram que o sujeito tava ostentando uma carteira com 23 milhões de dólares, ligada a uns roubos de 90 milhões entre 2024 e 2025. Pra piorar, mais cedo ele ainda entrou numa discussão quente com outro malandro, Dritan Kapplani Jr., num grupo de bate-papo, disputando quem tinha mais dinheiro em carteira de criptomoeda. E não é que o trem foi gravado? Na gravação, o Dritan caçoava do John, mas o John foi lá e mostrou a tela da carteira Exodus com 2,3 milhões. Depois, ainda apareceu mais 6,7 milhões em ETH sendo transferidos pra outro endereço. Ô mundo danado esse das criptomoedas, viu!
Na continuação, o detetive pôs a mão na massa e começou a fuçar nas transações que já tinham rolado. Foi aí que descobriu que um certo endereço tinha recebido nada menos que uns 24,9 milhões de dólar vindos lá dos Estados Unidos, coisa ligada àquela apreensão do caso Bitfinex. E não parou por aí não. Corria um zum-zum-zum nos canais de cibercrime do Telegram dizendo que esse tal de John podia ser o tal do John Daghitia, que já tinha sido preso lá em setembro de 2025. Mas, como disse o Zach na época, ainda precisava de mais investigação pra bater o martelo de vez.
Nesta quinta-feira (5), o diretor do FBI, Kash Patel, soltou a notícia da prisão de John Daghita. O cabra tava lá na ilha de Saint Martin e a operação contou com a força da Gendarmaria Francesa. “Ontem à noite, John Daghita — que trabalhava pro governo dos Estados Unidos e é acusado de meter a mão em mais de 46 milhões de dólares em criptomoedas do U.S. Marshals Service — foi agarrado lá em Saint Martin pela tropa de elite da Gendarmaria Francesa, numa ação conjunta com o FBI.”
Patel, além de agradecer o apoio dos parceiros internacionais, disse que o FBI vai seguir firme, dia e noite, sem descanso, pra rastrear, pegar e botar atrás das grades quem tentar passar a perna nos contribuintes americanos. $XRP $BNB $SOL
Eric Trump disse que bancos atacam criptomoedas para preservar seu monopólio financeiro
Eric Trump, o fio do presidente dos Estados Unidos e mexedor com essas coisa de cripto, resolveu dá pitaco na conversa que tá pegando fogo: de um lado o povo da blockchain, do outro os bancão tradicional. O que ele fala é que o consumidor lá nos EUA tá ficando pra trás, porque os bancos tão cuidando mais dos interesse deles do que do povo. Num post lá no X, ele citô uns grandão: JPMorgan Chase, Bank of America e Wells Fargo. Disse que esses bancos tão fazendo pressão danada pra não deixar os americanos ganhar rendimento melhor com o dinheirinho guardado. E ainda tão tentando travar qualquer benefício que podia ser dado pros clientes. Segundo ele, os bancos tão de olho nas criptomoedas e nas stablecoins, porque tem plataforma prometendo rendimento de 4% a 5% ou até mais. Esse assunto tá rodando firme nos debates lá nos EUA, principalmente por causa da tal Lei Clarity, que vai definir como o setor vai ser regulado. O ponto que tá dando briga é se as empresas de cripto vão poder mesmo pagar rendimento pra quem deixar stablecoin parado na conta. Os bancos, por sua vez, falam que isso não seria justo com o mercado tradicional e podia trazer instabilidade.
O filho do presidente dos Estados Unidos falou que a tal da American Banking Association (ABA) e mais um tanto de lobista tão gastando uma fortuna pra empurrar lei tipo Clarity Act, usando conversa bonita de “justiça” e “estabilidade”. Mas, na prática, segundo ele, o trem é pra segurar o monopólio deles nas taxas miudinhas e evitar que o povo tire o dinheiro dos bancos. Isso, diz ele, acaba sendo contra o investidor comum, contra o consumidor e, no fim das contas, até contra o espírito americano. Eric Trump ainda lembrou que os bancão pagam uma mixaria de rendimento nas poupanças tradicionais — coisa de 0,01% a 0,05% ao ano — enquanto o Federal Reserve dá pra eles mais de 4%. Esse “spread” gigante vira lucro recorde pros bancos, mas quase nada chega pro cliente que deixa o dinheiro lá parado. Os grandão tão enchendo os bolsos e o povo fica só com o farelo. $USD1 $WLFI
Bitcoin em alta atrai R$ 6 bilhões em ETFs em três dias
Os tais ETFs de Bitcoin lá nos Estados Unidos voltaram a encher o cofre de dinheiro, uai. Só nesses três dia de negócio, já entrou coisa de 1,1 bilhão de dólar — dá mais de 5,7 bilhão de real, sô. Isso tudo acontece porque o Bitcoin andou valorizando e o povo grande, os investidor institucional, voltou a se animar com a moeda. Segundo os dados que o pessoal do Farside Investors e CoinGlass juntou, entre 2 e 4 de março os fundos receberam aporte pesado. No dia 4 mesmo, foi quase 462 milhão de dólar entrando. O destaque ficou pro IBIT, da BlackRock, que sozinho puxou mais de 306 milhão. Enquanto isso, o preço do Bitcoin subia feito foguete. Chegou a encostar nos 74 mil dólar e, na manhã de quinta, tava rodando em 72.900, com alta de quase 7% na semana. Pra alguns analista, esse tanto de dinheiro entrando nos ETFs mostra que o povo grande tá começando a ver o Bitcoin como reserva de valor, tipo ouro$PAXG , pra se proteger em tempo de crise e inflação. Nic Puckrin, lá do Coin Bureau, disse que não é só recuperação de preço, mas sim busca de proteção contra risco geopolítico. E a discussão voltou com força: será que o Bitcoin é ativo de risco ou reserva de valor? O trem é que, nesse meio de tensão entre Estados Unidos, Israel e Irã, a moeda digital acabou superando até mercado tradicional.
Bancos condenam decisão de dar conta à Kraken no Fed, chamando-a de inadequada e arriscada
Os grandão dos banco lá dos Estados Unidos não gostaram nadinha da decisão do Fed, o banco central deles, de dar uma tal de “conta mestra” pra corretora de criptomoeda Kraken. Pra eles, isso é arriscado demais e até contra as próprias regras do Fed. Na quarta-feira, a tal da Kraken anunciou que conseguiu essa conta mestra no Federal Reserve Bank de Kansas City. Esse tipo de conta é coisa séria: dá acesso direto aos serviços de pagamento do Fed e é quase indispensável pra quem quer ser banco de verdade no país inteiro. A Kraken virou a primeira empresa de cripto a ganhar esse trem, depois de muito povo tentando há anos. Mas essa conta da Kraken não é completinha não, tem umas limitações. Por exemplo, não pode pagar juros sobre reservas. Isso segue a ideia de uma “conta mestra reduzida” que o Fed inventou no ano passado, pra facilitar a vida dos bancos que mexem com inovação. Aí os banqueiros tradicionais ficaram bravos. Disseram que abrir esse acesso pra empresa fora do esquema bancário tradicional pode trazer risco grande pra economia americana. O pessoal do Bank Policy Institute, que representa os gigantes de Wall Street, foi mais longe: acusou o Fed de passar por cima das próprias regras ao liberar essa conta reduzida tão cedo, sem terminar o processo de consulta pública. Pra piorar a confusão, o Congresso tá travado discutindo as tais stablecoins, e os bancos e o povo das criptos não se entendem. Na terça à noite, até o presidente Donald Trump entrou na briga, defendendo os cripto e dizendo que os bancos tão segurando o projeto de lei como se fosse refém. Em resumo: os banqueiros tão desconfiados, os cripto comemorando, e o Fed no meio desse fogo cruzado. $AAVE $PAXG $USDC
Aposta no Polymarket sobre guerra no Irã gera suspeita de corrupção na Casa Branca
Rolou um trem meio esquisito lá nos tais mercados de previsão, tipo o Polymarket. Um tanto de aposta apareceu em hora fora do comum, bem pertinho dos ataques dos Estados Unidos contra o Irã. O povo já tá dizendo que pode ter sido gente aproveitando informação de dentro, coisa que não devia. O senador democrata Chris Murphy ficou bravo e soltou o verbo: disse que tem gente na Casa Branca enchendo os bolsos com a guerra, escondido. “É nojento, tem que acabar com isso”, falou ele num vídeo no X. Segundo ele, parece que seis contas grandonas, criadas só na sexta-feira, ganharam um milhão de dólares com a confusão da guerra no sábado.
Semana passada, a tal empresa Bubblemaps achou seis contas meio esquisitas mexendo com informação de dentro, viu? Essas contas ganharam junto mais de 1,2 milhão de dólar apostando lá no Polymarket, naquele mercado que perguntava se os Estados Unidos iam atacar o Irã até 28 de fevereiro de 2026. O povo dessas carteiras colocou dinheiro logo nas primeiras 24 horas do ataque e comprou ação dizendo “Sim” poucas horas antes das explosão em Teerã. Teve uma conta que comprou mais de 560 mil ações por uns 10 centavos cada, e depois recebeu quase 560 mil dólares quando o preço subiu pra 1 dólar. E não foi pouca coisa não: só na semana que terminou em 1º de março, os traders colocaram mais de 425 milhões de dólar em apostas geopolíticas lá no Polymarket, contra 163 milhões da semana anterior. Mas esse trem tá dando confusão. O Senado dos EUA até rejeitou uma resolução que queria limitar o poder do presidente Donald Trump de continuar ação militar sem passar pelo Congresso. O senador Murphy já falou que vai tentar proibir esses mercados de previsão, porque segundo ele, tem gente usando informação privilegiada pra ganhar dinheiro em cima de decisão de governo. O New York Times olhou os dados e viu que mais de 150 contas apostaram pelo menos mil dólares prevendo direitinho o ataque americano, e juntas ganharam uns 855 mil dólares. Pelo menos 16 dessas contas levaram mais de 100 mil cada. Murphy ficou bravo e disse: “Se deixar o povo apostar em guerra, vai ter gente dentro da Sala de Situação decidindo não pelo bem da segurança nacional, mas pra lucrar com a guerra”. Ele ainda lembrou que o povo americano tá sofrendo com preço de comida e gasolina, e que é revoltante ver gente dentro da Casa Branca enchendo os bolsos. Pra piorar, mês passado Israel acusou um reservista e um civil de usar informação militar pra apostar no Polymarket antes das operações contra o Irã. E essa semana o Polymarket até tirou um mercado que perguntava se uma bomba nuclear ia explodir este ano, porque a repercussão foi pesada demais. $XRP $BNB $LINK
Bitcoin segue em US$ 72 mil, e analistas apontam que a fase crítica já passou
Depois d’uma quarta-feira arretada, que fez o preço do Bitcoin subir igual foguete e bater lá nos 73,9 mil dólares, o danado continua firme e forte nesta quinta (5), segurando o valor em torno de 72,600.01. O povo da empresa K33, que mexe com pesquisa e corretagem de criptomoeda, andou dizendo que, mesmo com toda essa pressão que o Bitcoin vem enfrentando nos últimos meses e com o mundo meio bagunçado por causa das guerras, parece que tá se formando um “fundo”, ou seja, um chão pra moeda não cair mais. Eles falaram que o pior já passou e que agora é hora de ter paciência, porque esses períodos de recuperação do Bitcoin costumam ser meio devagar. O tal do Vetle Lunde, chefe de pesquisa lá, mostrou uns números técnicos: o RSI semanal do Bitcoin caiu pra 26,84, o menor desde julho de 2022. Isso indica que o bicho tá “sobrevendido”, igual aconteceu antes do tombo da FTX naquele ano. Além disso, os volumes de negociação andaram batendo recorde, coisa que só tinha acontecido quando a FTX quebrou. E nos derivativos, o pessoal tá pagando caro pra se proteger de novas quedas, mostrando que o mercado tá meio nervoso. Mas, segundo Lunde, esse nervosismo pode ser justamente sinal de que o fundo tá chegando. Ele disse que, diferente do caos de antes, essa liquidação foi mais organizada. E completou: o Bitcoin tem mania de surpreender, de fazer o contrário do que todo mundo espera. Resumindo no mineirês: o trem tá firme, o povo tá desconfiado, mas tem indício de que o chão já apareceu. Agora é esperar pra ver se o danado vai aprumar de vez.
TD Cowen avalia que bancos devem perder a disputa sobre ganhos de stablecoins
Os bancos grandões tão numa queda de braço com as empresas de cripto por causa dos tais rendimentos pagos em stablecoin. Só que, pelo que analisa o povo da TD Cowen, quem vai acabar levando a pior na política são os bancos. O problema é que essa briga pode atrasar — ou até embolar de vez — a aprovação de uma lei maior pros cripto lá nos Estados Unidos. Na nota que saiu segunda-feira (dia 2), o diretor Jaret Seiberg falou que os bancos tão numa desvantagem danada: parece que tão brigando contra o povo receber dinheiro. Uai, como é que convence alguém disso? A confusão aumentou depois que o OCC soltou uma proposta dentro do tal GENIUS Act, proibindo que emissores de stablecoin paguem juros direto e criando regra pra considerar ilegal até quando tentam dar a volta por cima com terceiros. Mesmo assim, Seiberg acha que os bancos não vão ficar satisfeitos sem uma proibição mais clara pras plataformas que oferecem rendimento. Ele lembra que as empresas podem ajeitar contrato pra escapar das regras e ainda levar a disputa pra justiça — principalmente agora que a tal doutrina Chevron perdeu força e deixou as decisões regulatórias mais abertas pra revisão. Tudo isso acontece enquanto o Congresso discute a lei Clarity, que quer organizar o mercado de cripto nos EUA. Pra TD Cowen, essa questão dos rendimentos é um dos maiores entraves. Do lado dos bancos, gente como Jamie Dimon, do JPMorgan, pede “condições iguais”, dizendo que se é produto parecido com juros, tem que seguir regra de banco. Apesar da encrenca, analistas do próprio JPMorgan acreditam que uma lei mais ampla ainda pode sair até o meio do ano. Se der certo, o mercado cripto pode ganhar fôlego no segundo semestre, mesmo com toda essa incerteza. $USD1 $USDC $FOGO
Ray Dalio diz que o ouro é insubstituível, mas o Bitcoin tem superado sua alta
Ô trem bão de contar: o bilionário Ray Dalio, aquele caboclo que fundou a Bridgewater Associates, resolveu falar de novo do tal do Bitcoin. No podcast All-In, terça-feira (3), ele soltou que não tem cabimento ficar comparando a moeda digital com o ouro. Pra ele, o ouro é ouro e pronto: tem respaldo dos bancos centrais, é dinheiro firme e já tá enraizado no mundo todo. Já o Bitcoin, segundo Dalio, não tem privacidade, não tem apoio oficial e ainda corre risco com essa tal de computação quântica. Ele até frisou: “Só existe um ouro. É a forma de dinheiro mais estabelecida e a segunda maior reserva dos bancos centrais”. E ainda cutucou dizendo que qualquer transação em Bitcoin pode ser rastreada, o que deixa a coisa meio complicada pros bancos centrais quererem guardar um trem que funciona em registro público. O curioso é que Dalio falou isso justo quando o ouro levou uma pancada, perdendo R$ 1 trilhão de valor de mercado. Enquanto isso, o Bitcoin deu uma respirada, subiu 7,5% e passou dos US$ 71 mil. Mas, se a gente olha desde outubro passado, o quadro muda: o Bitcoin caiu 47% e o ouro valorizou 30%. Mesmo desconfiado, Dalio não larga de vez o Bitcoin, não. Ele já contou que tem 1% da carteira nele. E no ano passado chegou a aconselhar que os investidores colocassem pelo menos 15% em ouro ou Bitcoin, como forma de se proteger contra as moedas tradicionais e títulos. $PAXG
O CEO do JPMorgan atacou as regras de rendimento das stablecoins e disse que o público pagará
Lá nos Estados Unidos, o tal do Jamie Dimon, que é o manda-chuva do banco JPMorgan, resolveu falar grosso contra o povo das criptomoedas essa semana. Enquanto os bancos e os defensores do dinheiro digital tão num pega-pra-capar sobre um projeto de lei que anda empacado, Dimon não economizou nas críticas. O rolo maior é sobre as tais stablecoins, moeda digital que vale igual ao dólar. As empresas de cripto, tipo a Coinbase, querem dar recompensa pros clientes que guardam essas moedas. Já os bancos tão achando ruim, dizendo que isso ia deixar as contas tradicionais sem graça e injustas. Dimon, na segunda-feira, falou sem rodeio: se os bancos têm que seguir um monte de regra e as empresas de cripto não, isso pode dar uma confusão danada na economia americana. Ele disse mais ou menos assim: “Não pode ser cada um fazendo do seu jeito, sem regra. No fim, quem paga é o povo.” E ainda lembrou que banco tem que seguir uma lista enorme de exigência: seguro de depósito, combate à lavagem de dinheiro, transparência, relatório, governança… tudo isso. Aí ele soltou: “Quer ser banco? Então vira banco. Aí pode fazer dentro da lei.” Dimon, que nunca foi muito chegado em Bitcoin, frisou que essas regras são pra manter o sistema financeiro seguro. Só que o projeto de lei sobre o mercado cripto, que tava quase indo pra votação no Senado, deu pra trás porque a Coinbase tirou o apoio de última hora. O medo deles era que os senadores colocassem emenda cortando as recompensas das stablecoins. Resultado: votação adiada e ninguém sabe quando volta. A Casa Branca até tentou juntar os dois lados pra achar um meio-termo antes das eleições, mas até agora não saiu nada de concreto. Os bancos acham que acordo não vem, e os líderes das criptos dizem que não é bem assim. Mas, com as falas duras de Dimon, parece que a briga só esquentou. $BTC $USD1 $USDC
A ação contra fraudes em fintechs expõe vínculos de criminosos com a GAS Consultoria
Uai, sô… A Polícia Civil lá do Rio de Janeiro, junto com o Ministério Público, resolveu bater de frente com uma turma que tava aprontando feio. Nesta quarta-feira (4), eles deram início a uma operação contra um grupo que mexia com crimes financeiros contra fintechs, e que tinha como base a Região dos Lagos. As apurações mostraram que os cabras também agiam em nome da tal GAS Consultoria, que já ficou famosa por causa do “Faraó do Bitcoin”, o Glaidson Acácio dos Santos. 🚔 Foram quatro mandados de prisão cumpridos. Um deles pegou o Yago de Araujo Silva, lá no Rio. Esse aí seria o cabeça da quadrilha, fazendo transações pra GAS Consultoria. 💰 O povo é acusado de usar criptomoeda pra lavar dinheiro. Mas, até agora, não se sabe se a GAS Consultoria tava envolvida nessa parte. O Glaidson, por sinal, não tá sendo investigado nessa operação. O Ministério Público denunciou 11 integrantes do grupo, que teriam feito fraude digital e lavagem de dinheiro, movimentando mais de R$ 150 milhões entre 2021 e 2024. Pra enganar as fintechs, eles criavam identidade falsa, abriam conta digital com documento fajuto e aproveitavam brechas nos sistemas. Só numa empresa, acharam 238 contas usadas pra aplicar golpe. Depois, pra esconder o dinheiro sujo, inventavam esquema de lavagem: usavam criptoativos, simulavam compra e venda de carro, compravam terreno e imóvel, e até empresa de fachada entrava na jogada. Parte da grana ia parar fora do Brasil, mandada por plataforma de criptomoeda, só pra dificultar o rastreio. No fim das contas, o MP pediu à Justiça o sequestro de bens no valor de R$ 150 milhões. $BTC $ETH
O TCU exige relatórios semestrais do Drex ao Banco Central e avalia a blockchain como alternativa
O Tribunal de Contas da União resolveu botar ordem na casa e pediu mais clareza no trem da moeda digital brasileira, o tal do Drex. Agora, o Banco Central tem que mandar relatório caprichado de seis em seis meses, mostrando como anda o projeto. Essa decisão saiu no Acórdão 288/2026, publicado no Diário Oficial no dia 2. O papel traz umas regras bem direitinhas sobre uso de blockchain e proteção dos dados do povo. Quem cuidou do processo foi o ministro Jhonatan de Jesus, que ficou de relator. A ideia principal do TCU é olhar com lupa os riscos técnicos e jurídicos dessa novidade no dinheiro nacional. Relatórios semestrais do Drex O plenário do TCU votou tudo junto, sem ninguém contra, e mandou o Banco Central entregar relatório no fim de cada etapa do “Piloto RD”, que é o Real digital. Esse documento tem que mostrar o projeto 223616, as oficinas, os eventos e tudo mais que o banco fizer. Além disso, o TCU quer que qualquer ação ligada à moeda digital entre no relatório, registrada ou não nos sistemas do governo. Se o Banco Central testar a plataforma em ambiente real, tem que contar tudinho, inclusive as transações de verdade, mesmo que sejam só de teste. Os auditores querem saber até quantos usuários participaram e o perfil deles, além das funções e tipos de transação que já tão rodando. Boas práticas de blockchain O acórdão também recomenda usar checklist de boas práticas pra implantar moeda digital. O tribunal cita direto o “Apêndice C – Lista de verificação: Boas práticas no uso de DLT/Blockchain” como guia pro Drex. Isso é pra garantir que o sistema siga a lei e mantenha a segurança da informação. O relator frisou que tem que pensar em eficiência, eficácia e economia. Esse roteiro ajuda os diretores do Banco Central a decidir melhor no futuro. Privacidade e liberdade O TCU deu sinal verde pra Unidade de Auditoria de TI continuar acompanhando o projeto. O foco maior é proteger os direitos civis dos cidadãos que vão usar a moeda. A secretaria de controle externo também vai incluir pontos de auditoria específicos nas próximas fases. No fim das contas, o objetivo é garantir que o Drex respeite a privacidade e a liberdade do povo brasileiro. $HOME $SOL $U
Arthur Hayes, cofundador da BitMEX, diz que o conflito EUA x Irã pode impulsionar o Bitcoin
O Arthur Hayes, que é um dos fundadores da BitMEX, disse que se a treta entre os Estados Unidos e o Irã enrolar por mais tempo, isso pode acabar empurrando o preço do Bitcoin pra cima. Mas não é direto não, é por causa da política de dinheiro lá dos americanos. No artigo que soltou domingo, ele lembrou que guerra no Oriente Médio sempre fez os EUA gastar mais. Aí a economia sente o baque e o Fed, que é o banco central deles, costuma reagir: ou corta os juros ou põe mais dinheiro pra rodar. “Quanto mais tempo os EUA ficarem metidos em operação militar contra o Irã, maior vai ser a conta”, escreveu. “E isso aumenta a chance do Fed dar uma afrouxada nos juros ou soltar mais grana — o que ajuda a segurar o preço do Bitcoin e de outros investimentos mais arriscados.” Bitcoin surfando na onda Hayes fala que já viu esse filme antes. Na Guerra do Golfo, em 1990, o Fed baixou os juros por causa da incerteza. Depois dos ataques de 11 de setembro de 2001, o governo Bush também cortou taxa rapidinho pra animar a economia. E na crise de 2008, com Obama, os juros ficaram quase zerados e teve programa de estímulo pra todo lado. Pra ele, se o Trump voltar e tiver confusão com o Irã, vai seguir a mesma lógica: manter o mercado calmo é interesse político, então o Fed deve abrir a torneira. No fim das contas, Hayes resume a jogada dele: esperar sinais claros de que o Fed tá afrouxando antes de colocar mais ficha no Bitcoin. Porque, historicamente, gasto de guerra vira corte de juros ou expansão monetária — e isso costuma dar uma força no preço do Bitcoin e de outros ativos de risco.
South African foi a primeira companhia aérea da África a aceitar Bitcoin como pagamento
A companhia aérea da África do Sul, a South African Airways, agora tá aceitando pagamento em Bitcoin. É a primeira grandona do ramo lá no continente que resolveu vender passagem usando essa moeda digital. O trem funciona assim: eles fecharam parceria com a MoneyBadger, que mexe com soluções de pagamento em Bitcoin, e com a Scan to Pay, que coloca o BTC nas compras do dia a dia. Pra pagar, o passageiro chega na tela final e escolhe Bitcoin$BTC . Vai aparecer um QR Code. Aí é só escanear com a carteira digital — pode ser Luno, VALR, ou até pelo aplicativo da MoneyBadger usando Binance ou qualquer carteira da Lightning Network. O pagamento cai na hora, sem enrolação. Essa mudança vem num momento importante: a South African Airways passou por falência em 2019 e, desde então, tá se ajeitando, cortando gasto e investindo pesado em inovação digital pra ganhar eficiência. $SOL $PEPE
Grupo de brasileiros desvia R$ 13 milhões de corretora de criptomoedas nos Estados Unidos
A Polícia Federal fez uma operação nesta terça-feira (3) contra um grupo que, segundo as investigações, teria dado um golpe pesado numa corretora de criptomoedas lá dos Estados Unidos. Diz que os cabras levaram coisa de 2,6 milhões de dólares, que dá mais ou menos uns 13,6 milhões de reais. A tal Operação Decrypted II mirou principalmente gente lá do Maranhão. Esse trabalho foi feito junto com o pessoal da Homeland Security dos EUA, numa força-tarefa chamada El Dorado, que fica em Nova York. As apurações começaram depois que os americanos passaram informação pra cá e, durante um ano, a PF foi juntando as peças. O grupo é suspeito de mexer com fraude em carteira de criptomoeda e também de lavar dinheiro atravessando fronteira. O nome da empresa lesada não foi divulgado. Mas já se sabe que tem brasileiro envolvido, principalmente no Maranhão, e que o dinheiro que eles movimentavam não batia com a renda declarada. Recebiam altas quantias de empresas de ativos virtuais sem justificativa comercial. Nesta etapa, a PF cumpriu mandado de prisão preventiva, busca e apreensão e ainda sequestrou bens lá em Imperatriz (MA). Isso porque um dos investigados continuava fazendo transferência de valores grandes em criptomoedas, mesmo depois da primeira fase da operação. Falando nisso, a primeira fase, chamada Operação Decrypted, rolou em agosto do ano passado. Na época, foram 11 mandados de busca e apreensão pra rastrear o dinheiro e descobrir quem mais tava metido na fraude. Também teve sequestro de bens em Imperatriz e João Lisboa (MA), Palmas (TO) e Goiânia (GO), tudo autorizado pela Justiça Federal. $BTC $ETH $XRP
NEAR registra alta de 17% impulsionada por novo recurso de proteção à privacidade dos usuários
O token $NEAR deu uma disparada de até 17% depois que lançaram o tal do “Confidential Intents”, uma camada de privacidade pra proteger as ordens de negociação de ficarem escancaradas na blockchain. Mas ó, mesmo com essa arrancada, o bichinho perdeu um cadim de força e lá pelas 10h tava valendo uns US$ 1,34, ainda com alta de 10,5% nas últimas 24 horas. No balanço da semana, o NEAR já tá com ganho de 38,5%, passando na frente da turma dos tokens de privacidade. Esse recurso novo foi mostrado semana passada na NEARCON, lá em San Francisco, e entrou em operação oficial na terça-feira (3). De acordo com os caboclos da equipe técnica, as transações agora passam por um “shard” privado ligado à rede principal, permitindo que o usuário use conta confidencial na hora de fazer operação.
A ideia principal desse trem é diminuir risco de umas armadinha que acontece em blockchain aberta, tipo front-running e ataque “sandwich”. Nessas rede pública, a transação aparece antes de ser confirmada, mostrando tamanho e direção da ordem. Aí os bot aproveita e passa na frente, tirando vantagem dos trader. Esse negócio é chamado de MEV (maximal extractable value), que o povo costuma dizer que é uma “taxa invisível” nas operação. Só que, diferente de moeda como Monero($XMR ) e Zcash($ZEC ), que já nasce com privacidade como padrão, a NEAR resolveu fazer diferente: ela dá opção de deixar certas coisa mais escondida, mas só na hora do trade. A proposta é não mostrar tudo no mempool público, tipo transferência específica ou posição em várias cadeia, mas sem perder a possibilidade de auditoria quando precisar pra lei ou investigação. O pessoal da NEAR fala que pensou esse sistema pra agradar instituição financeira, que geralmente não gosta de blockchain aberta porque não quer mostrar estratégia de negociação em tempo real. Então, oferecendo privacidade seletiva dentro de um esquema que respeita compliance, a rede tenta ser ponte entre mercado tradicional e liquidação on-chain. Mesmo com preço do token reagindo forte, os dado da DeFiLlama mostra que a taxa gerada pela camada base da NEAR ainda é pequena perto da capitalização de mercado, que tá em torno de US$ 1,8 bilhão. Isso indica que o movimento é mais expectativa de atrair fluxo institucional no futuro do que aumento imediato de receita pro protocolo.
Ouro perde US$ 1 trilhão e prata cai 9% diante da incerteza sobre o Irã
Ô trem bão de contar: o ouro deu uma tropeçada feia nesta terça (3). Ontem tava na casa dos US$ 5.400, mas hoje já voltou pros US$ 5.200, depois da confusão entre Estados Unidos e Irã. A prata então, nem se fala… já tinha caído mais de 4% na segunda e agora despencou quase 9%. Lá pras 8h30 da manhã, horário de Brasília, o ouro tava em queda de 2,5%, cotado a US$ 5.178 por onça troy. Só nessa madrugada, perdeu mais de US$ 1 trilhão de valor de mercado. Juntando com a prata, os dois metais já deixaram escapar mais de US$ 2 trilhões desde ontem. O povo do mercado até assustou no começo do conflito, mas ontem mesmo deu uma respirada achando que a coisa não ia longe. Só que o presidente dos EUA, Donald Trump$TRUMP , já soltou que esse trem pode durar umas 4 a 5 semanas (ou mais). Aí já viu: incerteza e volatilidade pra todo lado. Normalmente ouro e prata são vistos como porto seguro em tempos de crise, mas dessa vez tão meio esquisitos, oscilando demais. Analistas dizem que isso também tem a ver com o dólar. Quando o dólar enfraquece, o ouro$PAXG costuma ganhar espaço como reserva de valor. Só que, com tensão geopolítica, o dólar também se fortalece, e hoje o índice DXY subiu 1%. Com o dólar mais parrudo, as commodities ficam mais caras pros compradores lá de fora, o que acaba pesando nos preços. E pra fechar, o Bitcoin$BTC segue firme: ontem quase bateu US$ 70 mil e hoje tá em alta de pouco mais de 1%, rodando nos US$ 66,750.00
A XP Investimentos apresentou ao mercado a USDXP, uma stablecoin vinculada ao dólar
A Clear, corretora que faz parte do grupo XP, contou nesta terça-feira (3) que tá lançando sua própria moeda digital, a tal da stablecoin USDXP, que vale 1 pra 1 com o dólar americano. Essa USDXP já tá disponível pros clientes da plataforma e foi feita pra quem quer ter exposição ao dólar sem pagar IOF. Dá pra negociar a qualquer hora, todo dia, com execução na hora, direto dentro da Clear. Segundo Lucas Rabechini, diretor de Produtos Financeiros da XP, a ideia é resolver uma dor do cliente: dar acesso fácil, transparente e eficiente ao dólar, seja pra operar, se proteger ou diversificar os investimentos. A moeda é emitida na blockchain Rayls, fornecida pela Parfin, mas a XP continua responsável por tudo: governança, custódia e garantia do lastro. Eles garantem que cada USDXP tá respaldada em dólar guardado em instituições financeiras internacionais. Marcos Viriato, CEO da Parfin, disse que o uso de stablecoin ainda tá no começo no mercado, mas que ter a Rayls como base dá confiança. Diferente das criptos que sobem e descem demais, a USDXP é estável, ligada a moeda oficial, sem intenção especulativa e não serve como meio de pagamento ou envio internacional por enquanto. É só pra exposição cambial dentro da Clear, seguindo as regras brasileiras. Nesta primeira fase, não dá pra transferir pra fora nem usar em compras. A Clear ainda avisou que essa é só a primeira de várias moedas digitais próprias que vêm aí. A ideia é ampliar o portfólio com opções como euro$EUR e libra no futuro. $AAPLon $SUI