Oitavo ano no mercado de criptomoedas: 3 regras de sobrevivência adquiridas com dinheiro de verdade

Em 2018, na casa alugada em Shenzhen, vi o Bitcoin subir, com um capital de 300 mil disparando para quase 30 milhões, pensei que "o mercado de criptomoedas poderia mudar meu destino". Mas três dias depois, o mercado colapsou, e na véspera de Natal, minha conta tinha menos de 600 mil, então entendi que a obsessão por "esperar para recuperar o investimento" é a mais prejudicial.

Após oito anos de dificuldades, resumi três lições:

Alavancagem é uma faca, não uma asa: já usei alavancagem de 20 vezes para negociar Ethereum, ganhando 400 mil em um dia, mas em 2021, durante o "519", perdi 6 milhões em duas horas. A regra atual é que a alavancagem não deve exceder 3 vezes, e a posição em um único ativo não deve ultrapassar 5%.

Não procure tesouros familiares em cassinos: investi pesadamente em "Ethereum nacional", entrei com 250 mil e cheguei a 1,5 milhão, mas não vendi, e o preço acabou caindo para menos de 0,001 dólares. Agora, 85% do capital está em Bitcoin e Ethereum, e 15% em altcoins como dinheiro de bolso.

3. O stop loss é a última dignidade: para cada operação, defina um stop loss rígido de 8%; se atingido, saia. Antes de tentar dobrar o capital, pergunte a si mesmo: se a conta zerar, você ainda consegue comer hot pot com calma? O mercado de criptomoedas não falta oportunidades, o que falta é capital para sobreviver até que as oportunidades cheguem.

Levantei-me das ruínas do mercado de criptomoedas e, hoje, tenho em mãos "a luz da sobrevivência". Essa luz continua acesa, você quer vir junto? #Rebote no mercado de criptomoedas