A desaceleração do crédito da China em fevereiro sinaliza que a demanda interna continua fraca
📉 Os dados de fevereiro de 2026 da China mostraram que os bancos emitiram apenas 900 bilhões de yuans em novos empréstimos em moeda local, uma queda acentuada em relação a 4,71 trilhões de yuans em janeiro e abaixo das expectativas do mercado. A queda sugere que a recuperação na demanda por crédito ainda não está em bases sólidas.
🏠 Uma fraqueza chave veio do endividamento das famílias, que caiu de volta à contração e indicou uma confiança do consumidor fraca e pressão contínua no mercado imobiliário. O empréstimo empresarial também esfriou, mostrando que as empresas ainda estão cautelosas em relação à expansão dos investimentos.
💰 Mesmo assim, a oferta de dinheiro M2 ainda cresceu 9,0%, enquanto Pequim continua a sinalizar uma postura política de apoio. Isso sugere que a liquidez não é o principal problema por enquanto, mas sim a falta de uma demanda de empréstimos forte da economia real.
🌏 Para os mercados, isso é mais um lembrete de que a recuperação da China continua frágil. Se o crédito das famílias não melhorar em breve, a pressão pode continuar a transbordar para o crescimento, importações de commodities e o sentimento de risco regional mais amplo.