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Autor de “Pai Rico, Pai Pobre” aposta em Bitcoin e prata enquanto ouro bate recordesRobert Kiyosaki, autor de “Pai Rico, Pai Pobre”, afirmou nesta segunda-feira (2) que o Bitcoin e a prata vão disparar. A declaração veio enquanto ele celebrava a alta do ouro, que chegou a US$ 5.400 por onça-troy (unidade de medida padrão para metais preciosos, equivalente a cerca de 31 gramas). GOLD booms $128 in one day. Better news is silver and Bitcoin to blast off. Hang on. — Robert Kiyosaki (@theRealKiyosaki) March 2, 2026 “O ouro dispara US$ 128 em um único dia. A boa notícia é que a prata e o bitcoin vão disparar. Aguarde”, publicou Kiyosaki no X. O momento do Bitcoin No momento da publicação, o Bitcoin era cotado a US$ 65.976, com queda de 0,5% nas últimas 24 horas. No mês, o ativo acumula baixa de 20%. Em reais, a maior criptomoeda era negociada a R$ 342.676. Na semana passada, Kiyosaki revelou ter aproveitado a queda para comprar um bitcoin inteiro por cerca de US$ 67 mil. Ele justifica a estratégia pela preocupação com o endividamento dos Estados Unidos e pela escassez programada do ativo, que tem emissão limitada a 21 milhões de unidades. A prata no radar A prata oscilava entre US$ 95 e US$ 96 a onça no mesmo período. Em janeiro, o metal alcançou US$ 100 pela primeira vez na história. O ouro como pano de fundo Após o tuíte de Kiyosaki, o ouro ampliou os ganhos. Por volta das 8h15, o metal subia 3,04%, cotado a US$ 5.407,20 por onça-troy no contrato para abril de 2026 na Comex (bolsa de futuros de commodities nos Estados Unidos). O avanço diário superava US$ 159. Em 2026, o ouro acumula valorização de quase 25%. O movimento reflete tensões no Oriente Médio, após ataques dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, além de compras de bancos centrais, entrada de recursos em ETFs (fundos negociados em bolsa que acompanham o preço do metal) e expectativas de juros mais baixos nos Estados Unidos. Projeções de mercado indicam que o ouro pode chegar a US$ 6 mil por onça, ou até US$ 6.300 até o fim do ano. O artigo Autor de “Pai Rico, Pai Pobre” aposta em Bitcoin e prata enquanto ouro bate recordes foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Autor de “Pai Rico, Pai Pobre” aposta em Bitcoin e prata enquanto ouro bate recordes

Robert Kiyosaki, autor de “Pai Rico, Pai Pobre”, afirmou nesta segunda-feira (2) que o Bitcoin e a prata vão disparar. A declaração veio enquanto ele celebrava a alta do ouro, que chegou a US$ 5.400 por onça-troy (unidade de medida padrão para metais preciosos, equivalente a cerca de 31 gramas).

GOLD booms $128 in one day.

Better news is silver and Bitcoin to blast off.

Hang on.

— Robert Kiyosaki (@theRealKiyosaki) March 2, 2026

“O ouro dispara US$ 128 em um único dia. A boa notícia é que a prata e o bitcoin vão disparar. Aguarde”, publicou Kiyosaki no X.

O momento do Bitcoin

No momento da publicação, o Bitcoin era cotado a US$ 65.976, com queda de 0,5% nas últimas 24 horas. No mês, o ativo acumula baixa de 20%. Em reais, a maior criptomoeda era negociada a R$ 342.676.

Na semana passada, Kiyosaki revelou ter aproveitado a queda para comprar um bitcoin inteiro por cerca de US$ 67 mil. Ele justifica a estratégia pela preocupação com o endividamento dos Estados Unidos e pela escassez programada do ativo, que tem emissão limitada a 21 milhões de unidades.

A prata no radar

A prata oscilava entre US$ 95 e US$ 96 a onça no mesmo período. Em janeiro, o metal alcançou US$ 100 pela primeira vez na história.

O ouro como pano de fundo

Após o tuíte de Kiyosaki, o ouro ampliou os ganhos. Por volta das 8h15, o metal subia 3,04%, cotado a US$ 5.407,20 por onça-troy no contrato para abril de 2026 na Comex (bolsa de futuros de commodities nos Estados Unidos). O avanço diário superava US$ 159.

Em 2026, o ouro acumula valorização de quase 25%. O movimento reflete tensões no Oriente Médio, após ataques dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, além de compras de bancos centrais, entrada de recursos em ETFs (fundos negociados em bolsa que acompanham o preço do metal) e expectativas de juros mais baixos nos Estados Unidos. Projeções de mercado indicam que o ouro pode chegar a US$ 6 mil por onça, ou até US$ 6.300 até o fim do ano.

O artigo Autor de “Pai Rico, Pai Pobre” aposta em Bitcoin e prata enquanto ouro bate recordes foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Ouro cai, mas US$ 120 bilhões entram em cripto enquanto Trump alerta para “onda forte” à frenteO presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, movimentou novamente os mercados globais nesta segunda-feira ao alertar que uma “grande onda” ainda está por vir no crescente conflito com o Irã. No entanto, em vez de provocar uma busca tradicional por ativos de proteção, os mercados registraram uma das reversões mais expressivas entre classes de ativos dos últimos anos: metais preciosos despencaram enquanto o mercado de criptoativos disparou. Mercados desafiam a lógica de ativos de refúgio enquanto capital migra do ouro para o bitcoin Trump classificou os atuais ataques militares norte-americanos como “muito poderosos” em entrevista à CNN, sugerindo que uma fase maior da operação ainda está por vir. Em apenas 60 minutos, ouro e prata perderam aproximadamente US$ 1,1 trilhão em valor de mercado combinado. O ouro à vista caiu de US$ 4.900 para US$ 4.800 por onça, uma redução de 2,05%, eliminando cerca de US$ 750 bilhões em valor. No mesmo período, a prata registrou uma reversão ainda mais abrupta, caindo de US$ 95 para US$ 88 por onça (queda de 7% em menos de duas horas) e eliminando cerca de US$ 370 bilhões do mercado. BIG CRASH IN GOLD AND SILVER Gold and Silver have wiped out $1.1 trillion in just 60 MINUTES. Gold is down 2.05%, erasing $750 billion. Silver is down 7%, erasing $370 billion. pic.twitter.com/2clq8xLpCJ — Bull Theory (@BullTheoryio) March 2, 2026 No mesmo instante, o capital se direcionou fortemente para ativos digitais. O Bitcoin ultrapassou US$ 68 mil, subindo 5% em aproximadamente 50 minutos e acrescentando cerca de US$ 60 bilhões à sua capitalização de mercado. O Ethereum retornou ao patamar de US$ 2 mil, valorizando 5,8% e elevando seu valor em cerca de US$ 23 bilhões. Desempenho de preços do Bitcoin e Ethereum. Fonte: TradingView “O mercado de cripto acrescentou US$ 100 bilhões nos últimos 45 minutos, liquidando cerca de US$ 80 milhões em posições vendidas”, afirmou um analista, em publicação no X. A divergência surpreendeu muitas pessoas, já que investidores estão acostumados a ver o ouro se destacar em períodos de tensão geopolítica. Ao invés disso, os metais sofreram forte pressão vendedora, enquanto o mercado de cripto absorveu o impacto das notícias e acelerou a valorização. Derivativos indicam alavancagem limitada enquanto bitcoin absorve choque geopolítico As manchetes iniciais provocaram aproximadamente US$ 300 milhões em liquidações no mercado cripto. Porém, dados de derivativos indicaram uma estrutura mais resiliente diante da volatilidade. As taxas de financiamento estavam no sexto percentil, sinalizando pouca atividade especulativa. O open interest recuou em apenas US$ 1 bilhão, indicando que grande parte da alavancagem já havia sido retirada antes da escalada geopolítica. Geopolitical shock… and Bitcoin just kind of absorbs it. About $300M in liquidations on the first headline. Funding sitting in the 6th percentile. Open interest drops by only $1bn. If you can remember, last year’s post-Israel move in the 12 day war was a lot messier. This… — Nic (@nicrypto) March 2, 2026 Situações semelhantes no Oriente Médio no ano passado geraram oscilações mais desordenadas nos preços. Desta vez, o Bitcoin recuou brevemente, mas não registrou uma queda acentuada. A ausência de liquidações agressivas pode indicar que o mercado já estava preparado para riscos geopolíticos. A reversão nos metais, por sua vez, levanta perguntas sobre posicionamento e dinâmica de liquidez. Desfazimentos rápidos nos mercados futuros de ouro e prata podem acentuar a volatilidade, principalmente quando operações concentradas são revertidas. A magnitude desse movimento, com mais de US$ 1 trilhão eliminado em uma hora, mostra como o sentimento do mercado pode ficar frágil diante de mudanças rápidas nas expectativas. Com Trump sinalizando que uma nova fase militar pode se aproximar, a volatilidade deve continuar. As próximas notícias vão mostrar se a resiliência do mercado de cripto permanece, ou se os ativos tradicionais de proteção vão recuperar espaço. O artigo Ouro cai, mas US$ 120 bilhões entram em cripto enquanto Trump alerta para “onda forte” à frente foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Ouro cai, mas US$ 120 bilhões entram em cripto enquanto Trump alerta para “onda forte” à frente

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, movimentou novamente os mercados globais nesta segunda-feira ao alertar que uma “grande onda” ainda está por vir no crescente conflito com o Irã.

No entanto, em vez de provocar uma busca tradicional por ativos de proteção, os mercados registraram uma das reversões mais expressivas entre classes de ativos dos últimos anos: metais preciosos despencaram enquanto o mercado de criptoativos disparou.

Mercados desafiam a lógica de ativos de refúgio enquanto capital migra do ouro para o bitcoin

Trump classificou os atuais ataques militares norte-americanos como “muito poderosos” em entrevista à CNN, sugerindo que uma fase maior da operação ainda está por vir.

Em apenas 60 minutos, ouro e prata perderam aproximadamente US$ 1,1 trilhão em valor de mercado combinado. O ouro à vista caiu de US$ 4.900 para US$ 4.800 por onça, uma redução de 2,05%, eliminando cerca de US$ 750 bilhões em valor.

No mesmo período, a prata registrou uma reversão ainda mais abrupta, caindo de US$ 95 para US$ 88 por onça (queda de 7% em menos de duas horas) e eliminando cerca de US$ 370 bilhões do mercado.

BIG CRASH IN GOLD AND SILVER

Gold and Silver have wiped out $1.1 trillion in just 60 MINUTES.

Gold is down 2.05%, erasing $750 billion.

Silver is down 7%, erasing $370 billion. pic.twitter.com/2clq8xLpCJ

— Bull Theory (@BullTheoryio) March 2, 2026

No mesmo instante, o capital se direcionou fortemente para ativos digitais. O Bitcoin ultrapassou US$ 68 mil, subindo 5% em aproximadamente 50 minutos e acrescentando cerca de US$ 60 bilhões à sua capitalização de mercado. O Ethereum retornou ao patamar de US$ 2 mil, valorizando 5,8% e elevando seu valor em cerca de US$ 23 bilhões.

Desempenho de preços do Bitcoin e Ethereum. Fonte: TradingView

“O mercado de cripto acrescentou US$ 100 bilhões nos últimos 45 minutos, liquidando cerca de US$ 80 milhões em posições vendidas”, afirmou um analista, em publicação no X.

A divergência surpreendeu muitas pessoas, já que investidores estão acostumados a ver o ouro se destacar em períodos de tensão geopolítica.

Ao invés disso, os metais sofreram forte pressão vendedora, enquanto o mercado de cripto absorveu o impacto das notícias e acelerou a valorização.

Derivativos indicam alavancagem limitada enquanto bitcoin absorve choque geopolítico

As manchetes iniciais provocaram aproximadamente US$ 300 milhões em liquidações no mercado cripto. Porém, dados de derivativos indicaram uma estrutura mais resiliente diante da volatilidade.

As taxas de financiamento estavam no sexto percentil, sinalizando pouca atividade especulativa. O open interest recuou em apenas US$ 1 bilhão, indicando que grande parte da alavancagem já havia sido retirada antes da escalada geopolítica.

Geopolitical shock… and Bitcoin just kind of absorbs it.

About $300M in liquidations on the first headline.

Funding sitting in the 6th percentile. Open interest drops by only $1bn.

If you can remember, last year’s post-Israel move in the 12 day war was a lot messier.

This…

— Nic (@nicrypto) March 2, 2026

Situações semelhantes no Oriente Médio no ano passado geraram oscilações mais desordenadas nos preços. Desta vez, o Bitcoin recuou brevemente, mas não registrou uma queda acentuada.

A ausência de liquidações agressivas pode indicar que o mercado já estava preparado para riscos geopolíticos.

A reversão nos metais, por sua vez, levanta perguntas sobre posicionamento e dinâmica de liquidez. Desfazimentos rápidos nos mercados futuros de ouro e prata podem acentuar a volatilidade, principalmente quando operações concentradas são revertidas.

A magnitude desse movimento, com mais de US$ 1 trilhão eliminado em uma hora, mostra como o sentimento do mercado pode ficar frágil diante de mudanças rápidas nas expectativas.

Com Trump sinalizando que uma nova fase militar pode se aproximar, a volatilidade deve continuar. As próximas notícias vão mostrar se a resiliência do mercado de cripto permanece, ou se os ativos tradicionais de proteção vão recuperar espaço.

O artigo Ouro cai, mas US$ 120 bilhões entram em cripto enquanto Trump alerta para “onda forte” à frente foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
XRP Ledger pode permitir compra e venda de opções se nova rede for aprovadaNegociações de opções no XRP Ledger podem se tornar realidade caso uma nova sidechain projetada para integrar derivativos e ferramentas de margem ao ecossistema XRPL seja aprovada. A proposta apresenta contratos do tipo americano e alavancagem de até 200 vezes. O anúncio ocorre em meio a melhorias técnicas na rede e aumento da atividade on-chain. A seguir, analisamos como o projeto funcionaria e quais seriam seus efeitos para o mercado. Negociações de opções no XRP Ledger, segundo a proposta, seriam implementadas por meio de uma sidechain conectada ao livro-razão principal via uma ponte sem confiança. Dessa forma, seria possível negociar derivativos sem sair do ambiente XRPL. O documento inclui opções do tipo americano e margem com alavancagem de até 200 vezes. A segurança seria garantida pelo mesmo grupo de validadores que protegem a rede principal, preservando a consistência operacional. O engenheiro da XRPL Labs, Denis Angell, compartilhou o plano no GitHub e considerou a iniciativa um avanço expressivo. A publicação gerou interesse entre operadores atentos ao desenvolvimento da infraestrutura blockchain. Something big….https://t.co/TfmoFbyoVa — Denis Angell (@angell_denis) March 1, 2026 No cenário atual, a Deribit concentra grande parte do volume de opções em cripto. Porém, alternativas on-chain ainda são restritas. A proposta busca oferecer execução ágil e um livro de ordens nativo, inspirado em modelos especializados como a Hyperliquid. “A Hyperliquid comprovou que uma chain projetada especificamente com livro de ordens nativo pode dominar derivativos DeFi. O XRPL será o próximo”, explica a proposta. O projeto integra três pontos: pontes sem confiança, negociação nativa de opções e margem, além de autenticação com passkeys compatíveis com Face ID e chaves físicas. O objetivo é atingir padrões de segurança similares aos do setor financeiro tradicional. Comparação entre diferentes plataformas do mercado de derivativos e o XRP Ledger. Fonte: GitHub A liquidez em XRP é um fator decisivo. A rede conta com volume relevante de ativos e uma base crescente de tokenização. Desenvolvedores avaliam que uma camada de derivativos potencializaria essa profundidade. “O XRPL não é uma chain de uso geral que tenta abraçar tudo. Assim como a Hyperliquid, ela foi construída com recursos específicos de performance: liquidação em menos de 4 segundos, taxas quase nulas, livro de ordens nativo e um modelo de validação federada que permite exatamente o desenho comitê confiável que esta sidechain requer. A comunidade do XRPL detém alta liquidez em XRP e um ecossistema em expansão de ativos tokenizados via MPTokens. Uma camada de derivativos aproveita esse valor e o coloca em circulação”, aponta a proposta. Dados recentes apontam aumento de aproximadamente 200 mil transações concluídas em curto período. Além disso, cerca de 120 milhões de FXRP seguem bloqueados na Flare, o que reduz o suprimento circulante disponível. Se a sidechain for aprovada, o XRPL pode ofertar uma alternativa descentralizada em derivativos. Entretanto, seu sucesso dependerá da implementação técnica e do engajamento de formadores de mercado. Em resumo A proposta de derivativos no XRP Ledger sugere uma sidechain com opções de estilo americano e margem de 200 vezes. O objetivo é ampliar funções de negociação dentro do ecossistema e disputar espaço com players consolidados. O crescimento da atividade e liquidez indica ambiente favorável. No entanto, o efeito real dependerá da aprovação técnica e da procura efetiva por parte de traders profissionais. O artigo XRP Ledger pode permitir compra e venda de opções se nova rede for aprovada foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

XRP Ledger pode permitir compra e venda de opções se nova rede for aprovada

Negociações de opções no XRP Ledger podem se tornar realidade caso uma nova sidechain projetada para integrar derivativos e ferramentas de margem ao ecossistema XRPL seja aprovada. A proposta apresenta contratos do tipo americano e alavancagem de até 200 vezes.

O anúncio ocorre em meio a melhorias técnicas na rede e aumento da atividade on-chain. A seguir, analisamos como o projeto funcionaria e quais seriam seus efeitos para o mercado.

Negociações de opções no XRP Ledger, segundo a proposta, seriam implementadas por meio de uma sidechain conectada ao livro-razão principal via uma ponte sem confiança. Dessa forma, seria possível negociar derivativos sem sair do ambiente XRPL.

O documento inclui opções do tipo americano e margem com alavancagem de até 200 vezes. A segurança seria garantida pelo mesmo grupo de validadores que protegem a rede principal, preservando a consistência operacional.

O engenheiro da XRPL Labs, Denis Angell, compartilhou o plano no GitHub e considerou a iniciativa um avanço expressivo. A publicação gerou interesse entre operadores atentos ao desenvolvimento da infraestrutura blockchain.

Something big….https://t.co/TfmoFbyoVa

— Denis Angell (@angell_denis) March 1, 2026

No cenário atual, a Deribit concentra grande parte do volume de opções em cripto. Porém, alternativas on-chain ainda são restritas. A proposta busca oferecer execução ágil e um livro de ordens nativo, inspirado em modelos especializados como a Hyperliquid.

“A Hyperliquid comprovou que uma chain projetada especificamente com livro de ordens nativo pode dominar derivativos DeFi. O XRPL será o próximo”, explica a proposta.

O projeto integra três pontos: pontes sem confiança, negociação nativa de opções e margem, além de autenticação com passkeys compatíveis com Face ID e chaves físicas. O objetivo é atingir padrões de segurança similares aos do setor financeiro tradicional.

Comparação entre diferentes plataformas do mercado de derivativos e o XRP Ledger. Fonte: GitHub

A liquidez em XRP é um fator decisivo. A rede conta com volume relevante de ativos e uma base crescente de tokenização. Desenvolvedores avaliam que uma camada de derivativos potencializaria essa profundidade.

“O XRPL não é uma chain de uso geral que tenta abraçar tudo. Assim como a Hyperliquid, ela foi construída com recursos específicos de performance: liquidação em menos de 4 segundos, taxas quase nulas, livro de ordens nativo e um modelo de validação federada que permite exatamente o desenho comitê confiável que esta sidechain requer. A comunidade do XRPL detém alta liquidez em XRP e um ecossistema em expansão de ativos tokenizados via MPTokens. Uma camada de derivativos aproveita esse valor e o coloca em circulação”, aponta a proposta.

Dados recentes apontam aumento de aproximadamente 200 mil transações concluídas em curto período. Além disso, cerca de 120 milhões de FXRP seguem bloqueados na Flare, o que reduz o suprimento circulante disponível.

Se a sidechain for aprovada, o XRPL pode ofertar uma alternativa descentralizada em derivativos. Entretanto, seu sucesso dependerá da implementação técnica e do engajamento de formadores de mercado.

Em resumo

A proposta de derivativos no XRP Ledger sugere uma sidechain com opções de estilo americano e margem de 200 vezes.

O objetivo é ampliar funções de negociação dentro do ecossistema e disputar espaço com players consolidados.

O crescimento da atividade e liquidez indica ambiente favorável.

No entanto, o efeito real dependerá da aprovação técnica e da procura efetiva por parte de traders profissionais.

O artigo XRP Ledger pode permitir compra e venda de opções se nova rede for aprovada foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Guerra eleva preço do petróleo a US$ 82O preço do petróleo registrou alta expressiva nesta semana após o conflito no Oriente Médio levar os contratos futuros do Brent (ICEEUR:BRN1!) para US$ 82, marcando seu maior choque em meses. O Brent é considerado referência global do petróleo, amplamente utilizado para precificar o mercado internacional, sendo o indicador mais claro da reação do preço do petróleo a riscos geopolíticos. O movimento foi acompanhado pelos gráficos de CFD (Contrato por Diferença), que refletem a estrutura de preços, mas não as posições reais. No entanto, dados dos contratos futuros da ICE Futures Europe confirmaram a entrada efetiva de investidores no mercado, validando a alta do petróleo tanto como reação geopolítica quanto como decisão de posicionamento. Alta do preço do petróleo e valorização do dólar geram pressão antecipada O preço do petróleo saltou de cerca de US$ 72 para US$ 82 após ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã. A retaliação aumentou o temor de interrupções na oferta pelo Estreito de Hormuz, rota estratégica por onde circula quase um quinto do fluxo mundial. Essa reprecificação repentina adicionou um prêmio de guerra, ou seja, operadores elevaram os preços diante do risco esperado no fornecimento, e não pela falta imediata de produto. O choque causou uma abertura com gap de alta no Brent. Movimentos assim costumam sofrer pressão inicial, pois o mercado costuma testar parte do avanço antes de seguir para patamares mais altos. Esse estresse apareceu próximo a US$ 82, já que o Brent corrigiu para US$ 79. Brent Crude Oil reaches highest price level of the past year: https://t.co/rxIe7kHRlf pic.twitter.com/xaAHh3HQZ4 — Leon Simons 🌍 (@LeonSimons8) March 2, 2026 A última vela fechou em queda, acompanhada por volume elevado. O volume maior em queda indica intensificação das negociações justamente durante a correção após o gap, sugerindo forte pressão vendedora. Volume elevado: TradingView Ao mesmo tempo, o Índice do Dólar dos EUA (DXY), que mede a força do dólar frente às principais moedas, também vem subindo. Como o petróleo é negociado globalmente em dólar, essa valorização deixa o insumo mais caro para compradores internacionais, sinalizando tendência de baixa. DXY em alta: TradingView No entanto, outro indicador traz um panorama mais amplo. O open interest (interesse aberto), conhecido como OI, subiu consideravelmente nos contratos futuros do Brent (ICEEUR:BRN1!). Esse movimento indica o ingresso de capital novo, ou seja, operadores abrindo posições em vez de encerrar apostas, o que valida o viés de alta no curto prazo. Preço do petróleo e open interest: TradingView Isso mostra que o preço do petróleo não recua por falta de interesse. O mercado está absorvendo as vendas ao passo que novas posições se formam. Porém, é preciso atenção para o possível achatamento do open interest. Quando o preço sobe, mas o open interest fica estabilizado, normalmente o movimento ocorre por fechamento de posições vendidas, e não por novas compras. Assim, a tendência perde força e pode não se sustentar. Aumento da oferta pela OPEP eleva risco futuro enquanto guerra impulsiona preço atual Ao mesmo tempo, a OPEP, Organização dos Países Exportadores de Petróleo, anunciou aumento de produção em 206 mil barris por dia a partir de abril. A OPEP reúne grandes produtoras e controla parte relevante da oferta mundial. The OPEC+ decision to lift crude oil output by 206,000 bpd from April is little more than a symbolic gesture amid the widening Middle East conflict, argues ROI's Clyde Russell https://t.co/jFPJxntV0N pic.twitter.com/wn8GC0Ks2A — Reuters Open Interest (ROI) (@ReutersOI) March 2, 2026 De modo geral, quando há mais oferta, o preço tende a cair devido à maior disponibilidade no mercado. No entanto, o preço do petróleo permaneceu em alta porque o risco de guerra reduz a oferta de imediato, enquanto o impacto do aumento da produção da OPEP é sentido mais adiante. Isso gera conflito entre temor de oferta no curto prazo e previsão de mais produto ao longo do tempo. O Estreito de Hormuz segue no centro da questão. Até mesmo a possibilidade de interrupção já mantém os investidores cautelosos e pressiona os preços para cima. Isso também ajuda a explicar a estabilização do open interest e o surgimento de pressão vendedora após o gap de abertura, já que agentes do mercado evitam buscar preços mais altos diante do risco elevado de alterações repentinas na oferta e em fatores macroeconômicos. Posicionamento em futuros indica que mercado se prepara para movimento maior no preço do petróleo O posicionamento nos contratos futuros mostra que o rompimento do preço do petróleo atrai grande participação. O avanço expressivo do open interest no Brent (ICEEUR: BRN1!), já observado, confirma que os operadores abrem novas apostas com o aumento da volatilidade. Essa tendência de posicionamento extrapola os mercados tradicionais. Plataformas como a Aster, exchange de derivativos baseada em cripto, lançaram contratos futuros perpétuos de petróleo. Crude Oil ( $CL ) is now live on Aster Perpetuals with up to 3x leverage. Earn 1.2x trading points until Mar 8, 23:59 UTC. 🔗 https://t.co/sGxQ9ary9E pic.twitter.com/gdVGKel0iy — Aster (@Aster_DEX) March 2, 2026 O crescimento das negociações de petróleo em plataformas de cripto evidencia o alcance do posicionamento, refletindo ampla participação nos mercados financeiros. Níveis-chave do preço do petróleo são acompanhados pelo CFD do Brent, enquanto os contratos futuros são usados para analisar o volume e o open interest. Resistência chave: TradingView Segundo o gráfico, a primeira resistência está em US$ 82, valor que coincide com o nível de retração de Fibonacci (mencionado posteriormente). Se o preço do petróleo superar US$ 82, o próximo alvo passa a ser US$ 85, com base na projeção de rompimento do canal de alta. Acima desse patamar, as resistências seguintes aparecem em US$ 93 e US$ 104, caso o risco geopolítico persista. A posição das médias móveis exponenciais (EMA) também colabora para essa tendência de força. Esse indicador calcula a média dos preços ao longo do tempo, atribuindo mais relevância aos dados recentes. Nos últimos dias, houve confirmação de cruzamento dourado: a EMA de 50 dias cruzou acima da EMA de 200 dias, sinal que antecedeu o movimento de alta mais recente. Agora, a EMA de 100 dias começa a avançar em direção à de 200 dias, indicando fortalecimento do suporte da tendência. Padrões de EMA: TradingView Caso esse cruzamento de alta se confirme, o patamar de US$ 85, projetado pelo canal ascendente, pode ser atingido antes. Contudo, o nível de suporte mais relevante está em US$ 75. Análise do preço do petróleo bruto: TradingView Caso a cotação do petróleo caia de US$ 75 para níveis como US$ 73 e US$ 71, pode haver mais desvalorização. No entanto, a estrutura de alta só perde força diante de potenciais negociações de paz e um recuo abaixo de US$ 67. O artigo Guerra eleva preço do petróleo a US$ 82 foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Guerra eleva preço do petróleo a US$ 82

O preço do petróleo registrou alta expressiva nesta semana após o conflito no Oriente Médio levar os contratos futuros do Brent (ICEEUR:BRN1!) para US$ 82, marcando seu maior choque em meses. O Brent é considerado referência global do petróleo, amplamente utilizado para precificar o mercado internacional, sendo o indicador mais claro da reação do preço do petróleo a riscos geopolíticos.

O movimento foi acompanhado pelos gráficos de CFD (Contrato por Diferença), que refletem a estrutura de preços, mas não as posições reais. No entanto, dados dos contratos futuros da ICE Futures Europe confirmaram a entrada efetiva de investidores no mercado, validando a alta do petróleo tanto como reação geopolítica quanto como decisão de posicionamento.

Alta do preço do petróleo e valorização do dólar geram pressão antecipada

O preço do petróleo saltou de cerca de US$ 72 para US$ 82 após ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã. A retaliação aumentou o temor de interrupções na oferta pelo Estreito de Hormuz, rota estratégica por onde circula quase um quinto do fluxo mundial. Essa reprecificação repentina adicionou um prêmio de guerra, ou seja, operadores elevaram os preços diante do risco esperado no fornecimento, e não pela falta imediata de produto.

O choque causou uma abertura com gap de alta no Brent. Movimentos assim costumam sofrer pressão inicial, pois o mercado costuma testar parte do avanço antes de seguir para patamares mais altos.

Esse estresse apareceu próximo a US$ 82, já que o Brent corrigiu para US$ 79.

Brent Crude Oil reaches highest price level of the past year: https://t.co/rxIe7kHRlf pic.twitter.com/xaAHh3HQZ4

— Leon Simons 🌍 (@LeonSimons8) March 2, 2026

A última vela fechou em queda, acompanhada por volume elevado. O volume maior em queda indica intensificação das negociações justamente durante a correção após o gap, sugerindo forte pressão vendedora.

Volume elevado: TradingView

Ao mesmo tempo, o Índice do Dólar dos EUA (DXY), que mede a força do dólar frente às principais moedas, também vem subindo. Como o petróleo é negociado globalmente em dólar, essa valorização deixa o insumo mais caro para compradores internacionais, sinalizando tendência de baixa.

DXY em alta: TradingView

No entanto, outro indicador traz um panorama mais amplo. O open interest (interesse aberto), conhecido como OI, subiu consideravelmente nos contratos futuros do Brent (ICEEUR:BRN1!). Esse movimento indica o ingresso de capital novo, ou seja, operadores abrindo posições em vez de encerrar apostas, o que valida o viés de alta no curto prazo.

Preço do petróleo e open interest: TradingView

Isso mostra que o preço do petróleo não recua por falta de interesse. O mercado está absorvendo as vendas ao passo que novas posições se formam. Porém, é preciso atenção para o possível achatamento do open interest.

Quando o preço sobe, mas o open interest fica estabilizado, normalmente o movimento ocorre por fechamento de posições vendidas, e não por novas compras. Assim, a tendência perde força e pode não se sustentar.

Aumento da oferta pela OPEP eleva risco futuro enquanto guerra impulsiona preço atual

Ao mesmo tempo, a OPEP, Organização dos Países Exportadores de Petróleo, anunciou aumento de produção em 206 mil barris por dia a partir de abril. A OPEP reúne grandes produtoras e controla parte relevante da oferta mundial.

The OPEC+ decision to lift crude oil output by 206,000 bpd from April is little more than a symbolic gesture amid the widening Middle East conflict, argues ROI's Clyde Russell https://t.co/jFPJxntV0N pic.twitter.com/wn8GC0Ks2A

— Reuters Open Interest (ROI) (@ReutersOI) March 2, 2026

De modo geral, quando há mais oferta, o preço tende a cair devido à maior disponibilidade no mercado.

No entanto, o preço do petróleo permaneceu em alta porque o risco de guerra reduz a oferta de imediato, enquanto o impacto do aumento da produção da OPEP é sentido mais adiante. Isso gera conflito entre temor de oferta no curto prazo e previsão de mais produto ao longo do tempo.

O Estreito de Hormuz segue no centro da questão. Até mesmo a possibilidade de interrupção já mantém os investidores cautelosos e pressiona os preços para cima. Isso também ajuda a explicar a estabilização do open interest e o surgimento de pressão vendedora após o gap de abertura, já que agentes do mercado evitam buscar preços mais altos diante do risco elevado de alterações repentinas na oferta e em fatores macroeconômicos.

Posicionamento em futuros indica que mercado se prepara para movimento maior no preço do petróleo

O posicionamento nos contratos futuros mostra que o rompimento do preço do petróleo atrai grande participação. O avanço expressivo do open interest no Brent (ICEEUR: BRN1!), já observado, confirma que os operadores abrem novas apostas com o aumento da volatilidade.

Essa tendência de posicionamento extrapola os mercados tradicionais. Plataformas como a Aster, exchange de derivativos baseada em cripto, lançaram contratos futuros perpétuos de petróleo.

Crude Oil ( $CL ) is now live on Aster Perpetuals with up to 3x leverage.

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— Aster (@Aster_DEX) March 2, 2026

O crescimento das negociações de petróleo em plataformas de cripto evidencia o alcance do posicionamento, refletindo ampla participação nos mercados financeiros.

Níveis-chave do preço do petróleo são acompanhados pelo CFD do Brent, enquanto os contratos futuros são usados para analisar o volume e o open interest.

Resistência chave: TradingView

Segundo o gráfico, a primeira resistência está em US$ 82, valor que coincide com o nível de retração de Fibonacci (mencionado posteriormente).

Se o preço do petróleo superar US$ 82, o próximo alvo passa a ser US$ 85, com base na projeção de rompimento do canal de alta. Acima desse patamar, as resistências seguintes aparecem em US$ 93 e US$ 104, caso o risco geopolítico persista. A posição das médias móveis exponenciais (EMA) também colabora para essa tendência de força.

Esse indicador calcula a média dos preços ao longo do tempo, atribuindo mais relevância aos dados recentes. Nos últimos dias, houve confirmação de cruzamento dourado: a EMA de 50 dias cruzou acima da EMA de 200 dias, sinal que antecedeu o movimento de alta mais recente. Agora, a EMA de 100 dias começa a avançar em direção à de 200 dias, indicando fortalecimento do suporte da tendência.

Padrões de EMA: TradingView

Caso esse cruzamento de alta se confirme, o patamar de US$ 85, projetado pelo canal ascendente, pode ser atingido antes.

Contudo, o nível de suporte mais relevante está em US$ 75.

Análise do preço do petróleo bruto: TradingView

Caso a cotação do petróleo caia de US$ 75 para níveis como US$ 73 e US$ 71, pode haver mais desvalorização. No entanto, a estrutura de alta só perde força diante de potenciais negociações de paz e um recuo abaixo de US$ 67.

O artigo Guerra eleva preço do petróleo a US$ 82 foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Terceira Guerra Mundial vira tendência em cripto, mas mercados ignoram tensão globalA empresa de análise on-chain Santiment destaca o aumento expressivo de discussões sobre “Terceira Guerra Mundial” em comunidades de cripto nas redes sociais, atingindo o nível mais alto desde junho de 2025. Com o pano de fundo de ações coordenadas entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, o cenário sugere que operadores de cripto demonstram preocupação com cenários extremos, ao menos no ambiente online. Tendências de Terceira Guerra Mundial impactam cripto com escalada do conflito entre EUA, Israel e Irã O aumento ocorre em meio à intensificação das tensões entre Estados Unidos, Israel e Irã, após ataques coordenados lançados na semana passada e posteriores retaliações com mísseis e drones na região do Golfo. BREAKING: Saudi Arabia has shut down an Aramco oil refinery in Ras Tanura after it was hit by Iranian drones. pic.twitter.com/dsR3Zq2Jyu — BeInCrypto (@beincrypto) March 2, 2026 A nova escalada reacende lembranças do conflito ocorrido entre 13 e 24 de junho do ano passado, no qual Israel atingiu instalações nucleares e militares iranianas, provocando resposta direta. Os Estados Unidos ajudaram a interceptar ataques iranianos e, em seguida, também lançaram ofensivas. O Irã respondeu com ataques de mísseis e drones, inclusive contra uma base americana no Catar, até que um cessar-fogo foi estabelecido em 24 de junho. O contexto ajuda a explicar por que buscas por “Terceira Guerra Mundial” no Google Trends têm tido um crescimento que se aproxima dos níveis vistos em junho de 2025. Buscas por Terceira Guerra Mundial no último ano. Fonte: Google Trends Nesse sentido, a Santiment pontuou que a incerteza envolvendo os atuais confrontos, somada à lembrança dos 12 dias de violência do ano anterior, amplifica o receio em canais digitais. Cresce, assim, entre usuários das redes sociais a percepção de que o cenário atual pode ser um prenúncio de um conflito global em maior escala. Volume social e dominância social da Terceira Guerra Mundial. Fonte: Santiment Apesar disso, mercados tradicionais não sinalizam que um conflito de grandes proporções seja iminente. Mercados ignoram temores de terceira guerra mundial e dados on-chain indicam “zero pânico” A publicação especializada em macroeconomia The Kobeissi Letter discordou dessa narrativa, ressaltando que os mercados futuros estão longe de precificar um evento sistêmico. O petróleo chegou a abrir em alta, mas já devolveu quase metade desse movimento. O S&P 500 recuou menos de 1%, o ouro subiu cerca de 2%, e o Bitcoin terminou o dia em alta. Desempenho do petróleo, S&P 500, ouro e Bitcoin em 4 horas. Fonte: TradingView “Não entre em pânico. A poeira vai baixar”, afirmou a publicação , ressaltando o descompasso entre as discussões online e o comportamento efetivo dos preços. O analista de mercado Kyle Doops avaliou que, ainda que o petróleo chame atenção, o ouro pode oferecer uma perspectiva mais relevante. Em períodos anteriores de tensão — como nas duas guerras mundiais e durante a inflação dos anos 1970 — a fatia do ouro em relação às ações globais aumentou consideravelmente. Atualmente, apesar do recorde de dívidas globais e da intensificação de riscos geopolíticos, essa participação ainda está muito abaixo dos picos históricos. Entre investidores de cripto, há divisão de visões. Alguns operadores consideram que participantes de varejo demonstram temor rapidamente, enquanto agentes maiores buscam oportunidades de modo mais discreto. “A volatilidade já está refletida”, escreveu um usuário , sugerindo que os gráficos antecipam o sentimento antes dos fundamentos. Dados on-chain corroboram uma análise mais cautelosa. Dados da CryptoQuant indicam exaustão de vendedores enquanto investidores de curto prazo recusam capitular No mesmo período, segundo a empresa de análise blockchain CryptoQuant, investidores de Bitcoin de curto prazo, considerados os mais sensíveis, não estão se desfazendo do ativo. Iran Escalation, Zero Panic. Bitcoin's Short-Term Holders Aren't Blinking — Yet “The sell-side pressure from recent buyers is fading. Panic is being replaced by patience, or at least exhaustion.” – By @MorenoDV_ pic.twitter.com/HBA8fb16VG — CryptoQuant.com (@cryptoquant_com) March 2, 2026 O indicador Short-Term Holder P&L to Exchanges da CryptoQuant, que acompanha vendas motivadas por prejuízo entre compradores recentes, mostra que a pressão vendedora vem diminuindo desde o evento de capitulação entre 5 e 6 de fevereiro. Lucro e prejuízo de investidores de curto prazo do Bitcoin: envio para exchanges em 24 horas. Fonte: CryptoQuant Naquele período, cerca de 89.000 BTC foram enviados para exchanges com prejuízo em 24 horas. Desde então, a entrada de ativos vendidos com perdas vem diminuindo gradualmente. Apesar do Bitcoin ter recuado para a faixa de US$ 63.000 a US$ 64.000 durante o recente aumento das tensões geopolíticas, não houve aumento significativo nas transferências de investidores de curto prazo para exchanges. “… sem realização de lucros por pânico, sem capitulação por perdas”, analisou a empresa CryptoQuant. A mudança indica que grande parte da pressão recente por liquidações já pode ter sido absorvida pelo mercado. Historicamente, o setor costuma se estabilizar quando investidores menos resistentes encerram suas posições. Nas redes sociais de cripto, cresce a especulação sobre uma Terceira Guerra Mundial. Porém, o Bitcoin, o ouro, ações e até o petróleo estão precificando uma escalada controlada desse cenário. O principal sinal daqui para frente será a continuidade da baixa movimentação de curtíssimo prazo para exchanges. Se não houver venda motivada pelo medo, o momento pode se revelar apenas mais um pico de sentimento do que o início de uma crise estrutural. O artigo Terceira Guerra Mundial vira tendência em cripto, mas mercados ignoram tensão global foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Terceira Guerra Mundial vira tendência em cripto, mas mercados ignoram tensão global

A empresa de análise on-chain Santiment destaca o aumento expressivo de discussões sobre “Terceira Guerra Mundial” em comunidades de cripto nas redes sociais, atingindo o nível mais alto desde junho de 2025.

Com o pano de fundo de ações coordenadas entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, o cenário sugere que operadores de cripto demonstram preocupação com cenários extremos, ao menos no ambiente online.

Tendências de Terceira Guerra Mundial impactam cripto com escalada do conflito entre EUA, Israel e Irã

O aumento ocorre em meio à intensificação das tensões entre Estados Unidos, Israel e Irã, após ataques coordenados lançados na semana passada e posteriores retaliações com mísseis e drones na região do Golfo.

BREAKING: Saudi Arabia has shut down an Aramco oil refinery in Ras Tanura after it was hit by Iranian drones. pic.twitter.com/dsR3Zq2Jyu

— BeInCrypto (@beincrypto) March 2, 2026

A nova escalada reacende lembranças do conflito ocorrido entre 13 e 24 de junho do ano passado, no qual Israel atingiu instalações nucleares e militares iranianas, provocando resposta direta.

Os Estados Unidos ajudaram a interceptar ataques iranianos e, em seguida, também lançaram ofensivas. O Irã respondeu com ataques de mísseis e drones, inclusive contra uma base americana no Catar, até que um cessar-fogo foi estabelecido em 24 de junho.

O contexto ajuda a explicar por que buscas por “Terceira Guerra Mundial” no Google Trends têm tido um crescimento que se aproxima dos níveis vistos em junho de 2025.

Buscas por Terceira Guerra Mundial no último ano. Fonte: Google Trends

Nesse sentido, a Santiment pontuou que a incerteza envolvendo os atuais confrontos, somada à lembrança dos 12 dias de violência do ano anterior, amplifica o receio em canais digitais.

Cresce, assim, entre usuários das redes sociais a percepção de que o cenário atual pode ser um prenúncio de um conflito global em maior escala.

Volume social e dominância social da Terceira Guerra Mundial. Fonte: Santiment

Apesar disso, mercados tradicionais não sinalizam que um conflito de grandes proporções seja iminente.

Mercados ignoram temores de terceira guerra mundial e dados on-chain indicam “zero pânico”

A publicação especializada em macroeconomia The Kobeissi Letter discordou dessa narrativa, ressaltando que os mercados futuros estão longe de precificar um evento sistêmico.

O petróleo chegou a abrir em alta, mas já devolveu quase metade desse movimento. O S&P 500 recuou menos de 1%, o ouro subiu cerca de 2%, e o Bitcoin terminou o dia em alta.

Desempenho do petróleo, S&P 500, ouro e Bitcoin em 4 horas. Fonte: TradingView

“Não entre em pânico. A poeira vai baixar”, afirmou a publicação , ressaltando o descompasso entre as discussões online e o comportamento efetivo dos preços.

O analista de mercado Kyle Doops avaliou que, ainda que o petróleo chame atenção, o ouro pode oferecer uma perspectiva mais relevante.

Em períodos anteriores de tensão — como nas duas guerras mundiais e durante a inflação dos anos 1970 — a fatia do ouro em relação às ações globais aumentou consideravelmente.

Atualmente, apesar do recorde de dívidas globais e da intensificação de riscos geopolíticos, essa participação ainda está muito abaixo dos picos históricos.

Entre investidores de cripto, há divisão de visões. Alguns operadores consideram que participantes de varejo demonstram temor rapidamente, enquanto agentes maiores buscam oportunidades de modo mais discreto.

“A volatilidade já está refletida”, escreveu um usuário , sugerindo que os gráficos antecipam o sentimento antes dos fundamentos.

Dados on-chain corroboram uma análise mais cautelosa.

Dados da CryptoQuant indicam exaustão de vendedores enquanto investidores de curto prazo recusam capitular

No mesmo período, segundo a empresa de análise blockchain CryptoQuant, investidores de Bitcoin de curto prazo, considerados os mais sensíveis, não estão se desfazendo do ativo.

Iran Escalation, Zero Panic. Bitcoin's Short-Term Holders Aren't Blinking — Yet

“The sell-side pressure from recent buyers is fading. Panic is being replaced by patience, or at least exhaustion.” – By @MorenoDV_ pic.twitter.com/HBA8fb16VG

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O indicador Short-Term Holder P&L to Exchanges da CryptoQuant, que acompanha vendas motivadas por prejuízo entre compradores recentes, mostra que a pressão vendedora vem diminuindo desde o evento de capitulação entre 5 e 6 de fevereiro.

Lucro e prejuízo de investidores de curto prazo do Bitcoin: envio para exchanges em 24 horas. Fonte: CryptoQuant

Naquele período, cerca de 89.000 BTC foram enviados para exchanges com prejuízo em 24 horas. Desde então, a entrada de ativos vendidos com perdas vem diminuindo gradualmente.

Apesar do Bitcoin ter recuado para a faixa de US$ 63.000 a US$ 64.000 durante o recente aumento das tensões geopolíticas, não houve aumento significativo nas transferências de investidores de curto prazo para exchanges.

“… sem realização de lucros por pânico, sem capitulação por perdas”, analisou a empresa CryptoQuant.

A mudança indica que grande parte da pressão recente por liquidações já pode ter sido absorvida pelo mercado. Historicamente, o setor costuma se estabilizar quando investidores menos resistentes encerram suas posições.

Nas redes sociais de cripto, cresce a especulação sobre uma Terceira Guerra Mundial. Porém, o Bitcoin, o ouro, ações e até o petróleo estão precificando uma escalada controlada desse cenário.

O principal sinal daqui para frente será a continuidade da baixa movimentação de curtíssimo prazo para exchanges. Se não houver venda motivada pelo medo, o momento pode se revelar apenas mais um pico de sentimento do que o início de uma crise estrutural.

O artigo Terceira Guerra Mundial vira tendência em cripto, mas mercados ignoram tensão global foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Zoomex revela disparada do ouro on-chain após fechamento do mercado tradicionalDurante períodos de alta volatilidade nos mercados, o apetite por risco pode variar rapidamente, muitas vezes fora do horário de funcionamento dos mercados financeiros tradicionais. Com o aumento da incerteza, o capital costuma buscar instrumentos de proteção, elevando a demanda por ativos considerados porto seguro, como o ouro. Nessas condições, ativos de ouro tokenizado como Tether Gold (XAUT) e PAX Gold (PAXG) tendem a reagir mais rapidamente do que os mercados convencionais. Com negociação disponível 24 horas por dia, o ouro on-chain se transforma em um espaço imediato para descoberta de preço e alocação de liquidez quando os mercados tradicionais encontram-se inativos. Nesse contexto, o par de negociação XAUT-USDT na Zoomex apresentou comportamento ativo de negociações e liquidez estável, oferecendo aos usuários acesso contínuo à exposição ao ouro independentemente do horário do mercado. Mercados on-chain e descoberta antecipada de preços Mercados tradicionais de ouro funcionam em sessões fixas, o que pode atrasar ajustes nos preços diante de mudanças rápidas no sentimento. Diferente disso, mercados on-chain permanecem abertos o tempo todo, permitindo que participantes reposicionem portfólios e façam proteção em tempo real. Em condições de volatilidade recente, ativos de ouro tokenizado absorveram a demanda de maneira eficiente, refletindo alterações nos preços mais rápido e garantindo fluidez à liquidez. Esse movimento indica uma tendência estrutural: à medida que os mercados tornam-se mais interligados e ágeis, ambientes de negociação ininterruptos ganham destaque. Zoomex: liquidez e execução sob volatilidade Em mercados voláteis, a qualidade da execução importa mais do que variações pontuais de preço. Profundidade estável, correspondência confiável de ordens e preços transparentes determinam capacidade de ação dos usuários. Durante períodos recentes de maior oscilação, a Zoomex manteve desempenho consistente no par XAUT-USDT. Profundidade adequada do livro de ordens e boa execução permitiram operações com ativos atrelados ao ouro sem interrupções, mesmo quando os mercados tradicionais estavam fechados. Ao integrar múltiplas fontes de liquidez e adotar mecanismos robustos de gestão de risco, a plataforma garantiu preços justos e estabilidade operacional mesmo diante de picos de atividade. Ouro on-chain como classe estrutural de ativos Lastreado em ouro físico, o XAUT combina características tradicionais de reserva de valor com a flexibilidade de liquidação baseada em blockchain e acessibilidade global. Com investidores cada vez mais valorizando agilidade e flexibilidade, o ouro on-chain atua não apenas como ferramenta de exposição ao preço, mas também como solução de liquidez, funcionando de forma ininterrupta quando sistemas tradicionais param. Esse cenário reflete mais do que oscilações pontuais: sinaliza uma evolução contínua na forma de acesso e negociação de ativos de proteção. De horários fixos para liquidez contínua Enquanto a infraestrutura financeira tradicional permanece restrita a horários de negociação, o capital circula a todo momento. Por isso, a demanda por liquidez constante se consolida como uma exigência fundamental e não mais como um diferencial. A Zoomex enxerga o ouro on-chain como ponte entre estratégias convencionais de alocação de ativos e o ecossistema de criptoativos, viabilizando gestão de portfólios em tempo real mesmo em mercados de rápidas mudanças. Execução como vantagem central Choques de mercado não podem ser previstos, mas a preparação da infraestrutura pode ser feita com antecedência. O ouro segue como peça-chave em portfólios com foco em gestão de riscos, enquanto o ouro on-chain proporciona mais flexibilidade na execução para mercados modernos. O par XAUT-USDT na Zoomex está disponível para negociação contínua, permitindo aos usuários gerenciar exposição ao ouro a qualquer momento. Em um cenário pautado por incertezas, a execução confiável assume papel central. Sobre a ZOOMEX Fundada em 2021, a Zoomex é uma plataforma global de negociação de criptomoedas, superando a marca de 3 milhões de usuários em mais de 35 países e regiões, com mais de 700 pares disponíveis. Guiada pelos valores centrais de “Simplicidade × Facilidade × Velocidade”, a Zoomex segue também os princípios de equidade, integridade e transparência, oferecendo alta performance, baixo limite de entrada e uma experiência de negociação confiável. Impulsionada por um motor de matching de alta performance e exibição transparente de ordens e ativos, a Zoomex garante execução consistente e resultados plenamente rastreáveis. Essa abordagem reduz a assimetria de informações e permite que os usuários entendam com clareza o status de seus ativos e os resultados de cada operação. Ao priorizar velocidade e eficiência, a empresa segue otimizando estrutura de produto e experiência geral com sólida gestão de riscos. Como parceira oficial da equipe Haas F1 Team, a Zoomex aplica à negociação o mesmo foco em velocidade, precisão e execução rigorosa de regras das pistas. Além disso, mantém acordo global exclusivo de embaixador de marca com o goleiro de classe mundial Emiliano Martínez. Sua disciplina e profissionalismo reforçam o compromisso da Zoomex com negociação justa e confiança dos usuários no longo prazo. Em relação à segurança e conformidade, a Zoomex possui licenças regulatórias como MSB do Canadá, MSB dos EUA, NFA dos EUA e AUSTRAC da Austrália, além de ter aprovado auditorias de segurança realizadas pela empresa especializada Hacken. Operando em ambiente regulado, oferecendo opções flexíveis de verificação de identidade e sistema aberto de negociação, a Zoomex constrói um ambiente mais simples, transparente, seguro e acessível para usuários no mundo inteiro. Mais informações: Site | X | Telegram | Discord O artigo Zoomex revela disparada do ouro on-chain após fechamento do mercado tradicional foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Zoomex revela disparada do ouro on-chain após fechamento do mercado tradicional

Durante períodos de alta volatilidade nos mercados, o apetite por risco pode variar rapidamente, muitas vezes fora do horário de funcionamento dos mercados financeiros tradicionais. Com o aumento da incerteza, o capital costuma buscar instrumentos de proteção, elevando a demanda por ativos considerados porto seguro, como o ouro.

Nessas condições, ativos de ouro tokenizado como Tether Gold (XAUT) e PAX Gold (PAXG) tendem a reagir mais rapidamente do que os mercados convencionais. Com negociação disponível 24 horas por dia, o ouro on-chain se transforma em um espaço imediato para descoberta de preço e alocação de liquidez quando os mercados tradicionais encontram-se inativos.

Nesse contexto, o par de negociação XAUT-USDT na Zoomex apresentou comportamento ativo de negociações e liquidez estável, oferecendo aos usuários acesso contínuo à exposição ao ouro independentemente do horário do mercado.

Mercados on-chain e descoberta antecipada de preços

Mercados tradicionais de ouro funcionam em sessões fixas, o que pode atrasar ajustes nos preços diante de mudanças rápidas no sentimento. Diferente disso, mercados on-chain permanecem abertos o tempo todo, permitindo que participantes reposicionem portfólios e façam proteção em tempo real.

Em condições de volatilidade recente, ativos de ouro tokenizado absorveram a demanda de maneira eficiente, refletindo alterações nos preços mais rápido e garantindo fluidez à liquidez. Esse movimento indica uma tendência estrutural: à medida que os mercados tornam-se mais interligados e ágeis, ambientes de negociação ininterruptos ganham destaque.

Zoomex: liquidez e execução sob volatilidade

Em mercados voláteis, a qualidade da execução importa mais do que variações pontuais de preço. Profundidade estável, correspondência confiável de ordens e preços transparentes determinam capacidade de ação dos usuários.

Durante períodos recentes de maior oscilação, a Zoomex manteve desempenho consistente no par XAUT-USDT. Profundidade adequada do livro de ordens e boa execução permitiram operações com ativos atrelados ao ouro sem interrupções, mesmo quando os mercados tradicionais estavam fechados.

Ao integrar múltiplas fontes de liquidez e adotar mecanismos robustos de gestão de risco, a plataforma garantiu preços justos e estabilidade operacional mesmo diante de picos de atividade.

Ouro on-chain como classe estrutural de ativos

Lastreado em ouro físico, o XAUT combina características tradicionais de reserva de valor com a flexibilidade de liquidação baseada em blockchain e acessibilidade global.

Com investidores cada vez mais valorizando agilidade e flexibilidade, o ouro on-chain atua não apenas como ferramenta de exposição ao preço, mas também como solução de liquidez, funcionando de forma ininterrupta quando sistemas tradicionais param.

Esse cenário reflete mais do que oscilações pontuais: sinaliza uma evolução contínua na forma de acesso e negociação de ativos de proteção.

De horários fixos para liquidez contínua

Enquanto a infraestrutura financeira tradicional permanece restrita a horários de negociação, o capital circula a todo momento. Por isso, a demanda por liquidez constante se consolida como uma exigência fundamental e não mais como um diferencial.

A Zoomex enxerga o ouro on-chain como ponte entre estratégias convencionais de alocação de ativos e o ecossistema de criptoativos, viabilizando gestão de portfólios em tempo real mesmo em mercados de rápidas mudanças.

Execução como vantagem central

Choques de mercado não podem ser previstos, mas a preparação da infraestrutura pode ser feita com antecedência.

O ouro segue como peça-chave em portfólios com foco em gestão de riscos, enquanto o ouro on-chain proporciona mais flexibilidade na execução para mercados modernos. O par XAUT-USDT na Zoomex está disponível para negociação contínua, permitindo aos usuários gerenciar exposição ao ouro a qualquer momento.

Em um cenário pautado por incertezas, a execução confiável assume papel central.

Sobre a ZOOMEX

Fundada em 2021, a Zoomex é uma plataforma global de negociação de criptomoedas, superando a marca de 3 milhões de usuários em mais de 35 países e regiões, com mais de 700 pares disponíveis. Guiada pelos valores centrais de “Simplicidade × Facilidade × Velocidade”, a Zoomex segue também os princípios de equidade, integridade e transparência, oferecendo alta performance, baixo limite de entrada e uma experiência de negociação confiável.

Impulsionada por um motor de matching de alta performance e exibição transparente de ordens e ativos, a Zoomex garante execução consistente e resultados plenamente rastreáveis. Essa abordagem reduz a assimetria de informações e permite que os usuários entendam com clareza o status de seus ativos e os resultados de cada operação. Ao priorizar velocidade e eficiência, a empresa segue otimizando estrutura de produto e experiência geral com sólida gestão de riscos.

Como parceira oficial da equipe Haas F1 Team, a Zoomex aplica à negociação o mesmo foco em velocidade, precisão e execução rigorosa de regras das pistas. Além disso, mantém acordo global exclusivo de embaixador de marca com o goleiro de classe mundial Emiliano Martínez. Sua disciplina e profissionalismo reforçam o compromisso da Zoomex com negociação justa e confiança dos usuários no longo prazo.

Em relação à segurança e conformidade, a Zoomex possui licenças regulatórias como MSB do Canadá, MSB dos EUA, NFA dos EUA e AUSTRAC da Austrália, além de ter aprovado auditorias de segurança realizadas pela empresa especializada Hacken. Operando em ambiente regulado, oferecendo opções flexíveis de verificação de identidade e sistema aberto de negociação, a Zoomex constrói um ambiente mais simples, transparente, seguro e acessível para usuários no mundo inteiro.

Mais informações: Site | X | Telegram | Discord

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Strategy eleva dividendo para 11,50% enquanto queda do Bitcoin pressiona a MSTRA Strategy, anteriormente MicroStrategy, aumentou em 25 pontos-base o dividendo de sua ação preferencial STRC para março de 2026, enquanto a queda do Bitcoin (BTC) continua pressionando as ações MSTR para baixo. A Strategy é a maior investidora corporativa de Bitcoin (BTC). A taxa de dividendo da STRC é definida mensalmente para manter as ações próximas ao valor nominal de US$ 100, reduzindo a volatilidade dos preços. Por que importa: A queda do Bitcoin afetou tanto as ações Classe A da MicroStrategy, MSTR, quanto seu balanço patrimonial. A MSTR desvalorizou 14,77% em 2024 diante da queda do BTC. A principal criptomoeda perdeu quase 24% no mesmo período. A estabilidade da STRC próxima ao valor nominal de US$ 100 contrasta com a volatilidade da MSTR. Os detalhes: O presidente executivo Michael Saylor comunicou no X a taxa de dividendo da STRC em 11,50% para março, acima dos 11,25% de fevereiro. O aumento de março representa o sétimo reajuste do dividendo da STRC desde a estreia dessas ações, em julho de 2025. A Strategy estabelece os dividendos da STRC mês a mês para manter as ações próximas ao valor de US$ 100. O CEO Phong Le afirmou em fevereiro que a companhia pretende priorizar a emissão de ações preferenciais, em vez de ordinárias, para compras de BTC. O contexto: A Strategy detém a maior reserva corporativa de BTC do planeta e segue adquirindo Bitcoins apesar das perdas não realizadas de US$ 6,6 bilhões. A mudança para ações preferenciais oferece captação de recursos com menor volatilidade em comparação à diluição da MSTR. A atual queda do BTC testa a resiliência do modelo de acumulação da Strategy sob pressões prolongadas de preço. O artigo Strategy eleva dividendo para 11,50% enquanto queda do Bitcoin pressiona a MSTR foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Strategy eleva dividendo para 11,50% enquanto queda do Bitcoin pressiona a MSTR

A Strategy, anteriormente MicroStrategy, aumentou em 25 pontos-base o dividendo de sua ação preferencial STRC para março de 2026, enquanto a queda do Bitcoin (BTC) continua pressionando as ações MSTR para baixo.

A Strategy é a maior investidora corporativa de Bitcoin (BTC). A taxa de dividendo da STRC é definida mensalmente para manter as ações próximas ao valor nominal de US$ 100, reduzindo a volatilidade dos preços.

Por que importa:

A queda do Bitcoin afetou tanto as ações Classe A da MicroStrategy, MSTR, quanto seu balanço patrimonial.

A MSTR desvalorizou 14,77% em 2024 diante da queda do BTC. A principal criptomoeda perdeu quase 24% no mesmo período.

A estabilidade da STRC próxima ao valor nominal de US$ 100 contrasta com a volatilidade da MSTR.

Os detalhes:

O presidente executivo Michael Saylor comunicou no X a taxa de dividendo da STRC em 11,50% para março, acima dos 11,25% de fevereiro.

O aumento de março representa o sétimo reajuste do dividendo da STRC desde a estreia dessas ações, em julho de 2025.

A Strategy estabelece os dividendos da STRC mês a mês para manter as ações próximas ao valor de US$ 100.

O CEO Phong Le afirmou em fevereiro que a companhia pretende priorizar a emissão de ações preferenciais, em vez de ordinárias, para compras de BTC.

O contexto:

A Strategy detém a maior reserva corporativa de BTC do planeta e segue adquirindo Bitcoins apesar das perdas não realizadas de US$ 6,6 bilhões.

A mudança para ações preferenciais oferece captação de recursos com menor volatilidade em comparação à diluição da MSTR.

A atual queda do BTC testa a resiliência do modelo de acumulação da Strategy sob pressões prolongadas de preço.

O artigo Strategy eleva dividendo para 11,50% enquanto queda do Bitcoin pressiona a MSTR foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Preço da Solana se prepara para uma alta de 5%O preço da Solana está sendo negociada próximo de US$ 83 após queda de cerca de 4% nas últimas 24 horas. Isso indica desempenho inferior ao do mercado cripto mais amplo no mesmo período. No entanto, o cenário mais amplo revela outra perspectiva. A Solana acumula alta de quase 8% nos últimos sete dias, superando diversas grandes criptomoedas nesse intervalo. Esse desempenho tem explicação. Coincide com o surgimento de múltiplos sinais de reversão. Esses indicadores sugerem que o preço do Solana pode estar se preparando para uma recuperação de curto prazo. Agora, o contexto aponta para um possível salto de 5%. Além disso, caso um nível crucial seja rompido, essa alta pode se transformar em um movimento mais amplo. Estrutura de preço da Solana indica possível recuperação enquanto RSI oferece suporte O primeiro sinal vem do gráfico de 12 horas da Solana. O gráfico revela um padrão de reversão conhecido como “ombro-cabeça-ombro invertido”. Esse formato geralmente indica uma tendência de baixa perdendo força, surgindo antes de movimentos de recuperação. O Solana já reagiu uma vez a essa configuração. Após formar o ombro direito em 28 de fevereiro, o preço saltou quase 15%. Isso demonstra atuação de compradores em patamares inferiores. No entanto, a recuperação parou novamente próximo de uma barreira já conhecida. Esse obstáculo é a média móvel exponencial (EMA) de 20 períodos. Essa linha indica a direção da tendência de curto prazo. A Solana não conseguiu superar esse nível em diversas tentativas desde o fim de janeiro. Cada rejeição resultou em novas quedas. Somente em 25 de fevereiro o Solana ultrapassou esse limite, o que gerou imediatamente uma alta de 11%. O mesmo cenário está sendo observado novamente. Estrutura de preço do SOL: TradingView Ao mesmo tempo, o impulso está discretamente melhorando. O Índice de Força Relativa (RSI), que mede o momentum, mostra divergência altista. Isso ocorre quando o preço faz novas mínimas, mas o RSI forma mínimas mais altas, indicando enfraquecimento da pressão vendedora. Entre 31 de janeiro e 1º de março, o preço da Solana fez uma mínima mais baixa. Porém, o RSI registrou uma mínima superior. Isso indica perda de força pela ponta vendedora. Divergência de preço do SOL: TradingView Para que esse sinal permaneça válido, a Solana precisa ficar acima da mínima recente em US$ 81. Se isso acontecer, a estrutura de recuperação imediata ainda será mantida. No entanto, padrões gráficos sozinhos não impulsionam altas. Para que esse movimento ocorra, a posição dos agentes no mercado deve dar suporte ao movimento. Esse respaldo já pode ser observado nos dados de liquidação. Cluster de liquidação short próximo de 85 pode acelerar a recuperação Os dados de liquidação mostram que agentes estão apostando fortemente contra a Solana, com cerca de 63% do total de alavancagem diária na Binance posicionada no lado de venda. A alavancagem em apostas vendidas chega a US$ 66 milhões. Já as liquidações em posições compradas correspondem a cerca de US$ 39 milhões. Ou seja, a maioria dos operadores alavancados espera queda no preço. Esse desequilíbrio cria risco de squeeze. Se o preço da Solana subir, considerando as preocupações globais e a volatilidade resultante, os agentes vendidos podem ser forçados a fechar posições. Essas liquidações adicionais aumentam a pressão compradora. O maior volume de liquidações está próximo de US$ 85. Mapa de liquidação: Coinglass A Solana é negociado atualmente próximo de US$ 83. Isso significa que o preço está muito próximo da zona de gatilho. Se a Solana atingir US$ 85 (nível também presente no gráfico técnico, destacado adiante), as liquidações podem acelerar esse movimento. Isso eleva a chance de alta até a próxima resistência. Porém, squeezes de liquidação por si só raramente sustentam recuperações. Para que uma alta seja mantida, compradores de fato precisam atuar. Dados “on-chain” apontam que esse processo pode já estar começando. Investidores de curto prazo estão voltando, padrão frequentemente observado antes de recuperações Investidores de curto prazo voltaram a aumentar suas posições, segundo o indicador HODL Waves. Esse índice separa grupos de SOL conforme o tempo de posse. O grupo que mantém tokens entre uma semana e um mês elevou sua participação de 6,60% para 7,22% desde 26 de fevereiro. Simultaneamente, o grupo entre um dia e uma semana avançou de 5,19% para 6,22%. Investidores de SOL: Glassnode Esses grupos são relevantes pois normalmente entram próximo dos fundos locais, se posicionando antes de possíveis recuperações. O mesmo comportamento foi observado em 24 de fevereiro. Naquele momento, a acumulação foi seguida por uma alta de US$ 79 para US$ 88, um avanço de 11% em um único dia. O retorno desse padrão agora indica que operadores estão novamente se posicionando para um movimento de recuperação. Investidores de curto prazo têm um histórico: Glassnode No entanto, mesmo com o retorno dos compradores, toda tentativa de recuperação ainda enfrenta um teste decisivo. Para Solana, esse teste se concentra em um ponto específico de resistência. O nível de US$ 87 agora determina se o preço da Solana se recupera ou avança O nível de resistência mais relevante hoje está próximo de US$ 87. Esse patamar é crucial por dois motivos. Primeiro, ele coincide com o nível de retração de Fibonacci de 0,618, que frequentemente serve como forte barreira técnica em recuperações. Segundo, dados on-chain apontam que há uma grande concentração de oferta nessa faixa, com mais de 11,7 milhões de SOL acumulados entre US$ 86 e US$ 87. Isso indica que muitos investidores podem vender nessa região para evitar prejuízo. Concentração de custo: Glassnode Caso Solana encontre resistência em US$ 87, o movimento de recuperação pode ser limitado a cerca de 5%. Isso, por si só, validaria a atual configuração. Mas, se Solana superar US$ 87, o cenário se torna mais relevante. Isso mostraria que os vendedores nesse ponto-chave perderam o controle, o que pode abrir espaço para o avanço até US$ 90, US$ 93 e, futuramente, níveis ainda mais elevados. Acima de US$ 99, que coincide com a linha de pescoço do padrão de alta, o preço da SOL poderia buscar até US$ 120. Análise de preço do Solana: TradingView No entanto, uma queda abaixo de US$ 80 pode enfraquecer o sentimento otimista imediato. Além disso, toda a hipótese de recuperação perde força caso o preço da SOL caia de US$ 75. Neste cenário, Solana não precisa de uma forte valorização para confirmar um movimento de força. Um avanço até US$ 87 já seria suficiente. Se essa barreira for superada, essa movimentação pode marcar o início de uma tendência mais expressiva de alta. O artigo Preço da Solana se prepara para uma alta de 5% foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Preço da Solana se prepara para uma alta de 5%

O preço da Solana está sendo negociada próximo de US$ 83 após queda de cerca de 4% nas últimas 24 horas. Isso indica desempenho inferior ao do mercado cripto mais amplo no mesmo período. No entanto, o cenário mais amplo revela outra perspectiva. A Solana acumula alta de quase 8% nos últimos sete dias, superando diversas grandes criptomoedas nesse intervalo.

Esse desempenho tem explicação. Coincide com o surgimento de múltiplos sinais de reversão. Esses indicadores sugerem que o preço do Solana pode estar se preparando para uma recuperação de curto prazo. Agora, o contexto aponta para um possível salto de 5%. Além disso, caso um nível crucial seja rompido, essa alta pode se transformar em um movimento mais amplo.

Estrutura de preço da Solana indica possível recuperação enquanto RSI oferece suporte

O primeiro sinal vem do gráfico de 12 horas da Solana. O gráfico revela um padrão de reversão conhecido como “ombro-cabeça-ombro invertido”. Esse formato geralmente indica uma tendência de baixa perdendo força, surgindo antes de movimentos de recuperação.

O Solana já reagiu uma vez a essa configuração. Após formar o ombro direito em 28 de fevereiro, o preço saltou quase 15%. Isso demonstra atuação de compradores em patamares inferiores. No entanto, a recuperação parou novamente próximo de uma barreira já conhecida.

Esse obstáculo é a média móvel exponencial (EMA) de 20 períodos. Essa linha indica a direção da tendência de curto prazo. A Solana não conseguiu superar esse nível em diversas tentativas desde o fim de janeiro. Cada rejeição resultou em novas quedas. Somente em 25 de fevereiro o Solana ultrapassou esse limite, o que gerou imediatamente uma alta de 11%. O mesmo cenário está sendo observado novamente.

Estrutura de preço do SOL: TradingView

Ao mesmo tempo, o impulso está discretamente melhorando. O Índice de Força Relativa (RSI), que mede o momentum, mostra divergência altista. Isso ocorre quando o preço faz novas mínimas, mas o RSI forma mínimas mais altas, indicando enfraquecimento da pressão vendedora.

Entre 31 de janeiro e 1º de março, o preço da Solana fez uma mínima mais baixa. Porém, o RSI registrou uma mínima superior. Isso indica perda de força pela ponta vendedora.

Divergência de preço do SOL: TradingView

Para que esse sinal permaneça válido, a Solana precisa ficar acima da mínima recente em US$ 81. Se isso acontecer, a estrutura de recuperação imediata ainda será mantida.

No entanto, padrões gráficos sozinhos não impulsionam altas. Para que esse movimento ocorra, a posição dos agentes no mercado deve dar suporte ao movimento. Esse respaldo já pode ser observado nos dados de liquidação.

Cluster de liquidação short próximo de 85 pode acelerar a recuperação

Os dados de liquidação mostram que agentes estão apostando fortemente contra a Solana, com cerca de 63% do total de alavancagem diária na Binance posicionada no lado de venda. A alavancagem em apostas vendidas chega a US$ 66 milhões. Já as liquidações em posições compradas correspondem a cerca de US$ 39 milhões. Ou seja, a maioria dos operadores alavancados espera queda no preço. Esse desequilíbrio cria risco de squeeze.

Se o preço da Solana subir, considerando as preocupações globais e a volatilidade resultante, os agentes vendidos podem ser forçados a fechar posições. Essas liquidações adicionais aumentam a pressão compradora. O maior volume de liquidações está próximo de US$ 85.

Mapa de liquidação: Coinglass

A Solana é negociado atualmente próximo de US$ 83. Isso significa que o preço está muito próximo da zona de gatilho. Se a Solana atingir US$ 85 (nível também presente no gráfico técnico, destacado adiante), as liquidações podem acelerar esse movimento. Isso eleva a chance de alta até a próxima resistência.

Porém, squeezes de liquidação por si só raramente sustentam recuperações. Para que uma alta seja mantida, compradores de fato precisam atuar. Dados “on-chain” apontam que esse processo pode já estar começando.

Investidores de curto prazo estão voltando, padrão frequentemente observado antes de recuperações

Investidores de curto prazo voltaram a aumentar suas posições, segundo o indicador HODL Waves. Esse índice separa grupos de SOL conforme o tempo de posse.

O grupo que mantém tokens entre uma semana e um mês elevou sua participação de 6,60% para 7,22% desde 26 de fevereiro. Simultaneamente, o grupo entre um dia e uma semana avançou de 5,19% para 6,22%.

Investidores de SOL: Glassnode

Esses grupos são relevantes pois normalmente entram próximo dos fundos locais, se posicionando antes de possíveis recuperações.

O mesmo comportamento foi observado em 24 de fevereiro. Naquele momento, a acumulação foi seguida por uma alta de US$ 79 para US$ 88, um avanço de 11% em um único dia. O retorno desse padrão agora indica que operadores estão novamente se posicionando para um movimento de recuperação.

Investidores de curto prazo têm um histórico: Glassnode

No entanto, mesmo com o retorno dos compradores, toda tentativa de recuperação ainda enfrenta um teste decisivo. Para Solana, esse teste se concentra em um ponto específico de resistência.

O nível de US$ 87 agora determina se o preço da Solana se recupera ou avança

O nível de resistência mais relevante hoje está próximo de US$ 87. Esse patamar é crucial por dois motivos.

Primeiro, ele coincide com o nível de retração de Fibonacci de 0,618, que frequentemente serve como forte barreira técnica em recuperações. Segundo, dados on-chain apontam que há uma grande concentração de oferta nessa faixa, com mais de 11,7 milhões de SOL acumulados entre US$ 86 e US$ 87. Isso indica que muitos investidores podem vender nessa região para evitar prejuízo.

Concentração de custo: Glassnode

Caso Solana encontre resistência em US$ 87, o movimento de recuperação pode ser limitado a cerca de 5%. Isso, por si só, validaria a atual configuração. Mas, se Solana superar US$ 87, o cenário se torna mais relevante.

Isso mostraria que os vendedores nesse ponto-chave perderam o controle, o que pode abrir espaço para o avanço até US$ 90, US$ 93 e, futuramente, níveis ainda mais elevados. Acima de US$ 99, que coincide com a linha de pescoço do padrão de alta, o preço da SOL poderia buscar até US$ 120.

Análise de preço do Solana: TradingView

No entanto, uma queda abaixo de US$ 80 pode enfraquecer o sentimento otimista imediato. Além disso, toda a hipótese de recuperação perde força caso o preço da SOL caia de US$ 75.

Neste cenário, Solana não precisa de uma forte valorização para confirmar um movimento de força. Um avanço até US$ 87 já seria suficiente. Se essa barreira for superada, essa movimentação pode marcar o início de uma tendência mais expressiva de alta.

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Claude, da Anthropic, apresenta falha generalizada e expõe dependência de IAO chatbot de IA Claude, desenvolvido pela Anthropic, enfrenta uma interrupção expressiva de serviço, deixando milhares de usuários sem acesso à plataforma claude.ai e gerando uma onda de reações em comunidades de tecnologia e desenvolvedores ao redor do mundo. ChatGPT and Claude AI down? — Mex Asher (@Thatnsukkaboy_) March 2, 2026 De acordo com a página oficial de status da Anthropic, um incidente descrito como “erros elevados no claude.ai” foi registrado às 8h49 (horário de Brasília). A empresa declarou que está investigando o problema. Relatórios iniciais indicam que a principal interface web é a área mais afetada, enquanto o acesso via API e serviços como o Claude Code seguem funcionando. O artigo Claude, da Anthropic, apresenta falha generalizada e expõe dependência de IA foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Claude, da Anthropic, apresenta falha generalizada e expõe dependência de IA

O chatbot de IA Claude, desenvolvido pela Anthropic, enfrenta uma interrupção expressiva de serviço, deixando milhares de usuários sem acesso à plataforma claude.ai e gerando uma onda de reações em comunidades de tecnologia e desenvolvedores ao redor do mundo.

ChatGPT and Claude AI down?

— Mex Asher (@Thatnsukkaboy_) March 2, 2026

De acordo com a página oficial de status da Anthropic, um incidente descrito como “erros elevados no claude.ai” foi registrado às 8h49 (horário de Brasília).

A empresa declarou que está investigando o problema. Relatórios iniciais indicam que a principal interface web é a área mais afetada, enquanto o acesso via API e serviços como o Claude Code seguem funcionando.

O artigo Claude, da Anthropic, apresenta falha generalizada e expõe dependência de IA foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
XRP enfrenta pressão de venda de US$ 650 milhõesInvestidores de XRP (XRP) parecem adotar uma postura defensiva em meio ao aumento das tensões geopolíticas entre Estados Unidos, Israel e Irã. Dados on-chain apontam que mais de US$ 650 milhões em XRP foram direcionados à Binance na última semana. O expressivo aumento na entrada desses ativos sugere que investidores buscam se posicionar diante da volatilidade iminente, elevando o risco de quedas de curto prazo caso a instabilidade persista. Tensões crescentes no Oriente Médio provocam mudança no posicionamento do XRP O portal BeInCrypto informou que um ataque conjunto de Israel e Estados Unidos contra o Irã, no sábado, precipitou uma forte liquidação nos mercados de cripto. “Os primeiros ataques ocorreram pouco após o fechamento dos mercados financeiros tradicionais. Esse momento ampliou a incerteza sobre ativos de risco, com o mercado de cripto reagindo quase imediatamente ao choque geopolítico”, analisou Darkfost. As tensões cresceram ainda mais no fim de semana após relatos de que o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, teria sido morto. O Irã intensificou ataques de retaliação contra Israel e diversos países árabes do Golfo, aumentando as preocupações com uma instabilidade regional mais ampla. O aumento do risco geopolítico tem impactado o sentimento dos investidores. Os mercados de cripto registraram queda juntamente com outros ativos de risco. Por outro lado, o ouro subiu com a migração de capital para refúgios mais tradicionais. O XRP também foi impactado. O analista on-chain Darkfost destacou que mais de 472 milhões de XRP, avaliados em cerca de US$ 650 milhões, foram direcionados à Binance na última semana. Segundo o analista, esse foi o “maior período de entradas do mês de fevereiro”. Entradas de XRP na Binance. Fonte: X/Darkfost Grandes entradas em exchanges geralmente sinalizam pressão vendedora potencial, já que tokens normalmente precisam ser transferidos para plataformas de negociação antes de serem vendidos. Porém, movimentações desse tipo nem sempre resultam em liquidações imediatas. Essas transferências também podem refletir reposicionamento de liquidez, estratégias de arbitragem, gestão de colateral ou ações preventivas em períodos de maior volatilidade. Mesmo assim, despertam preocupação. “Entradas desse porte costumam indicar uma postura mais defensiva dos investidores de XRP. Quando grandes volumes são transferidos para exchanges, frequentemente sugerem intenção de vender ou reposicionar a liquidez mais próxima do mercado. Fluxos dessa magnitude podem criar condições para ondas súbitas de pressão vendedora, capazes de impactar o preço no curto prazo”, avaliou Darkfost. Resta saber se o movimento expressivo aponta para uma fase prolongada de distribuição ou se é apenas uma resposta temporária à crise. O fato é que a transferência fez as reservas de XRP na Binance aumentarem. Dados da CryptoQuant mostram que as reservas nas exchanges vinham caindo desde outubro de 2025. O recente fluxo representa uma leve reversão nessa tendência, ao menos por ora. Reserva de XRP nas exchanges. Fonte: CryptoQuant Ao mesmo tempo, o XRP ampliou suas perdas em linha com o movimento do mercado de cripto. Conforme dados do BeInCrypto Markets, a altcoin recuou mais de 4% nas últimas 24 horas. No momento desta reportagem, o XRP era negociado a US$ 1,37. Desempenho do preço do XRP. Fonte: BeInCrypto Markets Os próximos dias indicarão se esse movimento de US$ 652 milhões foi pontual ou representa o início de ajustes mais intensos entre investidores de XRP. Diante do choque entre risco geopolítico e estrutura dos mercados de cripto, volatilidade de curto prazo e debates sobre adoção permanecem no centro das atenções. O artigo XRP enfrenta pressão de venda de US$ 650 milhões foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

XRP enfrenta pressão de venda de US$ 650 milhões

Investidores de XRP (XRP) parecem adotar uma postura defensiva em meio ao aumento das tensões geopolíticas entre Estados Unidos, Israel e Irã.

Dados on-chain apontam que mais de US$ 650 milhões em XRP foram direcionados à Binance na última semana. O expressivo aumento na entrada desses ativos sugere que investidores buscam se posicionar diante da volatilidade iminente, elevando o risco de quedas de curto prazo caso a instabilidade persista.

Tensões crescentes no Oriente Médio provocam mudança no posicionamento do XRP

O portal BeInCrypto informou que um ataque conjunto de Israel e Estados Unidos contra o Irã, no sábado, precipitou uma forte liquidação nos mercados de cripto.

“Os primeiros ataques ocorreram pouco após o fechamento dos mercados financeiros tradicionais. Esse momento ampliou a incerteza sobre ativos de risco, com o mercado de cripto reagindo quase imediatamente ao choque geopolítico”, analisou Darkfost.

As tensões cresceram ainda mais no fim de semana após relatos de que o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, teria sido morto. O Irã intensificou ataques de retaliação contra Israel e diversos países árabes do Golfo, aumentando as preocupações com uma instabilidade regional mais ampla. O aumento do risco geopolítico tem impactado o sentimento dos investidores.

Os mercados de cripto registraram queda juntamente com outros ativos de risco. Por outro lado, o ouro subiu com a migração de capital para refúgios mais tradicionais. O XRP também foi impactado.

O analista on-chain Darkfost destacou que mais de 472 milhões de XRP, avaliados em cerca de US$ 650 milhões, foram direcionados à Binance na última semana. Segundo o analista, esse foi o “maior período de entradas do mês de fevereiro”.

Entradas de XRP na Binance. Fonte: X/Darkfost

Grandes entradas em exchanges geralmente sinalizam pressão vendedora potencial, já que tokens normalmente precisam ser transferidos para plataformas de negociação antes de serem vendidos. Porém, movimentações desse tipo nem sempre resultam em liquidações imediatas.

Essas transferências também podem refletir reposicionamento de liquidez, estratégias de arbitragem, gestão de colateral ou ações preventivas em períodos de maior volatilidade. Mesmo assim, despertam preocupação.

“Entradas desse porte costumam indicar uma postura mais defensiva dos investidores de XRP. Quando grandes volumes são transferidos para exchanges, frequentemente sugerem intenção de vender ou reposicionar a liquidez mais próxima do mercado. Fluxos dessa magnitude podem criar condições para ondas súbitas de pressão vendedora, capazes de impactar o preço no curto prazo”, avaliou Darkfost.

Resta saber se o movimento expressivo aponta para uma fase prolongada de distribuição ou se é apenas uma resposta temporária à crise. O fato é que a transferência fez as reservas de XRP na Binance aumentarem.

Dados da CryptoQuant mostram que as reservas nas exchanges vinham caindo desde outubro de 2025. O recente fluxo representa uma leve reversão nessa tendência, ao menos por ora.

Reserva de XRP nas exchanges. Fonte: CryptoQuant

Ao mesmo tempo, o XRP ampliou suas perdas em linha com o movimento do mercado de cripto. Conforme dados do BeInCrypto Markets, a altcoin recuou mais de 4% nas últimas 24 horas. No momento desta reportagem, o XRP era negociado a US$ 1,37.

Desempenho do preço do XRP. Fonte: BeInCrypto Markets

Os próximos dias indicarão se esse movimento de US$ 652 milhões foi pontual ou representa o início de ajustes mais intensos entre investidores de XRP. Diante do choque entre risco geopolítico e estrutura dos mercados de cripto, volatilidade de curto prazo e debates sobre adoção permanecem no centro das atenções.

O artigo XRP enfrenta pressão de venda de US$ 650 milhões foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
3 altcoins para acompanhar na primeira semana de marçoDiversas altcoins iniciam a primeira semana de março com catalisadores expressivos que podem gerar volatilidade de curto prazo e oportunidades de negociação. Enquanto alguns indicadores técnicos apontam aumento de ingressos de capital, fatores macroeconômicos e geopolíticos mais amplos continuam influenciando a direção do mercado. Diante desse cenário, o BeInCrypto analisou três altcoins que, com base em fatores externos e desenvolvimentos recentes, podem registrar alta ou queda na primeira semana de março. Polygon (POL) A Polygon está se preparando para o Lisovo Hardfork em 4 de março, que trará melhorias em contratos inteligentes e suporte aprimorado para carteiras. A atualização inclui compatibilidade aprimorada para Count Leading Zeros, ajuste flexível de taxas e maior confiabilidade nas transações. Upgrades de rede frequentemente influenciam o sentimento do token nativo, colocando o POL diante de potencial volatilidade. O preço da POL pode se beneficiar dessa novidade com o fortalecimento da pressão de compra. O Índice de Fluxo de Dinheiro sinaliza aumento no ingresso de capital, indicando aumento da confiança dos investidores. A demanda constante pode levar a POL a superar a resistência em US$ 0,109. Uma quebra confirmada pode abrir caminho para US$ 0,120 no curto prazo. Análise de preço do POL. Fonte: TradingView Por outro lado, tensões geopolíticas crescentes podem impactar negativamente o segmento das altcoins. Nesse cenário, a POL pode corrigir abaixo do suporte em US$ 0,104. Uma queda adicional para US$ 0,099, alinhada ao nível de 61,8% de Fibonacci, invalidaria a perspectiva otimista e aumentaria o risco de queda para o preço da Polygon. Chiliz (CHZ) O preço da CHZ está em US$ 0,033 no momento desta reportagem, permanecendo abaixo da resistência de US$ 0,034. O token demonstra sensibilidade aos sinais macroeconômicos mais amplos do mercado. Sem catalisadores próprios expressivos, a Chiliz segue majoritariamente o sentimento do mercado cripto para definir sua direção. A Chiliz anunciou que, a partir da primeira semana de março, seu protocolo de receita de Fan Token financiará recompras e queimas de CHZ. A medida amplia a utilidade da rede além da governança. Caso o momentum positivo ganhe força, a CHZ pode superar US$ 0,034 e US$ 0,036, mirando US$ 0,038 como suporte de curto prazo. Análise de preço do CHZ. Fonte: TradingView No entanto, condições macroeconômicas baixistas podem dificultar a recuperação. A CHZ recentemente formou um Death Cross, indicando enfraquecimento do momentum. A pressão vendedora persistente pode levar o preço abaixo de US$ 0,032 e US$ 0,030, cenário que anularia a tese otimista e reforçaria o domínio baixista. Hyperliquid (HYPE) O preço da HYPE está em US$ 30 no momento desta reportagem, mantendo-se acima da linha de suporte de tendência de alta de um mês. O indicador Chaikin Money Flow aponta para ingresso de capital crescente. O aumento da participação sugere mais confiança por parte dos investidores e reforça o suporte estrutural de curto prazo para o desempenho da Hyperliquid. O CMF acima da linha zero sinaliza entradas líquidas constantes na HYPE. A elevação da pressão de compra pode levar o preço além da resistência em US$ 33. Caso haja rompimento, a próxima meta é US$ 36. Ao ultrapassar esse patamar, a projeção sugere que o ativo pode atingir US$ 40, fortalecendo a estrutura de recuperação positiva. Análise de preço do HYPE. Fonte: TradingView A Hyperliquid enfrenta esta semana o desbloqueio de 9,91 milhões de tokens HYPE, avaliados em US$ 305 milhões. Caso a nova oferta não seja absorvida pelo mercado, a pressão vendedora pode aumentar. Caso haja queda abaixo de US$ 28, o preço pode recuar para US$ 25, inviabilizando a tese otimista e o suporte da tendência de alta. O artigo 3 altcoins para acompanhar na primeira semana de março foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

3 altcoins para acompanhar na primeira semana de março

Diversas altcoins iniciam a primeira semana de março com catalisadores expressivos que podem gerar volatilidade de curto prazo e oportunidades de negociação. Enquanto alguns indicadores técnicos apontam aumento de ingressos de capital, fatores macroeconômicos e geopolíticos mais amplos continuam influenciando a direção do mercado.

Diante desse cenário, o BeInCrypto analisou três altcoins que, com base em fatores externos e desenvolvimentos recentes, podem registrar alta ou queda na primeira semana de março.

Polygon (POL)

A Polygon está se preparando para o Lisovo Hardfork em 4 de março, que trará melhorias em contratos inteligentes e suporte aprimorado para carteiras. A atualização inclui compatibilidade aprimorada para Count Leading Zeros, ajuste flexível de taxas e maior confiabilidade nas transações. Upgrades de rede frequentemente influenciam o sentimento do token nativo, colocando o POL diante de potencial volatilidade.

O preço da POL pode se beneficiar dessa novidade com o fortalecimento da pressão de compra. O Índice de Fluxo de Dinheiro sinaliza aumento no ingresso de capital, indicando aumento da confiança dos investidores. A demanda constante pode levar a POL a superar a resistência em US$ 0,109. Uma quebra confirmada pode abrir caminho para US$ 0,120 no curto prazo.

Análise de preço do POL. Fonte: TradingView

Por outro lado, tensões geopolíticas crescentes podem impactar negativamente o segmento das altcoins. Nesse cenário, a POL pode corrigir abaixo do suporte em US$ 0,104. Uma queda adicional para US$ 0,099, alinhada ao nível de 61,8% de Fibonacci, invalidaria a perspectiva otimista e aumentaria o risco de queda para o preço da Polygon.

Chiliz (CHZ)

O preço da CHZ está em US$ 0,033 no momento desta reportagem, permanecendo abaixo da resistência de US$ 0,034. O token demonstra sensibilidade aos sinais macroeconômicos mais amplos do mercado. Sem catalisadores próprios expressivos, a Chiliz segue majoritariamente o sentimento do mercado cripto para definir sua direção.

A Chiliz anunciou que, a partir da primeira semana de março, seu protocolo de receita de Fan Token financiará recompras e queimas de CHZ. A medida amplia a utilidade da rede além da governança. Caso o momentum positivo ganhe força, a CHZ pode superar US$ 0,034 e US$ 0,036, mirando US$ 0,038 como suporte de curto prazo.

Análise de preço do CHZ. Fonte: TradingView

No entanto, condições macroeconômicas baixistas podem dificultar a recuperação. A CHZ recentemente formou um Death Cross, indicando enfraquecimento do momentum. A pressão vendedora persistente pode levar o preço abaixo de US$ 0,032 e US$ 0,030, cenário que anularia a tese otimista e reforçaria o domínio baixista.

Hyperliquid (HYPE)

O preço da HYPE está em US$ 30 no momento desta reportagem, mantendo-se acima da linha de suporte de tendência de alta de um mês. O indicador Chaikin Money Flow aponta para ingresso de capital crescente. O aumento da participação sugere mais confiança por parte dos investidores e reforça o suporte estrutural de curto prazo para o desempenho da Hyperliquid.

O CMF acima da linha zero sinaliza entradas líquidas constantes na HYPE. A elevação da pressão de compra pode levar o preço além da resistência em US$ 33. Caso haja rompimento, a próxima meta é US$ 36. Ao ultrapassar esse patamar, a projeção sugere que o ativo pode atingir US$ 40, fortalecendo a estrutura de recuperação positiva.

Análise de preço do HYPE. Fonte: TradingView

A Hyperliquid enfrenta esta semana o desbloqueio de 9,91 milhões de tokens HYPE, avaliados em US$ 305 milhões. Caso a nova oferta não seja absorvida pelo mercado, a pressão vendedora pode aumentar. Caso haja queda abaixo de US$ 28, o preço pode recuar para US$ 25, inviabilizando a tese otimista e o suporte da tendência de alta.

O artigo 3 altcoins para acompanhar na primeira semana de março foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Ouro dispara e rali de proteção chega ao mercado cripto; veja como investidores reagemOs preços do ouro físico atingiram o maior patamar em um mês devido à crescente procura por proteção diante do aumento das tensões geopolíticas. A movimentação para o ouro também se reflete nos mercados digitais. Dados on-chain indicam um aumento expressivo na acumulação de ativos de ouro tokenizado. Preços do ouro sobem enquanto investidores buscam segurança O ouro avançou 2% em 2 de março, chegando à máxima intradiária de US$ 5.394 por onça, seu maior valor desde 30 de janeiro. No momento desta reportagem, a cotação havia se ajustado para US$ 5.363,7. Cotação do ouro em 2 de março. Fonte: TradingView O fator determinante foi direto: ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã impulsionaram a busca por ativos seguros nos mercados globais. A escalada ocorrida hoje trouxe impulso adicional à valorização do metal. O ouro registrou retornos expressivos, acumulando alta de cerca de 65% apenas em 2025. Para participantes do mercado cripto, o momento foi relevante. Em meio à volatilidade renovada nos ativos digitais, o ouro tokenizado se apresentou como alternativa para manter exposição ao metal sem precisar recorrer ao sistema financeiro tradicional. Grandes compras evidenciam demanda por ouro tokenizado A empresa de análise Lookonchain identificou uma carteira inativa que gastou US$ 1 milhão em USDC para adquirir tokens PAX Gold (PAXG) e Tether Gold (XAUT). O endereço, identificado como 0x1C70, realizou várias operações ao longo de algumas horas e ainda retém US$ 4 milhões em USDC. “A carteira ainda possui 4M USDC e pode ampliar as compras”, afirmou a Lookonchain no X. Além disso, uma baleia de Ethereum trocou parte das reservas de ETH por XAUT, arcando com prejuízo realizado. Conforme o OnchainLens, a carteira (0x744b) trocou 1 mil ETH, avaliados em US$ 1,94 milhão, por 358,49 XAUT a US$ 5.413, acumulando uma perda superior a US$ 60 mil. “Nos últimos 2 anos, a baleia recebeu 1.645 ETH por US$ 3,26 milhões e ainda mantém 645 ETH (US$ 1,25 milhão)”, informou a publicação. Enquanto isso, aumentaram também as reservas de ouro da gestora Abraxas Capital Management, sediada em Londres. Um analista, citando informações da plataforma Arkham Intelligence, relatou que a empresa recebeu 28.723 tokens XAUT, avaliados em US$ 151 milhões, do tesouro da Tether. A movimentação corresponde à maior transação de XAUT registrada nas últimas três semanas. “Fato curioso: a Heka Funds (Abraxas Capital) está entre as principais clientes institucionais da Tether. Em determinado período, já deteve 1,5% de toda a oferta de USDT. Entre os grupos de endereços on-chain divulgados de forma pública pela Tether, atualmente ocupa o segundo lugar em volume de interação”, acrescentou o analista no X. O avanço na acumulação de ouro tokenizado acompanha o aumento do interesse por alternativas de reserva de valor no universo cripto. Investidores podem optar por tokens atrelados ao ouro buscando maior estabilidade nos preços e eventuais ganhos relacionados ao mercado de metais, reduzindo a exposição à volatilidade comum em outros ativos digitais. O BeInCrypto noticiou recentemente que o segmento de ouro tokenizado atingiu expansão expressiva, com a capitalização de mercado ultrapassando US$ 6 bilhões. Ainda segundo a CoinGecko, o volume diário de negociações de XAUT e PAXG superou US$ 1 bilhão ontem, apontando para forte demanda dos investidores. Ainda não está claro se este movimento representa uma busca momentânea por segurança ou se evidencia uma transição duradoura em direção a tokens digitais lastreados em commodities, à medida que março de 2026 avança e novos dados on-chain se tornam disponíveis. O artigo Ouro dispara e rali de proteção chega ao mercado cripto; veja como investidores reagem foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Ouro dispara e rali de proteção chega ao mercado cripto; veja como investidores reagem

Os preços do ouro físico atingiram o maior patamar em um mês devido à crescente procura por proteção diante do aumento das tensões geopolíticas.

A movimentação para o ouro também se reflete nos mercados digitais. Dados on-chain indicam um aumento expressivo na acumulação de ativos de ouro tokenizado.

Preços do ouro sobem enquanto investidores buscam segurança

O ouro avançou 2% em 2 de março, chegando à máxima intradiária de US$ 5.394 por onça, seu maior valor desde 30 de janeiro. No momento desta reportagem, a cotação havia se ajustado para US$ 5.363,7.

Cotação do ouro em 2 de março. Fonte: TradingView

O fator determinante foi direto: ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã impulsionaram a busca por ativos seguros nos mercados globais. A escalada ocorrida hoje trouxe impulso adicional à valorização do metal. O ouro registrou retornos expressivos, acumulando alta de cerca de 65% apenas em 2025.

Para participantes do mercado cripto, o momento foi relevante. Em meio à volatilidade renovada nos ativos digitais, o ouro tokenizado se apresentou como alternativa para manter exposição ao metal sem precisar recorrer ao sistema financeiro tradicional.

Grandes compras evidenciam demanda por ouro tokenizado

A empresa de análise Lookonchain identificou uma carteira inativa que gastou US$ 1 milhão em USDC para adquirir tokens PAX Gold (PAXG) e Tether Gold (XAUT). O endereço, identificado como 0x1C70, realizou várias operações ao longo de algumas horas e ainda retém US$ 4 milhões em USDC.

“A carteira ainda possui 4M USDC e pode ampliar as compras”, afirmou a Lookonchain no X.

Além disso, uma baleia de Ethereum trocou parte das reservas de ETH por XAUT, arcando com prejuízo realizado. Conforme o OnchainLens, a carteira (0x744b) trocou 1 mil ETH, avaliados em US$ 1,94 milhão, por 358,49 XAUT a US$ 5.413, acumulando uma perda superior a US$ 60 mil.

“Nos últimos 2 anos, a baleia recebeu 1.645 ETH por US$ 3,26 milhões e ainda mantém 645 ETH (US$ 1,25 milhão)”, informou a publicação.

Enquanto isso, aumentaram também as reservas de ouro da gestora Abraxas Capital Management, sediada em Londres. Um analista, citando informações da plataforma Arkham Intelligence, relatou que a empresa recebeu 28.723 tokens XAUT, avaliados em US$ 151 milhões, do tesouro da Tether. A movimentação corresponde à maior transação de XAUT registrada nas últimas três semanas.

“Fato curioso: a Heka Funds (Abraxas Capital) está entre as principais clientes institucionais da Tether. Em determinado período, já deteve 1,5% de toda a oferta de USDT. Entre os grupos de endereços on-chain divulgados de forma pública pela Tether, atualmente ocupa o segundo lugar em volume de interação”, acrescentou o analista no X.

O avanço na acumulação de ouro tokenizado acompanha o aumento do interesse por alternativas de reserva de valor no universo cripto. Investidores podem optar por tokens atrelados ao ouro buscando maior estabilidade nos preços e eventuais ganhos relacionados ao mercado de metais, reduzindo a exposição à volatilidade comum em outros ativos digitais.

O BeInCrypto noticiou recentemente que o segmento de ouro tokenizado atingiu expansão expressiva, com a capitalização de mercado ultrapassando US$ 6 bilhões. Ainda segundo a CoinGecko, o volume diário de negociações de XAUT e PAXG superou US$ 1 bilhão ontem, apontando para forte demanda dos investidores.

Ainda não está claro se este movimento representa uma busca momentânea por segurança ou se evidencia uma transição duradoura em direção a tokens digitais lastreados em commodities, à medida que março de 2026 avança e novos dados on-chain se tornam disponíveis.

O artigo Ouro dispara e rali de proteção chega ao mercado cripto; veja como investidores reagem foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Previsão de preço do Bitcoin: o que esperar do BTC em março de 2026?O preço do Bitcoin inicia março em queda. Fevereiro registrou perdas próximas de 15%, refletindo o desempenho de fevereiro do ano passado, quando o Bitcoin caiu mais de 17%. Com cinco meses consecutivos de queda desde outubro de 2025 e uma mediana de retorno em março de −1,31%, o cenário sazonal é pouco animador. No entanto, por trás desses movimentos, pode estar surgindo uma mudança. Veja o que os dados indicam para março. Preço do Bitcoin ainda é negociado como ativo de risco Uma das principais preocupações para o preço do Bitcoin atualmente é sua correlação persistente com as ações dos EUA. Isso se reflete nos dados históricos: a fraqueza mensal do S&P 500 resultou em fevereiro negativo para o Bitcoin. Histórico de preços do BTC: CryptoRank Em 1º de março, a correlação de 30 dias entre o Bitcoin e o S&P 500 está em 0,55, acima dos 0,50 registrados em outubro de 2025. Correlação Bitcoin x ações dos EUA: Newhedge Isso significa que o Bitcoin segue se movendo em sintonia com as ações, enfraquecendo seu argumento como proteção contra riscos do mercado tradicional. Com as novas tarifas globais de Trump pressionando as ações e uma possível escalada militar entre EUA e Irã impactando o apetite ao risco, o perfil de risco do Bitcoin mantém o ativo vulnerável. Kevin Crowther, fundador da KC Private Wealth, ressaltou essa dinâmica. “A forte correlação do Bitcoin com ações de software enfraquece seu papel como proteção em momentos de incerteza. Assim, com Trump ampliando a instabilidade econômica, é esperado que o BTC continue pressionado”, avaliou Crowther. Ao mesmo tempo, ouro e prata seguem em alta enquanto o Bitcoin perde valor. No entanto, caso as tensões geopolíticas diminuam, especialmente em torno do Irã, a percepção de risco pode mudar. E se as negociações com ouro e prata atingirem um limite, parte do capital pode migrar para o Bitcoin como próxima alternativa. Essa mudança está condicionada ao fim da correlação com as ações. Saídas de ETF de Bitcoin diminuem: mudança discreta Embora o cenário macroeconômico permaneça desafiador, os dados dos ETFs de Bitcoin à vista mostram um quadro diferente. Fevereiro marcou o quarto mês seguido de saldo negativo, mas a tendência começa a mudar. Dados históricos de ETF: SoSoValue Em novembro de 2025, o saldo negativo foi de 3,48 bilhões de dólares. Dezembro registrou 1,09 bilhão de dólares, janeiro ficou em 1,61 bilhão de dólares, e fevereiro encerrou com apenas 206,52 milhões de dólares — queda de 94% em relação ao pico de novembro. Orkun Mahir Kılıç, cofundador da Citrea, destacou que esses saques refletem ajustes de posição em vez de uma retirada estrutural. “Os saques nos ETFs são mais consistentes com desinvestimentos do que com abandono institucional. Para que a direção dos fluxos realmente mude, o mercado precisa de orientação macro mais clara e menor volatilidade”, explicou Kılıç em entrevista exclusiva ao BeInCrypto. Nima Beni, fundadora da Bitlease, foi mais direta ao analisar os dados, principalmente levando em conta a saída do IBIT da BlackRock: “Os saques dos ETFs são um sinal de pânico de investidores individuais, criando oportunidades para instituições. O saque de US$ 2,13 bilhões do IBIT da BlackRock importa menos do que o fato de que 94% das posições em ETF de Bitcoin foram mantidas mesmo durante um pico de medo. Isso mostra convicção institucional, não abandono”, afirmou Beni. No geral, os especialistas não demonstraram preocupação com a sequência de saídas dos ETFs. Pressão de venda se esgota em todos os setores: o catalisador para a recuperação? Além dos ETFs, dados on-chain mostram que as vendas tanto de investidores de longo prazo quanto de mineradores de Bitcoin estão diminuindo rapidamente. Investidores de longo prazo, carteiras que possuem Bitcoin há 365 dias ou mais, são fundamentais para avaliar o rumo do mercado. Quando essas vendas cessam, o preço do Bitcoin costuma se estabilizar e até recuperar. Em fevereiro, essas vendas líquidas despencaram. Em 5 de fevereiro, a variação líquida de posição em 30 dias dos investidores de longo prazo era de −243.737 BTC. Em 1º de março, esse número havia caído para apenas −31.967 BTC, uma redução de 87%. Mudança líquida da posição dos investidores de longo prazo: Glassnode O comportamento dos mineradores segue essa tendência. Quem opera mineração de Bitcoin e vende BTC para cobrir despesas operacionais atingiu o pico da capitulação em 8 de fevereiro, quando a venda líquida registrou -4.718 BTC. Em 1º de março, esse número caiu para -837 BTC, uma expressiva redução que indica que o pior da capitulação entre mineradores pode ter ficado para trás. Mudança líquida da posição dos mineradores: Glassnode Han Tan, principal analista de mercado da Bybit, pontuou uma distinção relevante, considerando o crescimento negativo do hashrate. “Os mineradores de Bitcoin não estão em capitulação; eles promovem diversificações estratégicas. A queda do hashrate é esperada diante da desvalorização do Bitcoin, mas não implica em uma capitulação estrutural”, afirmou Tan. O crescimento negativo do hashrate indica diminuição do poder computacional que garante o Bitcoin. Isso geralmente ocorre quando mineradores desligam máquinas, pois a mineração deixa de ser rentável, normalmente causada pela queda nos preços do Bitcoin ou aumento dos custos de energia. Essa análise reforça o que Tan destacou. Baleias acumulam perto da média móvel de 20 dias Enquanto as vendas enfraquecem, a compra avança de maneira discreta entre as baleias. Endereços que detêm entre 100 mil e 1 milhão de BTC ampliaram suas reservas de 676.540 para 690 mil BTC por volta de 19 e 20 de fevereiro, durante um reajuste de 4,06%. Desde então, não venderam mais. Ao mesmo tempo, baleias menores, com 1 mil a 10 mil BTC, iniciaram processo de acumulação em 25 de fevereiro, elevando o total de 4,222 milhões para 4,23 milhões de BTC. Reservas das baleias de BTC: Santiment Por que as baleias mantêm as posições? Um motivo provável é a Média Móvel Simples (SMA) de 20 dias, indicador de tendência de curto prazo que suaviza o preço nessa janela. Atualmente, a cotação do Bitcoin negocia logo abaixo da SMA de 20 dias, em US$ 67.100. A última vez que esse nível foi rompido de maneira expressiva, em 1º de janeiro, o ativo subiu mais de 12%. As baleias buscam possível valorização semelhante. Níveis-chave de preço: TradingView No longo prazo, porém, o cenário exige mais confiança. A média de 50 dias está em US$ 77.200, e a de 200 dias, que poderia sinalizar reversão altista, permanece distante, em US$ 96.800. Han Tan, da Bybit, explicou a importância de um desses patamares: “Para cima, o Bitcoin pode precisar superar sua SMA de 50 dias e reconquistar o patamar psicológico de US$ 80 mil antes de atrair mais compradores”, disse. Bear flag ameaça preço do Bitcoin, mas invalidação está em análise No gráfico de três dias, o preço do Bitcoin movimenta-se em um padrão de bandeira de baixa, quando os preços consolidam em tendência de alta dentro de linhas paralelas após uma forte queda. O mastro da bandeira representa baixa de cerca de 39%, indicando que, caso haja rompimento, um novo recuo de proporção similar pode ocorrer. Refforçando esse cenário, formou-se uma divergência oculta de baixa no Índice de Força Relativa (RSI), um indicador de momento. Entre 6 e 24 de fevereiro, o preço do Bitcoin estabeleceu máxima menor, enquanto o RSI marcou máxima superior. Essa diferença sinaliza que, apesar do movimento de recuperação, a força subjacente ainda favorece quedas. Estrutura de preço baixista: TradingView Os níveis-chaves estão claros. No cenário de alta, US$ 71.300 é a principal resistência. Um avanço acima de US$ 79 mil anularia a formação de bandeira. No entanto, novos repiques do BTC também podem transformar o padrão em canal de alta, alterando para viés positivo. Assim, as próximas velas de três dias irão definir se ocorrerá rompimento ou se o padrão de baixa será invalidado. No campo oposto, uma queda abaixo de US$ 62.300 abre caminho para suportes de Fibonacci em US$ 56.800, US$ 52.300, US$ 47.800 e, em cenário extremo, US$ 41.400. Análise do preço do Bitcoin: TradingView Crowther considera o desfecho mais provável relativamente contido, destacando a possibilidade de uma leve recuperação. “… A movimentação dos preços deve se manter estável ou levemente positiva ao longo de março, o que deve ser a expectativa principal dos investidores neste momento”, disse. Kılıç, por sua vez, discordou da visão pessimista, concordando com o esgotamento das vendas on-chain e a perspectiva de recuperação: “… Medo extremo e a maior sequência de saídas de ETFs em um ano não são sinais negativos. Na verdade, eu definiria isso como capitulação clássica, eliminando investidores mais frágeis e restringindo a oferta”, afirmou. A trajetória mais provável para março inclui uma recuperação local, impulsionada pela diminuição da pressão vendedora e pela acumulação por grandes investidores, seguida por nova rodada de vendas à medida que a formação de bandeira de baixa no mercado se desenrola. A pressão de venda está enfraquecendo, mas ainda não foi totalmente eliminada. Um fundo local não representa o fundo do ciclo. A tendência de março deve ser definida conforme o suporte de US$ 62.300 se mantém ou a resistência de US$ 79 mil é superada inicialmente. O artigo Previsão de preço do Bitcoin: o que esperar do BTC em março de 2026? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Previsão de preço do Bitcoin: o que esperar do BTC em março de 2026?

O preço do Bitcoin inicia março em queda. Fevereiro registrou perdas próximas de 15%, refletindo o desempenho de fevereiro do ano passado, quando o Bitcoin caiu mais de 17%.

Com cinco meses consecutivos de queda desde outubro de 2025 e uma mediana de retorno em março de −1,31%, o cenário sazonal é pouco animador. No entanto, por trás desses movimentos, pode estar surgindo uma mudança. Veja o que os dados indicam para março.

Preço do Bitcoin ainda é negociado como ativo de risco

Uma das principais preocupações para o preço do Bitcoin atualmente é sua correlação persistente com as ações dos EUA. Isso se reflete nos dados históricos: a fraqueza mensal do S&P 500 resultou em fevereiro negativo para o Bitcoin.

Histórico de preços do BTC: CryptoRank

Em 1º de março, a correlação de 30 dias entre o Bitcoin e o S&P 500 está em 0,55, acima dos 0,50 registrados em outubro de 2025.

Correlação Bitcoin x ações dos EUA: Newhedge

Isso significa que o Bitcoin segue se movendo em sintonia com as ações, enfraquecendo seu argumento como proteção contra riscos do mercado tradicional. Com as novas tarifas globais de Trump pressionando as ações e uma possível escalada militar entre EUA e Irã impactando o apetite ao risco, o perfil de risco do Bitcoin mantém o ativo vulnerável.

Kevin Crowther, fundador da KC Private Wealth, ressaltou essa dinâmica.

“A forte correlação do Bitcoin com ações de software enfraquece seu papel como proteção em momentos de incerteza. Assim, com Trump ampliando a instabilidade econômica, é esperado que o BTC continue pressionado”, avaliou Crowther.

Ao mesmo tempo, ouro e prata seguem em alta enquanto o Bitcoin perde valor. No entanto, caso as tensões geopolíticas diminuam, especialmente em torno do Irã, a percepção de risco pode mudar. E se as negociações com ouro e prata atingirem um limite, parte do capital pode migrar para o Bitcoin como próxima alternativa. Essa mudança está condicionada ao fim da correlação com as ações.

Saídas de ETF de Bitcoin diminuem: mudança discreta

Embora o cenário macroeconômico permaneça desafiador, os dados dos ETFs de Bitcoin à vista mostram um quadro diferente. Fevereiro marcou o quarto mês seguido de saldo negativo, mas a tendência começa a mudar.

Dados históricos de ETF: SoSoValue

Em novembro de 2025, o saldo negativo foi de 3,48 bilhões de dólares. Dezembro registrou 1,09 bilhão de dólares, janeiro ficou em 1,61 bilhão de dólares, e fevereiro encerrou com apenas 206,52 milhões de dólares — queda de 94% em relação ao pico de novembro.

Orkun Mahir Kılıç, cofundador da Citrea, destacou que esses saques refletem ajustes de posição em vez de uma retirada estrutural.

“Os saques nos ETFs são mais consistentes com desinvestimentos do que com abandono institucional. Para que a direção dos fluxos realmente mude, o mercado precisa de orientação macro mais clara e menor volatilidade”, explicou Kılıç em entrevista exclusiva ao BeInCrypto.

Nima Beni, fundadora da Bitlease, foi mais direta ao analisar os dados, principalmente levando em conta a saída do IBIT da BlackRock:

“Os saques dos ETFs são um sinal de pânico de investidores individuais, criando oportunidades para instituições. O saque de US$ 2,13 bilhões do IBIT da BlackRock importa menos do que o fato de que 94% das posições em ETF de Bitcoin foram mantidas mesmo durante um pico de medo. Isso mostra convicção institucional, não abandono”, afirmou Beni.

No geral, os especialistas não demonstraram preocupação com a sequência de saídas dos ETFs.

Pressão de venda se esgota em todos os setores: o catalisador para a recuperação?

Além dos ETFs, dados on-chain mostram que as vendas tanto de investidores de longo prazo quanto de mineradores de Bitcoin estão diminuindo rapidamente.

Investidores de longo prazo, carteiras que possuem Bitcoin há 365 dias ou mais, são fundamentais para avaliar o rumo do mercado. Quando essas vendas cessam, o preço do Bitcoin costuma se estabilizar e até recuperar. Em fevereiro, essas vendas líquidas despencaram. Em 5 de fevereiro, a variação líquida de posição em 30 dias dos investidores de longo prazo era de −243.737 BTC. Em 1º de março, esse número havia caído para apenas −31.967 BTC, uma redução de 87%.

Mudança líquida da posição dos investidores de longo prazo: Glassnode

O comportamento dos mineradores segue essa tendência. Quem opera mineração de Bitcoin e vende BTC para cobrir despesas operacionais atingiu o pico da capitulação em 8 de fevereiro, quando a venda líquida registrou -4.718 BTC. Em 1º de março, esse número caiu para -837 BTC, uma expressiva redução que indica que o pior da capitulação entre mineradores pode ter ficado para trás.

Mudança líquida da posição dos mineradores: Glassnode

Han Tan, principal analista de mercado da Bybit, pontuou uma distinção relevante, considerando o crescimento negativo do hashrate.

“Os mineradores de Bitcoin não estão em capitulação; eles promovem diversificações estratégicas. A queda do hashrate é esperada diante da desvalorização do Bitcoin, mas não implica em uma capitulação estrutural”, afirmou Tan.

O crescimento negativo do hashrate indica diminuição do poder computacional que garante o Bitcoin. Isso geralmente ocorre quando mineradores desligam máquinas, pois a mineração deixa de ser rentável, normalmente causada pela queda nos preços do Bitcoin ou aumento dos custos de energia. Essa análise reforça o que Tan destacou.

Baleias acumulam perto da média móvel de 20 dias

Enquanto as vendas enfraquecem, a compra avança de maneira discreta entre as baleias. Endereços que detêm entre 100 mil e 1 milhão de BTC ampliaram suas reservas de 676.540 para 690 mil BTC por volta de 19 e 20 de fevereiro, durante um reajuste de 4,06%. Desde então, não venderam mais.

Ao mesmo tempo, baleias menores, com 1 mil a 10 mil BTC, iniciaram processo de acumulação em 25 de fevereiro, elevando o total de 4,222 milhões para 4,23 milhões de BTC.

Reservas das baleias de BTC: Santiment

Por que as baleias mantêm as posições?

Um motivo provável é a Média Móvel Simples (SMA) de 20 dias, indicador de tendência de curto prazo que suaviza o preço nessa janela. Atualmente, a cotação do Bitcoin negocia logo abaixo da SMA de 20 dias, em US$ 67.100. A última vez que esse nível foi rompido de maneira expressiva, em 1º de janeiro, o ativo subiu mais de 12%. As baleias buscam possível valorização semelhante.

Níveis-chave de preço: TradingView

No longo prazo, porém, o cenário exige mais confiança. A média de 50 dias está em US$ 77.200, e a de 200 dias, que poderia sinalizar reversão altista, permanece distante, em US$ 96.800.

Han Tan, da Bybit, explicou a importância de um desses patamares:

“Para cima, o Bitcoin pode precisar superar sua SMA de 50 dias e reconquistar o patamar psicológico de US$ 80 mil antes de atrair mais compradores”, disse.

Bear flag ameaça preço do Bitcoin, mas invalidação está em análise

No gráfico de três dias, o preço do Bitcoin movimenta-se em um padrão de bandeira de baixa, quando os preços consolidam em tendência de alta dentro de linhas paralelas após uma forte queda. O mastro da bandeira representa baixa de cerca de 39%, indicando que, caso haja rompimento, um novo recuo de proporção similar pode ocorrer.

Refforçando esse cenário, formou-se uma divergência oculta de baixa no Índice de Força Relativa (RSI), um indicador de momento. Entre 6 e 24 de fevereiro, o preço do Bitcoin estabeleceu máxima menor, enquanto o RSI marcou máxima superior. Essa diferença sinaliza que, apesar do movimento de recuperação, a força subjacente ainda favorece quedas.

Estrutura de preço baixista: TradingView

Os níveis-chaves estão claros. No cenário de alta, US$ 71.300 é a principal resistência. Um avanço acima de US$ 79 mil anularia a formação de bandeira. No entanto, novos repiques do BTC também podem transformar o padrão em canal de alta, alterando para viés positivo. Assim, as próximas velas de três dias irão definir se ocorrerá rompimento ou se o padrão de baixa será invalidado.

No campo oposto, uma queda abaixo de US$ 62.300 abre caminho para suportes de Fibonacci em US$ 56.800, US$ 52.300, US$ 47.800 e, em cenário extremo, US$ 41.400.

Análise do preço do Bitcoin: TradingView

Crowther considera o desfecho mais provável relativamente contido, destacando a possibilidade de uma leve recuperação.

“… A movimentação dos preços deve se manter estável ou levemente positiva ao longo de março, o que deve ser a expectativa principal dos investidores neste momento”, disse.

Kılıç, por sua vez, discordou da visão pessimista, concordando com o esgotamento das vendas on-chain e a perspectiva de recuperação:

“… Medo extremo e a maior sequência de saídas de ETFs em um ano não são sinais negativos. Na verdade, eu definiria isso como capitulação clássica, eliminando investidores mais frágeis e restringindo a oferta”, afirmou.

A trajetória mais provável para março inclui uma recuperação local, impulsionada pela diminuição da pressão vendedora e pela acumulação por grandes investidores, seguida por nova rodada de vendas à medida que a formação de bandeira de baixa no mercado se desenrola. A pressão de venda está enfraquecendo, mas ainda não foi totalmente eliminada. Um fundo local não representa o fundo do ciclo. A tendência de março deve ser definida conforme o suporte de US$ 62.300 se mantém ou a resistência de US$ 79 mil é superada inicialmente.

O artigo Previsão de preço do Bitcoin: o que esperar do BTC em março de 2026? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Previsão de preço da Solana: o que esperar da SOL em março de 2026?A Solana começa março sob forte pressão. A SOL acumula queda superior a 31% em relação ao mês anterior, com fevereiro registrando perda de 17%. Mas a desvalorização do preço do Solana é apenas parte da questão. Por trás do gráfico, o motor econômico que impulsionou a moeda até o fim de 2025, seu ecossistema de memecoins entrou em colapso. E os dados on-chain sobre investidores, movimentações em exchanges e atividade nas DEX confirmam o mesmo cenário: a venda é estrutural, não sazonal. A dúvida para março não é mais se a Solana pode recuperar valor. Trata-se de saber se algo pode interromper o padrão atual antes que chegue ao seu alvo final. Padrão de baixa encontra motor quebrado O gráfico de três dias mostra um padrão de cabeça e ombros confirmado, com a linha de suporte próxima de US$ 107, que foi rompida por volta de 31 de janeiro, conforme análise disponível aqui. O movimento projetado a partir desse rompimento, cerca de 44% abaixo do suporte, estabelece o alvo técnico próximo a US$ 59. A SOL é negociada atualmente em torno de US$ 87, indicando que o padrão foi apenas parcialmente cumprido. A partir deste ponto, resta aproximadamente 30% de potencial queda caso a projeção se concretize. Solana entrou em queda no início de fevereiro: TradingView O que torna este cenário ainda mais significativo é que o rompimento da linha de suporte coincidiu com a derrocada do próprio ecossistema que movimentava a economia on-chain da Solana, o setor de memecoins. Na semana encerrada em 2 de fevereiro, o volume total das DEX da Solana somava US$ 118,2 bilhões, sendo o Pump.fun responsável por US$ 61,4 bilhões e a Meteora por US$ 20,1 bilhões. Já na semana de 23 de fevereiro, o volume despencou para US$ 44,5 bilhões e queda de 62%, segundo dados exclusivos da Dune analisados pela equipe do BeInCrypto. A Pump.fun caiu para US$ 30,5 bilhões. A Meteora registrou recuo de 83%, chegando apenas a US$ 3,4 bilhões. Volume das DEX do Solana: Dune A perda no gráfico e a derrocada das memecoins não são eventos isolados. O padrão começou a se formar enquanto a confiança já estava em queda. Sem seu principal motor de receita, a Solana encara o restante da queda projetada com fundamentos fragilizados. Histórico e investidores de SOL não oferecem alívio Historicamente, dados sazonais costumavam fazer esse período parecer mais promissor. Março apresenta um ganho mediano de 22,8% para a Solana, enquanto a média histórica de fevereiro beira 28,9%. No entanto, fevereiro de 2026 trouxe queda de 17% e janeiro teve recuo de 15%, em vez da média positiva de 47%. Dois meses seguidos de desvalorização já destoam do padrão sazonal. A ideia de um “mês negativo, mês positivo” não se sustenta quando o movimento falha por duas vezes consecutivas, e os fatores destas perdas são estruturais, não cíclicos. Histórico de preço da Solana: CryptoRank Os dados sobre investidores reforçam esse cenário. No início de fevereiro, período em que o volume das DEX atingiu US$ 118,2 bilhões, o indicador de variação líquida de posição em exchanges, que mostra os fluxos líquidos, estava fortemente negativo, indicando saídas de tokens das exchanges, um sinal clássico de acumulação. Esse comportamento refletia o otimismo observado on-chain naquele momento. Em 26 de fevereiro, o cenário mudou totalmente. Os fluxos líquidos positivos em exchanges saltaram para 1.561.859 SOL em base de 30 dias e alta de 40% em relação ao patamar de 1.106.796 registrado três dias antes, em 23 de fevereiro. Com o colapso da economia de memecoins e o recuo dos volumes nas DEX, investidores possivelmente transferiram ativos para as exchanges para venda. Fluxos de exchanges: Glassnode Os investidores de longo prazo reforçam essa narrativa. O indicador de variação líquida de posição entre hodlers — uma métrica de acumulação por carteiras de longo prazo, atingiu pico no fim de janeiro (próximo à quebra do padrão) em cerca de 3,47 milhões de SOL em base de 30 dias. Em 26 de fevereiro, o valor despencou para apenas 266.744 SOL, queda de 92% e menor nível do mês. Investidores comprando menos: Glassnode Aqueles compradores que normalmente sustentariam uma recuperação estão se afastando, não aumentando posições. Fluxo de ETF é o único suporte Apesar desse cenário, um dado contrasta. Os ETFs de Solana registraram fluxo semanal positivo durante todo o mês de fevereiro, mesmo enquanto os ETFs de Bitcoin e Ethereum somaram saídas líquidas. Na semana encerrada em 20 de fevereiro, os ETFs de SOL receberam US$ 14,31 milhões. Já na semana encerrada em 26 de fevereiro, esse número triplicou para US$ 43,13 milhões, maior entrada semanal do mês. ETFs mantêm fluxo: SoSo Value As entradas líquidas acumuladas nos ETFs de SOL já superam US$ 900 milhões desde o lançamento, com mais de 12 dias consecutivos de fluxo positivo registrados em fevereiro. A procura institucional via ETF é consistente. Esse movimento indica que uma base de preço pode se formar, com oscilações ocasionais sendo esperadas. Porém isso não impediu a queda do ativo. O SOL caiu 17% em fevereiro, mesmo com compras institucionais quase ininterruptas. O volume de vendas em blockchain, inclusive por parte dos investidores menos experientes, supera a demanda vinda dos ETFs. Principais níveis de preço da Solana para março A faixa de US$ 80 concentrou o maior número de negociações durante esta fase de venda, com múltiplos testes, estabelecendo-se como o principal suporte no curto prazo. No entanto, sucessivas tentativas de quebra tendem a enfraquecer esse patamar. Um rompimento claro abaixo de US$ 80 abre caminho para uma continuidade em direção aos US$ 64 e, depois, ao alvo do padrão de cabeça e ombros, próximo de US$ 59. No cenário de recuperação, o ativo só demonstra força se superar US$ 96, seguido por US$ 116, faixa que servia como proteção em janeiro e agora representa o ponto de possível recuperação estrutural. Se US$ 59 for rompido, a próxima zona importante no gráfico de 3 dias está por volta de US$ 41. Um fator pode interromper essa tendência negativa. A atualização Alpenglow, projeto de consenso mais ambicioso do Solana para atingir finalização em menos de um segundo, visa implantação na mainnet no primeiro trimestre de 2026. Se detalhes sobre o desenvolvimento aparecerem em março, o foco do mercado pode migrar de rede de memecoin para infraestrutura de padrão institucional. Análise do preço da Solana: TradingView O comportamento da faixa dos US$ 80 deve definir março. Acima desse patamar, o cenário inclui consolidação instável com movimentos impulsionados pelos ETFs. Se romper, a tendência predominante é de queda para a região dos US$ 59 a US$ 64, caso base do momento. Até que o padrão dos investidores mude, a atividade das DEX se estabilize e a Alpenglow seja entregue, o caminho mais provável segue sendo de baixa. O artigo Previsão de preço da Solana: o que esperar da SOL em março de 2026? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Previsão de preço da Solana: o que esperar da SOL em março de 2026?

A Solana começa março sob forte pressão. A SOL acumula queda superior a 31% em relação ao mês anterior, com fevereiro registrando perda de 17%. Mas a desvalorização do preço do Solana é apenas parte da questão. Por trás do gráfico, o motor econômico que impulsionou a moeda até o fim de 2025, seu ecossistema de memecoins entrou em colapso. E os dados on-chain sobre investidores, movimentações em exchanges e atividade nas DEX confirmam o mesmo cenário: a venda é estrutural, não sazonal.

A dúvida para março não é mais se a Solana pode recuperar valor. Trata-se de saber se algo pode interromper o padrão atual antes que chegue ao seu alvo final.

Padrão de baixa encontra motor quebrado

O gráfico de três dias mostra um padrão de cabeça e ombros confirmado, com a linha de suporte próxima de US$ 107, que foi rompida por volta de 31 de janeiro, conforme análise disponível aqui. O movimento projetado a partir desse rompimento, cerca de 44% abaixo do suporte, estabelece o alvo técnico próximo a US$ 59.

A SOL é negociada atualmente em torno de US$ 87, indicando que o padrão foi apenas parcialmente cumprido. A partir deste ponto, resta aproximadamente 30% de potencial queda caso a projeção se concretize.

Solana entrou em queda no início de fevereiro: TradingView

O que torna este cenário ainda mais significativo é que o rompimento da linha de suporte coincidiu com a derrocada do próprio ecossistema que movimentava a economia on-chain da Solana, o setor de memecoins.

Na semana encerrada em 2 de fevereiro, o volume total das DEX da Solana somava US$ 118,2 bilhões, sendo o Pump.fun responsável por US$ 61,4 bilhões e a Meteora por US$ 20,1 bilhões. Já na semana de 23 de fevereiro, o volume despencou para US$ 44,5 bilhões e queda de 62%, segundo dados exclusivos da Dune analisados pela equipe do BeInCrypto. A Pump.fun caiu para US$ 30,5 bilhões. A Meteora registrou recuo de 83%, chegando apenas a US$ 3,4 bilhões.

Volume das DEX do Solana: Dune

A perda no gráfico e a derrocada das memecoins não são eventos isolados. O padrão começou a se formar enquanto a confiança já estava em queda. Sem seu principal motor de receita, a Solana encara o restante da queda projetada com fundamentos fragilizados.

Histórico e investidores de SOL não oferecem alívio

Historicamente, dados sazonais costumavam fazer esse período parecer mais promissor. Março apresenta um ganho mediano de 22,8% para a Solana, enquanto a média histórica de fevereiro beira 28,9%. No entanto, fevereiro de 2026 trouxe queda de 17% e janeiro teve recuo de 15%, em vez da média positiva de 47%.

Dois meses seguidos de desvalorização já destoam do padrão sazonal. A ideia de um “mês negativo, mês positivo” não se sustenta quando o movimento falha por duas vezes consecutivas, e os fatores destas perdas são estruturais, não cíclicos.

Histórico de preço da Solana: CryptoRank

Os dados sobre investidores reforçam esse cenário. No início de fevereiro, período em que o volume das DEX atingiu US$ 118,2 bilhões, o indicador de variação líquida de posição em exchanges, que mostra os fluxos líquidos, estava fortemente negativo, indicando saídas de tokens das exchanges, um sinal clássico de acumulação. Esse comportamento refletia o otimismo observado on-chain naquele momento.

Em 26 de fevereiro, o cenário mudou totalmente. Os fluxos líquidos positivos em exchanges saltaram para 1.561.859 SOL em base de 30 dias e alta de 40% em relação ao patamar de 1.106.796 registrado três dias antes, em 23 de fevereiro. Com o colapso da economia de memecoins e o recuo dos volumes nas DEX, investidores possivelmente transferiram ativos para as exchanges para venda.

Fluxos de exchanges: Glassnode

Os investidores de longo prazo reforçam essa narrativa. O indicador de variação líquida de posição entre hodlers — uma métrica de acumulação por carteiras de longo prazo, atingiu pico no fim de janeiro (próximo à quebra do padrão) em cerca de 3,47 milhões de SOL em base de 30 dias. Em 26 de fevereiro, o valor despencou para apenas 266.744 SOL, queda de 92% e menor nível do mês.

Investidores comprando menos: Glassnode

Aqueles compradores que normalmente sustentariam uma recuperação estão se afastando, não aumentando posições.

Fluxo de ETF é o único suporte

Apesar desse cenário, um dado contrasta. Os ETFs de Solana registraram fluxo semanal positivo durante todo o mês de fevereiro, mesmo enquanto os ETFs de Bitcoin e Ethereum somaram saídas líquidas. Na semana encerrada em 20 de fevereiro, os ETFs de SOL receberam US$ 14,31 milhões. Já na semana encerrada em 26 de fevereiro, esse número triplicou para US$ 43,13 milhões, maior entrada semanal do mês.

ETFs mantêm fluxo: SoSo Value

As entradas líquidas acumuladas nos ETFs de SOL já superam US$ 900 milhões desde o lançamento, com mais de 12 dias consecutivos de fluxo positivo registrados em fevereiro.

A procura institucional via ETF é consistente. Esse movimento indica que uma base de preço pode se formar, com oscilações ocasionais sendo esperadas. Porém isso não impediu a queda do ativo. O SOL caiu 17% em fevereiro, mesmo com compras institucionais quase ininterruptas. O volume de vendas em blockchain, inclusive por parte dos investidores menos experientes, supera a demanda vinda dos ETFs.

Principais níveis de preço da Solana para março

A faixa de US$ 80 concentrou o maior número de negociações durante esta fase de venda, com múltiplos testes, estabelecendo-se como o principal suporte no curto prazo. No entanto, sucessivas tentativas de quebra tendem a enfraquecer esse patamar. Um rompimento claro abaixo de US$ 80 abre caminho para uma continuidade em direção aos US$ 64 e, depois, ao alvo do padrão de cabeça e ombros, próximo de US$ 59.

No cenário de recuperação, o ativo só demonstra força se superar US$ 96, seguido por US$ 116, faixa que servia como proteção em janeiro e agora representa o ponto de possível recuperação estrutural. Se US$ 59 for rompido, a próxima zona importante no gráfico de 3 dias está por volta de US$ 41.

Um fator pode interromper essa tendência negativa. A atualização Alpenglow, projeto de consenso mais ambicioso do Solana para atingir finalização em menos de um segundo, visa implantação na mainnet no primeiro trimestre de 2026.

Se detalhes sobre o desenvolvimento aparecerem em março, o foco do mercado pode migrar de rede de memecoin para infraestrutura de padrão institucional.

Análise do preço da Solana: TradingView

O comportamento da faixa dos US$ 80 deve definir março. Acima desse patamar, o cenário inclui consolidação instável com movimentos impulsionados pelos ETFs. Se romper, a tendência predominante é de queda para a região dos US$ 59 a US$ 64, caso base do momento. Até que o padrão dos investidores mude, a atividade das DEX se estabilize e a Alpenglow seja entregue, o caminho mais provável segue sendo de baixa.

O artigo Previsão de preço da Solana: o que esperar da SOL em março de 2026? foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
As 3 principais altcoins que podem superar o Bitcoin em março de 2026O mercado inicia março sob expressiva aversão global ao risco após o tombo das gigantes de tecnologia em Wall Street, a imposição das novas tarifas de Trump e o ataque conjunto dos Estados Unidos e Israel contra o Irã. O Bitcoin enfrenta dificuldade para sustentar o suporte psicológico de US$ 60 mil enquanto os fluxos institucionais para ETFs demonstram sinais de esgotamento. O sentimento de “medo extremo” predomina, levando operadores a reavaliar suas posições estratégicas. Esse cenário instável costuma impactar as altcoins com intensidade maior; porém, algumas conseguem manter movimento de alta. Enquanto o mercado aguarda o BTC testar os US$ 58 mil, a rotação para projetos resilientes apresenta uma janela de oportunidade. Março tende a ser um mês de seleção criteriosa, em que o descorrelacionamento será fundamental para superar o desempenho do Bitcoin. Decred (DCR) A Decred exibe uma estrutura em plena fase de expansão após confirmar uma mudança estrutural acima de US$ 24,50. O gráfico indica absorção eficiente de oferta por meio de barridas de liquidez em níveis inferiores, acompanhada de volume crescente. Caso a tendência persista, pode ocorrer uma rotação direta para a zona de oferta localizada em US$ 40,10, onde pode haver uma pausa temporária. Se o suporte atual em US$ 30,05 for mantido, o DCR pode iniciar um rali parabólico impulsionado pela baixa oferta circulante devido ao alto volume de staking. Esse movimento representaria uma expressiva recuperação no valor relativo em relação à paridade com o Bitcoin durante março. Em um cenário de fragilidade, a quebra do suporte estrutural em US$ 30,05 invalidaria a expectativa de continuidade imediata da alta. O preço buscaria proteção em blocos de ordens inferiores, próximos a US$ 23,50 para tentar estabelecer uma nova base de acumulação. Canton (CC) A CC apresenta um padrão Wyckoff em fase de reacumulação, mantendo uma sequência de fundos ascendentes bem definidos. Houve acumulação de liquidações acima e abaixo da cotação atual após o pico de volume nas últimas velas, sinalizando volatilidade acumulada pendente. O volume indica participação institucional consistente, que defende a estrutura diante de possíveis correções pontuais. Se o cenário for favorável, a CC pode mirar o rompimento da resistência local para buscar o topo do canal em US$ 0,1800. Um avanço nas compras agressivas pode impulsionar rápida expansão, rompendo essa barreira rumo ao alvo de alta em US$ 0,2150. O vigor do ecossistema SocialFi segue como principal motor para atrair novo capital ao ativo. Em contrapartida, liquidações massivas de posições compradas acumuladas abaixo do preço abririam espaço para movimento de baixa até o piso do canal em US$ 0,1510. Esse é um suporte fundamental que não pode ser perdido para preservar a atual estrutura de reacumulação. Assine nossas newsletters: Receba todas as informações relevantes do universo Web3 diretamente no seu e-mail. JUST (JST) A JUST segue operando em um canal descendente, demonstrando resiliência diante da fraqueza generalizada do mercado. O fluxo de ordens aponta que compradores estão absorvendo oferta próximo dos níveis de liquidação em US$ 0,0470. A estrutura técnica sugere que operadores defendem fundos locais, preparando terreno para uma rotação em direção à faixa superior do intervalo. A projeção mais provável é a continuidade da alta até o alvo de US$ 0,055 ao longo de março. Se houver manutenção desse ritmo, JST pode superar seu desempenho histórico frente ao Bitcoin em termos de retorno percentual mensal. Com sentimento negativo no mercado, JST pode voltar a testar a zona de liquidez em US$ 0,043. Um fechamento diário abaixo de US$ 0,041 invalidaria a atual estrutura altista, obrigando operadores a buscar suportes mais profundos. A ausência de novos catalisadores on-chain pode esfriar o interesse especulativo, levando a cotação de volta ao intervalo anterior de consolidação. Qual altcoin vai superar o BTC em março? Na análise das três opções, Decred e JUST apresentam as estruturas técnicas mais maduras para iniciar rali de valorização sobre o Bitcoin. Embora CC apresente potencial de crescimento acentuado, sua volatilidade demanda gestão de risco mais rigorosa. A chance dessas alts fornecerem retornos de dois dígitos é alta devido à acumulação de liquidez. A Decred se destaca como a candidata com maior potencial para superar o Bitcoin. A junção de uma estrutura de mercado organizada e metas de liquidação estabelecidas coloca esse ativo como o principal destaque do trimestre. Entretanto, a observação contínua dos níveis de suporte será fundamental para enfrentar esse cenário financeiro em constante transformação. O artigo As 3 principais altcoins que podem superar o Bitcoin em março de 2026 foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

As 3 principais altcoins que podem superar o Bitcoin em março de 2026

O mercado inicia março sob expressiva aversão global ao risco após o tombo das gigantes de tecnologia em Wall Street, a imposição das novas tarifas de Trump e o ataque conjunto dos Estados Unidos e Israel contra o Irã. O Bitcoin enfrenta dificuldade para sustentar o suporte psicológico de US$ 60 mil enquanto os fluxos institucionais para ETFs demonstram sinais de esgotamento. O sentimento de “medo extremo” predomina, levando operadores a reavaliar suas posições estratégicas.

Esse cenário instável costuma impactar as altcoins com intensidade maior; porém, algumas conseguem manter movimento de alta. Enquanto o mercado aguarda o BTC testar os US$ 58 mil, a rotação para projetos resilientes apresenta uma janela de oportunidade. Março tende a ser um mês de seleção criteriosa, em que o descorrelacionamento será fundamental para superar o desempenho do Bitcoin.

Decred (DCR)

A Decred exibe uma estrutura em plena fase de expansão após confirmar uma mudança estrutural acima de US$ 24,50. O gráfico indica absorção eficiente de oferta por meio de barridas de liquidez em níveis inferiores, acompanhada de volume crescente.

Caso a tendência persista, pode ocorrer uma rotação direta para a zona de oferta localizada em US$ 40,10, onde pode haver uma pausa temporária.

Se o suporte atual em US$ 30,05 for mantido, o DCR pode iniciar um rali parabólico impulsionado pela baixa oferta circulante devido ao alto volume de staking. Esse movimento representaria uma expressiva recuperação no valor relativo em relação à paridade com o Bitcoin durante março.

Em um cenário de fragilidade, a quebra do suporte estrutural em US$ 30,05 invalidaria a expectativa de continuidade imediata da alta. O preço buscaria proteção em blocos de ordens inferiores, próximos a US$ 23,50 para tentar estabelecer uma nova base de acumulação.

Canton (CC)

A CC apresenta um padrão Wyckoff em fase de reacumulação, mantendo uma sequência de fundos ascendentes bem definidos. Houve acumulação de liquidações acima e abaixo da cotação atual após o pico de volume nas últimas velas, sinalizando volatilidade acumulada pendente.

O volume indica participação institucional consistente, que defende a estrutura diante de possíveis correções pontuais.

Se o cenário for favorável, a CC pode mirar o rompimento da resistência local para buscar o topo do canal em US$ 0,1800.

Um avanço nas compras agressivas pode impulsionar rápida expansão, rompendo essa barreira rumo ao alvo de alta em US$ 0,2150. O vigor do ecossistema SocialFi segue como principal motor para atrair novo capital ao ativo.

Em contrapartida, liquidações massivas de posições compradas acumuladas abaixo do preço abririam espaço para movimento de baixa até o piso do canal em US$ 0,1510. Esse é um suporte fundamental que não pode ser perdido para preservar a atual estrutura de reacumulação.

Assine nossas newsletters: Receba todas as informações relevantes do universo Web3 diretamente no seu e-mail.

JUST (JST)

A JUST segue operando em um canal descendente, demonstrando resiliência diante da fraqueza generalizada do mercado. O fluxo de ordens aponta que compradores estão absorvendo oferta próximo dos níveis de liquidação em US$ 0,0470.

A estrutura técnica sugere que operadores defendem fundos locais, preparando terreno para uma rotação em direção à faixa superior do intervalo.

A projeção mais provável é a continuidade da alta até o alvo de US$ 0,055 ao longo de março. Se houver manutenção desse ritmo, JST pode superar seu desempenho histórico frente ao Bitcoin em termos de retorno percentual mensal.

Com sentimento negativo no mercado, JST pode voltar a testar a zona de liquidez em US$ 0,043. Um fechamento diário abaixo de US$ 0,041 invalidaria a atual estrutura altista, obrigando operadores a buscar suportes mais profundos.

A ausência de novos catalisadores on-chain pode esfriar o interesse especulativo, levando a cotação de volta ao intervalo anterior de consolidação.

Qual altcoin vai superar o BTC em março?

Na análise das três opções, Decred e JUST apresentam as estruturas técnicas mais maduras para iniciar rali de valorização sobre o Bitcoin.

Embora CC apresente potencial de crescimento acentuado, sua volatilidade demanda gestão de risco mais rigorosa. A chance dessas alts fornecerem retornos de dois dígitos é alta devido à acumulação de liquidez.

A Decred se destaca como a candidata com maior potencial para superar o Bitcoin. A junção de uma estrutura de mercado organizada e metas de liquidação estabelecidas coloca esse ativo como o principal destaque do trimestre. Entretanto, a observação contínua dos níveis de suporte será fundamental para enfrentar esse cenário financeiro em constante transformação.

O artigo As 3 principais altcoins que podem superar o Bitcoin em março de 2026 foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Bitcoin cai após EUA e Israel lançarem ataque militar contra o IrãIsrael e Estados Unidos realizaram um ataque conjunto ao Irã na madrugada de sábado, aumentando expressivamente as tensões regionais. O Bitcoin reagiu de forma imediata à notícia, recuando para US$ 63 mil e ampliando as perdas diárias para quase 7%. O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, classificou a operação como uma “ação preventiva”. O governo israelense decretou estado de emergência nacional, alertando para possíveis retaliações iranianas com o uso de drones e mísseis balísticos. Guerra entre EUA e Irã começa oficialmente Segundo a CNN, o ataque foi coordenado entre Washington e Jerusalém. Autoridades disseram que a ação teve como objetivo neutralizar o que descreveram como uma ameaça imediata. Explosions seen across Tehran pic.twitter.com/opPdIo5vrw — Faytuks Network (@FaytuksNetwork) February 28, 2026 Detalhes sobre os alvos específicos ainda não foram totalmente divulgados. A ação ocorre após semanas de intensificação das tensões entre os Estados Unidos e o Irã. Ontem, Washington classificou o Irã como Estado Patrocinador de Detenção Indevida, acusando Teerã de manter americanos em cárcere para obter vantagens políticas. Ao mesmo tempo, os Estados Unidos reforçaram sua presença militar em Israel, enviando aviões de combate avançados e outros recursos para a região. Bitcoin sofre queda e apaga ganhos da semana O Bitcoin registrou queda acentuada após a divulgação do ataque. A moeda caiu mais de 6% em 24 horas, atingindo cerca de US$ 63.300. A desvalorização eliminou tentativas recentes de recuperação e ampliou o cenário de fraqueza observado ao longo do último mês. Negociadores têm reduzido sua exposição ao risco diante do temor de um conflito regional maior. Gráfico diário de preço do Bitcoin. Fonte: Coingecko Se o Irã retaliar diretamente ativos de Israel ou dos Estados Unidos, o cenário pode evoluir rapidamente. Os mercados de energia também estão em alerta devido à posição estratégica do Irã nas rotas globais de petróleo. O artigo Bitcoin cai após EUA e Israel lançarem ataque militar contra o Irã foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Bitcoin cai após EUA e Israel lançarem ataque militar contra o Irã

Israel e Estados Unidos realizaram um ataque conjunto ao Irã na madrugada de sábado, aumentando expressivamente as tensões regionais. O Bitcoin reagiu de forma imediata à notícia, recuando para US$ 63 mil e ampliando as perdas diárias para quase 7%.

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, classificou a operação como uma “ação preventiva”. O governo israelense decretou estado de emergência nacional, alertando para possíveis retaliações iranianas com o uso de drones e mísseis balísticos.

Guerra entre EUA e Irã começa oficialmente

Segundo a CNN, o ataque foi coordenado entre Washington e Jerusalém. Autoridades disseram que a ação teve como objetivo neutralizar o que descreveram como uma ameaça imediata.

Explosions seen across Tehran pic.twitter.com/opPdIo5vrw

— Faytuks Network (@FaytuksNetwork) February 28, 2026

Detalhes sobre os alvos específicos ainda não foram totalmente divulgados. A ação ocorre após semanas de intensificação das tensões entre os Estados Unidos e o Irã. Ontem, Washington classificou o Irã como Estado Patrocinador de Detenção Indevida, acusando Teerã de manter americanos em cárcere para obter vantagens políticas.

Ao mesmo tempo, os Estados Unidos reforçaram sua presença militar em Israel, enviando aviões de combate avançados e outros recursos para a região.

Bitcoin sofre queda e apaga ganhos da semana

O Bitcoin registrou queda acentuada após a divulgação do ataque. A moeda caiu mais de 6% em 24 horas, atingindo cerca de US$ 63.300.

A desvalorização eliminou tentativas recentes de recuperação e ampliou o cenário de fraqueza observado ao longo do último mês. Negociadores têm reduzido sua exposição ao risco diante do temor de um conflito regional maior.

Gráfico diário de preço do Bitcoin. Fonte: Coingecko

Se o Irã retaliar diretamente ativos de Israel ou dos Estados Unidos, o cenário pode evoluir rapidamente. Os mercados de energia também estão em alerta devido à posição estratégica do Irã nas rotas globais de petróleo.

O artigo Bitcoin cai após EUA e Israel lançarem ataque militar contra o Irã foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Trump prestes a assumir Cuba, tensão de guerra com o Irã aumenta e Bitcoin cai novamenteO Bitcoin registrou forte queda hoje (27), diante da intensificação das tensões geopolíticas, recuando para cerca de US$ 65.200 após vários dias de tentativas de recuperação em direção aos US$ 70 mil. O recuo ocorreu depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu a possibilidade de uma “aquisição amigável” de Cuba, enquanto Washington reforçava sua postura militar em Israel. Essas notícias trouxeram incertezas aos mercados globais. O setor de cripto, que mostrava sinais de estabilização, respondeu rapidamente. BREAKING: Donald Trump suggested a possible “friendly takeover of Cuba” as the White House looks to leverage the island’s energy crisis to exert greater influence. pic.twitter.com/xDHEDsvF5U — BeInCrypto (@beincrypto) February 27, 2026 Trump sobre Cuba: “Talvez façamos uma aquisição amigável” Em declaração nesta terça-feira (24), Trump afirmou que o governo cubano está “com grandes problemas” e “conversando conosco”, acrescentando que os Estados Unidos poderiam adotar uma “aquisição amigável”. O ex-presidente descreveu Cuba como financeiramente vulnerável e aberta a negociações. A fala ocorre após semanas de pressão crescente. Desde janeiro de 2025, ao retornar ao cargo, Trump restabeleceu e ampliou políticas de máxima pressão contra Havana. No fim de janeiro de 2026, Trump assinou uma ordem executiva declarando estado de emergência nacional em relação a Cuba e ameaçando tarifar qualquer país que forneça petróleo à ilha. A medida representou, efetivamente, um bloqueio ao fornecimento de petróleo. Cuba depende fortemente de combustível venezuelano e mexicano. Com a interrupção dos envios devido à pressão dos Estados Unidos, a ilha enfrentou apagões, escassez de combustível em aeroportos e agravamento da crise econômica. The NY Times admits that the US military has imposed a naval blockade on Cuba. This is an act of war. The Trump admin is illegally seizing any oil tanker that tries to provide fuel to Cuba. This is a barbaric medieval siege aimed at starving millions of Cubans into submission. pic.twitter.com/dHQnYLdYVI — Ben Norton (@BenjaminNorton) February 22, 2026 Como a crise de Cuba se agravou As tensões se acirraram nesta semana após um incidente marítimo fatal. Militares cubanos interceptaram uma lancha de bandeira americana próxima ao limite de suas águas territoriais. Quatro pessoas morreram na ação. Havana classificou o grupo como infiltrados armados. Washington negou envolvimento, mas abriu investigações. Enquanto isso, a gestão Trump autorizou, por um breve período, que fluxos humanitários limitados de petróleo chegassem à ilha por meio de canais privados. Entretanto, as pressões econômicas em geral seguem mantidas. Nesse contexto, a expressão “aquisição amigável” ganha relevância. Ela indica, provavelmente, a possibilidade de uma transição política negociada sob influência dos Estados Unidos, não uma intervenção militar. Mesmo assim, a escolha das palavras é delicada. Cuba construiu sua identidade resistindo à influência norte-americana por mais de seis décadas. Trump on Cuba: "Cuba is, right now, a failed nation… We're talking to Cuba right now. I have Secretary Rubio talking to Cuba right now, and they should absolutely make a deal because it's really a humanitarian threat"pic.twitter.com/0o1D6mv5ZJ — BeInCrypto (@beincrypto) February 17, 2026 Reforço militar dos Estados Unidos em Israel Paralelamente, os Estados Unidos reforçaram a presença militar em Israel, em meio ao aumento das tensões com o Irã. Jatos de combate avançados e outros recursos foram mobilizados para a região. O Departamento de Estado também autorizou a retirada de parte do corpo diplomático considerado não essencial. 🚨🇮🇱🇺🇸 11 of these beasts landed in Israel, U.S. F-22 Raptor jets This is significant It's the first time in history the U.S. deploys fighter jets to Israeli soil for an operational, combat-oriented mission rather than joint exercises or trainingpic.twitter.com/FIPwAgkWo7 — Mario Nawfal (@MarioNawfal) February 24, 2026 Apesar de autoridades descreverem a estratégia como medida de dissuasão, o mercado interpreta como aumento do risco geopolítico. Oriente Médio e Caribe encontram-se agora sob campanhas simultâneas de pressão dos Estados Unidos. Bitcoin reage a risco global O Bitcoin vinha tentando recuperar os US$ 70 mil nas últimas sessões. No entanto, a moeda inverteu o movimento, caindo mais de 3% em 24 horas. A queda indica que operadores estão reduzindo exposição ao risco. O setor de cripto geralmente responde à incerteza macroeconômica em duas etapas. Primeiro, ocorre restrição de liquidez e queda de preços. Posteriormente, caso a instabilidade persista, parte dos investidores migrará para o Bitcoin como proteção. Bitcoin volta a cair em meio a preocupações geopolíticas. Fonte: CoinGecko Por ora, o mercado sinaliza estar na primeira etapa deste movimento. Com a ampliação das tensões em diferentes frentes, a volatilidade tende a se manter elevada. O próximo movimento do Bitcoin dependerá de uma possível distensão diplomática ou da continuidade do clima de instabilidade. O artigo Trump prestes a assumir Cuba, tensão de guerra com o Irã aumenta e Bitcoin cai novamente foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Trump prestes a assumir Cuba, tensão de guerra com o Irã aumenta e Bitcoin cai novamente

O Bitcoin registrou forte queda hoje (27), diante da intensificação das tensões geopolíticas, recuando para cerca de US$ 65.200 após vários dias de tentativas de recuperação em direção aos US$ 70 mil. O recuo ocorreu depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu a possibilidade de uma “aquisição amigável” de Cuba, enquanto Washington reforçava sua postura militar em Israel.

Essas notícias trouxeram incertezas aos mercados globais. O setor de cripto, que mostrava sinais de estabilização, respondeu rapidamente.

BREAKING: Donald Trump suggested a possible “friendly takeover of Cuba” as the White House looks to leverage the island’s energy crisis to exert greater influence. pic.twitter.com/xDHEDsvF5U

— BeInCrypto (@beincrypto) February 27, 2026

Trump sobre Cuba: “Talvez façamos uma aquisição amigável”

Em declaração nesta terça-feira (24), Trump afirmou que o governo cubano está “com grandes problemas” e “conversando conosco”, acrescentando que os Estados Unidos poderiam adotar uma “aquisição amigável”. O ex-presidente descreveu Cuba como financeiramente vulnerável e aberta a negociações.

A fala ocorre após semanas de pressão crescente. Desde janeiro de 2025, ao retornar ao cargo, Trump restabeleceu e ampliou políticas de máxima pressão contra Havana.

No fim de janeiro de 2026, Trump assinou uma ordem executiva declarando estado de emergência nacional em relação a Cuba e ameaçando tarifar qualquer país que forneça petróleo à ilha.

A medida representou, efetivamente, um bloqueio ao fornecimento de petróleo. Cuba depende fortemente de combustível venezuelano e mexicano. Com a interrupção dos envios devido à pressão dos Estados Unidos, a ilha enfrentou apagões, escassez de combustível em aeroportos e agravamento da crise econômica.

The NY Times admits that the US military has imposed a naval blockade on Cuba.

This is an act of war. The Trump admin is illegally seizing any oil tanker that tries to provide fuel to Cuba.

This is a barbaric medieval siege aimed at starving millions of Cubans into submission. pic.twitter.com/dHQnYLdYVI

— Ben Norton (@BenjaminNorton) February 22, 2026

Como a crise de Cuba se agravou

As tensões se acirraram nesta semana após um incidente marítimo fatal. Militares cubanos interceptaram uma lancha de bandeira americana próxima ao limite de suas águas territoriais. Quatro pessoas morreram na ação.

Havana classificou o grupo como infiltrados armados. Washington negou envolvimento, mas abriu investigações.

Enquanto isso, a gestão Trump autorizou, por um breve período, que fluxos humanitários limitados de petróleo chegassem à ilha por meio de canais privados.

Entretanto, as pressões econômicas em geral seguem mantidas.

Nesse contexto, a expressão “aquisição amigável” ganha relevância. Ela indica, provavelmente, a possibilidade de uma transição política negociada sob influência dos Estados Unidos, não uma intervenção militar.

Mesmo assim, a escolha das palavras é delicada. Cuba construiu sua identidade resistindo à influência norte-americana por mais de seis décadas.

Trump on Cuba: "Cuba is, right now, a failed nation… We're talking to Cuba right now. I have Secretary Rubio talking to Cuba right now, and they should absolutely make a deal because it's really a humanitarian threat"pic.twitter.com/0o1D6mv5ZJ

— BeInCrypto (@beincrypto) February 17, 2026

Reforço militar dos Estados Unidos em Israel

Paralelamente, os Estados Unidos reforçaram a presença militar em Israel, em meio ao aumento das tensões com o Irã.

Jatos de combate avançados e outros recursos foram mobilizados para a região. O Departamento de Estado também autorizou a retirada de parte do corpo diplomático considerado não essencial.

🚨🇮🇱🇺🇸 11 of these beasts landed in Israel, U.S. F-22 Raptor jets

This is significant

It's the first time in history the U.S. deploys fighter jets to Israeli soil for an operational, combat-oriented mission rather than joint exercises or trainingpic.twitter.com/FIPwAgkWo7

— Mario Nawfal (@MarioNawfal) February 24, 2026

Apesar de autoridades descreverem a estratégia como medida de dissuasão, o mercado interpreta como aumento do risco geopolítico. Oriente Médio e Caribe encontram-se agora sob campanhas simultâneas de pressão dos Estados Unidos.

Bitcoin reage a risco global

O Bitcoin vinha tentando recuperar os US$ 70 mil nas últimas sessões. No entanto, a moeda inverteu o movimento, caindo mais de 3% em 24 horas. A queda indica que operadores estão reduzindo exposição ao risco.

O setor de cripto geralmente responde à incerteza macroeconômica em duas etapas. Primeiro, ocorre restrição de liquidez e queda de preços. Posteriormente, caso a instabilidade persista, parte dos investidores migrará para o Bitcoin como proteção.

Bitcoin volta a cair em meio a preocupações geopolíticas. Fonte: CoinGecko

Por ora, o mercado sinaliza estar na primeira etapa deste movimento.

Com a ampliação das tensões em diferentes frentes, a volatilidade tende a se manter elevada. O próximo movimento do Bitcoin dependerá de uma possível distensão diplomática ou da continuidade do clima de instabilidade.

O artigo Trump prestes a assumir Cuba, tensão de guerra com o Irã aumenta e Bitcoin cai novamente foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
OpenAI busca maior IPO da história dos EUA impulsionada por Nvidia e AmazonA OpenAI confirmou nesta quinta-feira uma avaliação de US$ 110 bilhões, aumentando as expectativas de que poderá realizar a maior oferta pública inicial (IPO) da história do setor de tecnologia dos Estados Unidos caso avance com a abertura de capital. A empresa ainda não protocolou pedido de IPO. No entanto, a avaliação anunciada hoje (27) coloca a OpenAI acima de diversas estreias marcantes do Vale do Silício e indica expressivo apoio de grandes investidores do setor. Helping AI reach more people requires deep collaboration across the ecosystem. Today we’re announcing new investment, with support from @SoftBank, @NVIDIA, and @Amazon, to scale the infrastructure needed to bring AI to everyone.https://t.co/xW0ItgMTLe — OpenAI (@OpenAI) February 27, 2026 Quais big tech estão apostando tudo na OpenAI? A OpenAI captou bilhões de dólares em investimentos privados nos últimos anos. Sua principal investidora segue sendo a Microsoft, que destinou aportes plurianuais totalizando cerca de US$ 13 bilhões por meio de participações e parcerias em nuvem. A nova rodada inclui US$ 30 bilhões da SoftBank, US$ 30 bilhões da NVIDIA e US$ 50 bilhões da Amazon. Outros investidores financeiros devem se juntar ao longo da captação. Entre outros grandes nomes estão Thrive Capital, Khosla Ventures, Sequoia Capital e a Andreessen Horowitz. Essas firmas participaram de rodadas anteriores enquanto a OpenAI expandia a ChatGPT e suas operações em infraestrutura de IA empresarial. OpenAI pode ser o maior IPO da história dos Estados Unidos Se a OpenAI prosseguir com esse valor de mercado, estará entre as maiores IPOs do setor de tecnologia dos Estados Unidos já realizadas. O porte desse investimento supera a maioria das avaliações históricas de IPO. Maiores avaliações de IPO da história Para efeito de comparação, a Meta Platforms (Facebook) abriu capital em 2012 avaliada em cerca de US$ 104 bilhões. A Snowflake estreou em 2020 avaliada em aproximadamente US$ 70 bilhões. O Alibaba Group foi listado por volta de US$ 168 bilhões em 2014. No cenário global, a Saudi Aramco mantém o recorde de maior IPO, com US$ 1,7 trilhão. Com avaliação de US$ 730 bilhões, a OpenAI se encontra em outro patamar. Caso vá para o mercado, provavelmente se consolidará como a maior IPO de empresa de tecnologia dos Estados Unidos, refletindo a dimensão do interesse de investidores no avanço da IA. A OpenAI ainda não informou data estimada para a oferta ou faixa de preço das ações. Esses detalhes só serão divulgados em um registro formal de IPO. O artigo OpenAI busca maior IPO da história dos EUA impulsionada por Nvidia e Amazon foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

OpenAI busca maior IPO da história dos EUA impulsionada por Nvidia e Amazon

A OpenAI confirmou nesta quinta-feira uma avaliação de US$ 110 bilhões, aumentando as expectativas de que poderá realizar a maior oferta pública inicial (IPO) da história do setor de tecnologia dos Estados Unidos caso avance com a abertura de capital.

A empresa ainda não protocolou pedido de IPO. No entanto, a avaliação anunciada hoje (27) coloca a OpenAI acima de diversas estreias marcantes do Vale do Silício e indica expressivo apoio de grandes investidores do setor.

Helping AI reach more people requires deep collaboration across the ecosystem.

Today we’re announcing new investment, with support from @SoftBank, @NVIDIA, and @Amazon, to scale the infrastructure needed to bring AI to everyone.https://t.co/xW0ItgMTLe

— OpenAI (@OpenAI) February 27, 2026

Quais big tech estão apostando tudo na OpenAI?

A OpenAI captou bilhões de dólares em investimentos privados nos últimos anos. Sua principal investidora segue sendo a Microsoft, que destinou aportes plurianuais totalizando cerca de US$ 13 bilhões por meio de participações e parcerias em nuvem.

A nova rodada inclui US$ 30 bilhões da SoftBank, US$ 30 bilhões da NVIDIA e US$ 50 bilhões da Amazon. Outros investidores financeiros devem se juntar ao longo da captação.

Entre outros grandes nomes estão Thrive Capital, Khosla Ventures, Sequoia Capital e a Andreessen Horowitz. Essas firmas participaram de rodadas anteriores enquanto a OpenAI expandia a ChatGPT e suas operações em infraestrutura de IA empresarial.

OpenAI pode ser o maior IPO da história dos Estados Unidos

Se a OpenAI prosseguir com esse valor de mercado, estará entre as maiores IPOs do setor de tecnologia dos Estados Unidos já realizadas. O porte desse investimento supera a maioria das avaliações históricas de IPO.

Maiores avaliações de IPO da história

Para efeito de comparação, a Meta Platforms (Facebook) abriu capital em 2012 avaliada em cerca de US$ 104 bilhões. A Snowflake estreou em 2020 avaliada em aproximadamente US$ 70 bilhões. O Alibaba Group foi listado por volta de US$ 168 bilhões em 2014.

No cenário global, a Saudi Aramco mantém o recorde de maior IPO, com US$ 1,7 trilhão.

Com avaliação de US$ 730 bilhões, a OpenAI se encontra em outro patamar.

Caso vá para o mercado, provavelmente se consolidará como a maior IPO de empresa de tecnologia dos Estados Unidos, refletindo a dimensão do interesse de investidores no avanço da IA.

A OpenAI ainda não informou data estimada para a oferta ou faixa de preço das ações. Esses detalhes só serão divulgados em um registro formal de IPO.

O artigo OpenAI busca maior IPO da história dos EUA impulsionada por Nvidia e Amazon foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Esqueça as memecoins, este token de GameFi subiu 370% em uma semanaAs memecoins chamaram a atenção no início de 2026, quando o setor avançou 23% em uma única semana, adicionando 8 bilhões de dólares e elevando o valor de mercado para US$ 47,7 bilhões. A PEPE liderou com um salto semanal de 65%, a DOGE subiu 20% e a SHIB acompanhou com quase 20%. Contudo, enquanto as memecoins perderam força, o foco do mercado mudou, e os tokens GameFi vêm sendo um dos setores mais consistentes há dois meses consecutivos. O Axie Infinity registra alta de 72% no acumulado do ano. Outro destaque é a Power Protocol (POWER), um token GameFi que avançou quase 100% nas últimas 24 horas, ultrapassando US$ 2,00, com ganhos de 370% em uma semana. Apesar de um leve recuo recente, a maior parte desses retornos ainda permanece. Movimentos tão intensos em um cenário de mercado estável exigem análise aprofundada. Por que a Power Protocol (POWER) está em alta? A Power Protocol é uma layer de infraestrutura blockchain que integra economias fragmentadas de jogos Web3 sob um único token. Seu principal produto, Fableborne, RPG de ação mobile desenvolvido pela britânica Pixion Games, já atraiu mais de 400 mil jogadores em fase beta, atingiu 108 mil usuários ativos diários e arrecadou US$ 21,5 milhões em vendas antecipadas de NFTs antes mesmo do lançamento do token. O incentivo imediato ocorreu em 24 de fevereiro, quando a BITKRAFT Ventures, uma VC especializada em jogos, anunciou um aporte de US$ 3 milhões, elevando o volume total investido no ecossistema para US$ 15,5 milhões. We’ve invested $3M in the @PowerPrtcl, backing the infrastructure layer behind @PixionGames’ flagship title Fableborne — bringing their total ecosystem funding to $15.5M. 🧵👇 pic.twitter.com/FyFgwDj9EY — BITKRAFT Ventures (@BITKRAFTVC) February 24, 2026 Desde o anúncio pela BITKRAFT, esse token GameFi disparou mais de 610% até o pico de 26 de fevereiro. Para contextualizar, a POWER foi lançado em 5 de dezembro de 2025 a US$ 0,08, o que leva os ganhos totais ultrapassarem 2.000%. No entanto, os dados técnicos indicam um alerta importante. Divergência de baixa, venda por baleias e US$ 15 milhões em liquidações de shorts No gráfico de 4 horas, a fase de consolidação da POWER lembra uma bandeira de alta, padrão geralmente visto como sinal de continuação ascendente. Porém, entre 25 e 27 de fevereiro, o preço formou topo mais alto enquanto o Índice de Força Relativa (RSI), medidor de momento, apresentou topo mais baixo. Esse é um exemplo clássico de divergência baixista. Na dinâmica entre compradores e vendedores, menos investidores mostram apetite para atuar nesses valores, ainda que os preços avancem. Mesmo em intervalos menores, divergências como essa costumam antecipar correções expressivas. Estrutura de Preço da Power Protocol: TradingView Dados on-chain acentuam a preocupação. Grandes investidores com participações entre 1 milhão e 10 milhões de POWER vêm vendendo de forma agressiva desde 14 de fevereiro. Suas reservas caíram de cerca de 14,66 milhões para apenas 7,2 milhões, uma redução próxima de 50%. Grandes investidores menores vendem: Santiment Além disso, dados de fluxo líquido nas exchanges mostram a pressão compradora diminuindo rapidamente — saídas caíram de 2,74 milhões de tokens em 24 de fevereiro para apenas 14.800 atualmente, queda superior a 99%. Se o valor disparou sem entrada de novos investidores, o que realmente impulsionou esse movimento? Fluxos mais fracos: Santiment Os dados de liquidação trazem a resposta. Nas últimas 24 horas, liquidações de posições vendidas somaram US$ 15,62 milhões, contra apenas US$ 2,77 milhões em posições compradas — proporção de quase 6 para 1. Short squeeze impulsiona este token GameFi: Coinglass Esse rali do token GameFi foi significativamente ampliado pela liquidação em cascata de posições vendidas, provavelmente motivada por uma mudança de sentimento após o investimento da BITKRAFT, e não por forte demanda orgânica no mercado à vista. Este token de GameFi ainda pode se recuperar? Desde o pico acima de US$ 2,15 em 27 de fevereiro, a POWER já recuou cerca de 20%. A divergência segue em curso, mas um detalhe fundamental mantém a perspectiva positiva. A queda foi acompanhada por volumes vermelhos consideravelmente baixos, indicando pouca convicção vendedora. Em vez de uma grande distribuição, o movimento de baixa parece ter sido causado, em parte, pelo fechamento de posições longas — não por uma onda de investidores se desfazendo de suas participações. Quando os preços caem em baixo volume, geralmente isso sugere o esgotamento da pressão de venda, e não o início de uma capitulação mais intensa. Volume de Venda Fraco: TradingView Mais relevante, um grupo distinto de grandes baleias, aquelas com entre 10 milhões e 100 milhões de POWER, tem atuado como compradoras líquidas ao longo da recente valorização. O montante detido por essas carteiras cresceu de 346,28 milhões de tokens no início de fevereiro para 402,92 milhões atualmente. Esse movimento de acumulação pelos maiores investidores tem criado um suporte estrutural, que a saída de menores não conseguiu romper. Grandes Baleias Seguem Comprando: Santiment Com base nos níveis de extensão de Fibonacci, este token de GameFi precisa fechar o dia acima de US$ 2,09 para retomar o ímpeto positivo. Caso isso aconteça, as próximas resistências técnicas estão em US$ 2,88 e, se a narrativa do setor seguir forte, em US$ 3,66. Um fechamento diário abaixo de US$ 1,61 enfraquece consideravelmente o cenário, enquanto a perda do nível de US$ 1,08 pode anular toda a estrutura otimista. Análise de Preço da POWER: TradingView A Power Protocol está no ponto de encontro entre uma retomada genuína do GameFi, forte apoio de fundos de investimento e dinâmica de mercado altamente alavancada. O rumo dos próximos movimentos depende de como a rotação das altcoins vai se desenrolar — e se as maiores carteiras vão manter suas posições. O artigo Esqueça as memecoins, este token de GameFi subiu 370% em uma semana foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Esqueça as memecoins, este token de GameFi subiu 370% em uma semana

As memecoins chamaram a atenção no início de 2026, quando o setor avançou 23% em uma única semana, adicionando 8 bilhões de dólares e elevando o valor de mercado para US$ 47,7 bilhões. A PEPE liderou com um salto semanal de 65%, a DOGE subiu 20% e a SHIB acompanhou com quase 20%. Contudo, enquanto as memecoins perderam força, o foco do mercado mudou, e os tokens GameFi vêm sendo um dos setores mais consistentes há dois meses consecutivos.

O Axie Infinity registra alta de 72% no acumulado do ano. Outro destaque é a Power Protocol (POWER), um token GameFi que avançou quase 100% nas últimas 24 horas, ultrapassando US$ 2,00, com ganhos de 370% em uma semana. Apesar de um leve recuo recente, a maior parte desses retornos ainda permanece. Movimentos tão intensos em um cenário de mercado estável exigem análise aprofundada.

Por que a Power Protocol (POWER) está em alta?

A Power Protocol é uma layer de infraestrutura blockchain que integra economias fragmentadas de jogos Web3 sob um único token. Seu principal produto, Fableborne, RPG de ação mobile desenvolvido pela britânica Pixion Games, já atraiu mais de 400 mil jogadores em fase beta, atingiu 108 mil usuários ativos diários e arrecadou US$ 21,5 milhões em vendas antecipadas de NFTs antes mesmo do lançamento do token.

O incentivo imediato ocorreu em 24 de fevereiro, quando a BITKRAFT Ventures, uma VC especializada em jogos, anunciou um aporte de US$ 3 milhões, elevando o volume total investido no ecossistema para US$ 15,5 milhões.

We’ve invested $3M in the @PowerPrtcl, backing the infrastructure layer behind @PixionGames’ flagship title Fableborne — bringing their total ecosystem funding to $15.5M. 🧵👇 pic.twitter.com/FyFgwDj9EY

— BITKRAFT Ventures (@BITKRAFTVC) February 24, 2026

Desde o anúncio pela BITKRAFT, esse token GameFi disparou mais de 610% até o pico de 26 de fevereiro. Para contextualizar, a POWER foi lançado em 5 de dezembro de 2025 a US$ 0,08, o que leva os ganhos totais ultrapassarem 2.000%.

No entanto, os dados técnicos indicam um alerta importante.

Divergência de baixa, venda por baleias e US$ 15 milhões em liquidações de shorts

No gráfico de 4 horas, a fase de consolidação da POWER lembra uma bandeira de alta, padrão geralmente visto como sinal de continuação ascendente. Porém, entre 25 e 27 de fevereiro, o preço formou topo mais alto enquanto o Índice de Força Relativa (RSI), medidor de momento, apresentou topo mais baixo.

Esse é um exemplo clássico de divergência baixista. Na dinâmica entre compradores e vendedores, menos investidores mostram apetite para atuar nesses valores, ainda que os preços avancem. Mesmo em intervalos menores, divergências como essa costumam antecipar correções expressivas.

Estrutura de Preço da Power Protocol: TradingView

Dados on-chain acentuam a preocupação. Grandes investidores com participações entre 1 milhão e 10 milhões de POWER vêm vendendo de forma agressiva desde 14 de fevereiro. Suas reservas caíram de cerca de 14,66 milhões para apenas 7,2 milhões, uma redução próxima de 50%.

Grandes investidores menores vendem: Santiment

Além disso, dados de fluxo líquido nas exchanges mostram a pressão compradora diminuindo rapidamente — saídas caíram de 2,74 milhões de tokens em 24 de fevereiro para apenas 14.800 atualmente, queda superior a 99%. Se o valor disparou sem entrada de novos investidores, o que realmente impulsionou esse movimento?

Fluxos mais fracos: Santiment

Os dados de liquidação trazem a resposta. Nas últimas 24 horas, liquidações de posições vendidas somaram US$ 15,62 milhões, contra apenas US$ 2,77 milhões em posições compradas — proporção de quase 6 para 1.

Short squeeze impulsiona este token GameFi: Coinglass

Esse rali do token GameFi foi significativamente ampliado pela liquidação em cascata de posições vendidas, provavelmente motivada por uma mudança de sentimento após o investimento da BITKRAFT, e não por forte demanda orgânica no mercado à vista.

Este token de GameFi ainda pode se recuperar?

Desde o pico acima de US$ 2,15 em 27 de fevereiro, a POWER já recuou cerca de 20%. A divergência segue em curso, mas um detalhe fundamental mantém a perspectiva positiva.

A queda foi acompanhada por volumes vermelhos consideravelmente baixos, indicando pouca convicção vendedora. Em vez de uma grande distribuição, o movimento de baixa parece ter sido causado, em parte, pelo fechamento de posições longas — não por uma onda de investidores se desfazendo de suas participações. Quando os preços caem em baixo volume, geralmente isso sugere o esgotamento da pressão de venda, e não o início de uma capitulação mais intensa.

Volume de Venda Fraco: TradingView

Mais relevante, um grupo distinto de grandes baleias, aquelas com entre 10 milhões e 100 milhões de POWER, tem atuado como compradoras líquidas ao longo da recente valorização. O montante detido por essas carteiras cresceu de 346,28 milhões de tokens no início de fevereiro para 402,92 milhões atualmente. Esse movimento de acumulação pelos maiores investidores tem criado um suporte estrutural, que a saída de menores não conseguiu romper.

Grandes Baleias Seguem Comprando: Santiment

Com base nos níveis de extensão de Fibonacci, este token de GameFi precisa fechar o dia acima de US$ 2,09 para retomar o ímpeto positivo. Caso isso aconteça, as próximas resistências técnicas estão em US$ 2,88 e, se a narrativa do setor seguir forte, em US$ 3,66. Um fechamento diário abaixo de US$ 1,61 enfraquece consideravelmente o cenário, enquanto a perda do nível de US$ 1,08 pode anular toda a estrutura otimista.

Análise de Preço da POWER: TradingView

A Power Protocol está no ponto de encontro entre uma retomada genuína do GameFi, forte apoio de fundos de investimento e dinâmica de mercado altamente alavancada.

O rumo dos próximos movimentos depende de como a rotação das altcoins vai se desenrolar — e se as maiores carteiras vão manter suas posições.

O artigo Esqueça as memecoins, este token de GameFi subiu 370% em uma semana foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
Ethereum pode subir? Mesmo com alerta, US$ 1 bilhão aposta na altaO preço do Ethereum caiu cerca de 1,4% nas últimas 24 horas, ampliando sua fraqueza recente. À primeira vista, esse movimento parece uma correção comum dentro de uma fase de consolidação. Contudo, essa queda não foi aleatória. Ela ocorreu logo após um sinal de alerta aparecer no gráfico diário, indicando que a recuperação recente pode já estar perdendo força. O que torna esse momento diferente é a reação dos operadores. Ao invés de reduzir riscos, as posições compradas alavancadas ultrapassaram US$ 1 bilhão. Isso cria uma contradição perigosa: as mesmas condições que alertam para uma possível queda mais intensa também atraem apostas altistas agressivas. Esse descompasso pode ser decisivo para o próximo grande movimento do Ethereum. Divergência baixista e aglomeração de oferta agora indicam o mesmo risco O primeiro sinal de alerta surgiu por meio de uma divergência oculta de baixa no gráfico diário. Entre 21 de janeiro e 25 de fevereiro, o preço do Ethereum formou um topo mais baixo. Isso significa que a recuperação recente foi menos intensa que a anterior, confirmando que a tendência de queda mais ampla continua. Ao mesmo tempo, o Índice de Força Relativa (RSI), que mede a intensidade do movimento, registrou um topo mais alto. Isso caracteriza uma divergência oculta de baixa. Esse padrão costuma aparecer em períodos de desvalorização e sinaliza que a recuperação tende a ser temporária, com a possibilidade de continuação da queda mais acentuada. Divergência oculta de baixa: TradingView Esse sinal ganha relevância porque o Ethereum acumula queda de cerca de 32% nos últimos 30 dias. Isso confirma que a estrutura mais ampla segue com viés de baixa. Agora, dados on-chain indicam onde esse recuo pode se intensificar. O heatmap de custo do Ethereum aponta um importante suporte entre US$ 1.870 e US$ 1.890. Aproximadamente 1,40 milhão de ETH foram adquiridos nessa faixa. Esse nível é relevante, pois corresponde à média de preço de compra para um grande grupo de investidores. Esses investidores ainda estão no lucro com os preços atuais. No entanto, caso o Ethereum atinja essa zona em meio ao aumento do medo, muitos podem vender para preservar ganhos. Isso enfraqueceria o suporte e poderia aprofundar o recuo. Mapa de custo: Glassnode Isso torna o alerta de divergência ainda mais relevante, já que um suporte importante está próximo. Venda de baleia e exposição longa de US$ 1 bilhão criam conflito perigoso Ao mesmo tempo, grandes investidores mostram sinais de cautela. O volume de Ethereum nas mãos das baleias recuou levemente de 113,41 milhões de ETH em 25 de fevereiro para 113,39 milhões de ETH atualmente. Não se trata de uma retração significativa, cerca de US$ 40 milhões, mas indica que essas baleias deixaram de acumular de forma agressiva. Esse movimento é importante porque a atividade dessas grandes carteiras costuma antecipar tendências. Quando param de comprar ou começam a vender, a confiança do mercado diminui. Por outro lado, operadores de derivativos seguem em direção oposta. Baleias ETH: Santiment Dados de liquidações na Binance apontam que o valor total de posições compradas alavancadas já supera US$ 1 bilhão. As vendas alavancadas, em comparação, giram em torno de US$ 382 milhões. Isso mostra que a exposição comprada é quase três vezes superior. Além disso, cerca de US$ 697 milhões dessas posições estão concentradas próximas de US$ 1.870. Pelo mapa, o risco aumenta a partir do momento em que o ETH recua de US$ 2.015 para valores menores. Mapa de liquidação: Coinglass Esse patamar coincide quase exatamente com o cluster de custo médio, que começa em US$ 1.870. Isso configura uma situação de risco elevado. Caso o Ethereum entre nesta faixa, investidores podem iniciar vendas enquanto posições compradas alavancadas seriam liquidadas à força. Essas liquidações forçadas provocariam uma queda adicional, acelerando a correção. Esse cenário pode explicar o motivo de as baleias estarem mais cautelosas, ao menos por ora. Apesar dos riscos, operadores seguem apostando em uma alta. O motivo aparece na própria estrutura de preços do Ethereum. Estrutura de preço do Ethereum explica tanto a expectativa de US$ 2.600 quanto o risco de queda A estrutura recente do Ethereum justifica o otimismo de parte dos operadores de derivativos. No gráfico de 8 horas, a moeda desenha um padrão conhecido como “cup and handle”. Trata-se de uma configuração considerada altista, frequentemente observada antes de movimentos de alta. O “handle” está em formação atualmente, como uma fase de consolidação, que pode estar sendo interpretada pelos traders como um intervalo antes da possível valorização. A linha de pescoço deste padrão está inclinada para cima. Essa inclinação reforça as expectativas de rompimento, desde que o preço consiga superar os principais níveis de resistência. As projeções técnicas agora revelam quais são esses pontos críticos. Estrutura de Preço do ETH: TradingView Caso o Ethereum supere os US$ 2.140, aumentam as expectativas de rompimento do padrão apontado. Embora a linha de pescoço ainda permaneça distante, surge a possibilidade de uma alta de 17% até US$ 2.600. Esse potencial pode explicar por que investidores continuam operando posições longas apesar dos alertas recentes. No entanto, esse otimismo depende totalmente da manutenção dos suportes pelo Ethereum. Se a moeda cair de US$ 1.990, sinaliza aumento da fraqueza, embora o padrão não seja descartado de imediato. Uma queda abaixo de US$ 1.890 seria muito mais grave. Este nível está logo acima do agrupamento de custo médio entre US$ 1.870 e US$ 1.890. Perder essa faixa enfraquece a confiança do investidor e deixa o Ethereum sob risco de uma queda maior. Abaixo de US$ 1.820, a estrutura de alta começa a falhar. Se o Ethereum recuar para menos de US$ 1.790, o padrão de xícara e alça deixa de ser válido. Com isso, o cenário otimista desaparece e pode provocar liquidações amplas de posições longas. Análise de Preço do Ethereum: TradingView Por isso, a mesma formação gráfica que motiva apostas otimistas de US$ 1 bilhão também permanece logo acima da zona de risco mais sensível. Ainda há chance de recuperação, mas o Ethereum precisa superar os US$ 2.140 primeiro. Até lá, o ativo segue entre a expectativa de rompimento e o risco de queda. O artigo Ethereum pode subir? Mesmo com alerta, US$ 1 bilhão aposta na alta foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.

Ethereum pode subir? Mesmo com alerta, US$ 1 bilhão aposta na alta

O preço do Ethereum caiu cerca de 1,4% nas últimas 24 horas, ampliando sua fraqueza recente. À primeira vista, esse movimento parece uma correção comum dentro de uma fase de consolidação. Contudo, essa queda não foi aleatória. Ela ocorreu logo após um sinal de alerta aparecer no gráfico diário, indicando que a recuperação recente pode já estar perdendo força.

O que torna esse momento diferente é a reação dos operadores. Ao invés de reduzir riscos, as posições compradas alavancadas ultrapassaram US$ 1 bilhão. Isso cria uma contradição perigosa: as mesmas condições que alertam para uma possível queda mais intensa também atraem apostas altistas agressivas. Esse descompasso pode ser decisivo para o próximo grande movimento do Ethereum.

Divergência baixista e aglomeração de oferta agora indicam o mesmo risco

O primeiro sinal de alerta surgiu por meio de uma divergência oculta de baixa no gráfico diário. Entre 21 de janeiro e 25 de fevereiro, o preço do Ethereum formou um topo mais baixo. Isso significa que a recuperação recente foi menos intensa que a anterior, confirmando que a tendência de queda mais ampla continua.

Ao mesmo tempo, o Índice de Força Relativa (RSI), que mede a intensidade do movimento, registrou um topo mais alto. Isso caracteriza uma divergência oculta de baixa. Esse padrão costuma aparecer em períodos de desvalorização e sinaliza que a recuperação tende a ser temporária, com a possibilidade de continuação da queda mais acentuada.

Divergência oculta de baixa: TradingView

Esse sinal ganha relevância porque o Ethereum acumula queda de cerca de 32% nos últimos 30 dias. Isso confirma que a estrutura mais ampla segue com viés de baixa. Agora, dados on-chain indicam onde esse recuo pode se intensificar.

O heatmap de custo do Ethereum aponta um importante suporte entre US$ 1.870 e US$ 1.890. Aproximadamente 1,40 milhão de ETH foram adquiridos nessa faixa. Esse nível é relevante, pois corresponde à média de preço de compra para um grande grupo de investidores.

Esses investidores ainda estão no lucro com os preços atuais. No entanto, caso o Ethereum atinja essa zona em meio ao aumento do medo, muitos podem vender para preservar ganhos. Isso enfraqueceria o suporte e poderia aprofundar o recuo.

Mapa de custo: Glassnode

Isso torna o alerta de divergência ainda mais relevante, já que um suporte importante está próximo.

Venda de baleia e exposição longa de US$ 1 bilhão criam conflito perigoso

Ao mesmo tempo, grandes investidores mostram sinais de cautela.

O volume de Ethereum nas mãos das baleias recuou levemente de 113,41 milhões de ETH em 25 de fevereiro para 113,39 milhões de ETH atualmente. Não se trata de uma retração significativa, cerca de US$ 40 milhões, mas indica que essas baleias deixaram de acumular de forma agressiva.

Esse movimento é importante porque a atividade dessas grandes carteiras costuma antecipar tendências. Quando param de comprar ou começam a vender, a confiança do mercado diminui. Por outro lado, operadores de derivativos seguem em direção oposta.

Baleias ETH: Santiment

Dados de liquidações na Binance apontam que o valor total de posições compradas alavancadas já supera US$ 1 bilhão. As vendas alavancadas, em comparação, giram em torno de US$ 382 milhões. Isso mostra que a exposição comprada é quase três vezes superior. Além disso, cerca de US$ 697 milhões dessas posições estão concentradas próximas de US$ 1.870. Pelo mapa, o risco aumenta a partir do momento em que o ETH recua de US$ 2.015 para valores menores.

Mapa de liquidação: Coinglass

Esse patamar coincide quase exatamente com o cluster de custo médio, que começa em US$ 1.870. Isso configura uma situação de risco elevado.

Caso o Ethereum entre nesta faixa, investidores podem iniciar vendas enquanto posições compradas alavancadas seriam liquidadas à força. Essas liquidações forçadas provocariam uma queda adicional, acelerando a correção. Esse cenário pode explicar o motivo de as baleias estarem mais cautelosas, ao menos por ora.

Apesar dos riscos, operadores seguem apostando em uma alta. O motivo aparece na própria estrutura de preços do Ethereum.

Estrutura de preço do Ethereum explica tanto a expectativa de US$ 2.600 quanto o risco de queda

A estrutura recente do Ethereum justifica o otimismo de parte dos operadores de derivativos. No gráfico de 8 horas, a moeda desenha um padrão conhecido como “cup and handle”. Trata-se de uma configuração considerada altista, frequentemente observada antes de movimentos de alta.

O “handle” está em formação atualmente, como uma fase de consolidação, que pode estar sendo interpretada pelos traders como um intervalo antes da possível valorização.

A linha de pescoço deste padrão está inclinada para cima. Essa inclinação reforça as expectativas de rompimento, desde que o preço consiga superar os principais níveis de resistência. As projeções técnicas agora revelam quais são esses pontos críticos.

Estrutura de Preço do ETH: TradingView

Caso o Ethereum supere os US$ 2.140, aumentam as expectativas de rompimento do padrão apontado. Embora a linha de pescoço ainda permaneça distante, surge a possibilidade de uma alta de 17% até US$ 2.600. Esse potencial pode explicar por que investidores continuam operando posições longas apesar dos alertas recentes.

No entanto, esse otimismo depende totalmente da manutenção dos suportes pelo Ethereum. Se a moeda cair de US$ 1.990, sinaliza aumento da fraqueza, embora o padrão não seja descartado de imediato.

Uma queda abaixo de US$ 1.890 seria muito mais grave. Este nível está logo acima do agrupamento de custo médio entre US$ 1.870 e US$ 1.890. Perder essa faixa enfraquece a confiança do investidor e deixa o Ethereum sob risco de uma queda maior.

Abaixo de US$ 1.820, a estrutura de alta começa a falhar. Se o Ethereum recuar para menos de US$ 1.790, o padrão de xícara e alça deixa de ser válido. Com isso, o cenário otimista desaparece e pode provocar liquidações amplas de posições longas.

Análise de Preço do Ethereum: TradingView

Por isso, a mesma formação gráfica que motiva apostas otimistas de US$ 1 bilhão também permanece logo acima da zona de risco mais sensível. Ainda há chance de recuperação, mas o Ethereum precisa superar os US$ 2.140 primeiro. Até lá, o ativo segue entre a expectativa de rompimento e o risco de queda.

O artigo Ethereum pode subir? Mesmo com alerta, US$ 1 bilhão aposta na alta foi visto pela primeira vez em BeInCrypto Brasil.
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