31 de dezembro, Musk disse que "energia é a verdadeira moeda", não é uma fala ao acaso, mas uma declaração sobre a futura ordem financeira. Enquanto os bancos centrais do mundo ainda correm atrás da impressão de dinheiro, ele já havia voltado sua atenção para o verdadeiro valor inimitável - a eletricidade.

O Bitcoin é criticado como "desperdício de energia", mas é exatamente esse "desperdício" que o tornou o ouro da era digital. Cada BTC por trás é um verdadeiro quilowatt-hora, é o ventilador de resfriamento que funciona dia e noite nas minas, é a pressão real da carga da rede elétrica. Esse mecanismo de cunhagem com energia é, na verdade, mais honesto, mais escasso e mais resistente à inflação do que uma nota que depende da credibilidade do governo.

Mais importante ainda, na véspera da revolução da IA e da automação, o trabalho humano não será mais a medida central do valor. No futuro, quem controlar a energia, controlará a produtividade; e quem conseguir transformar energia em ativos digitais que possam ser negociados, verificados e circulados globalmente, terá a chave do novo mundo. O Bitcoin é o veículo mais maduro nesse caminho.

Ser otimista em relação ao Bitcoin não é apostar que ele vai subir para 1 milhão de dólares, mas sim acreditar que: quando o mundo voltar às suas raízes de valor, a confiança forjada pela energia superará, em última análise, a ilusão criada pela impressão de dinheiro. Este ciclo de alta está apenas começando.

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