Os robôs podem operar em uma rede aberta da mesma forma que o dinheiro faz no blockchain?
Eu me peguei pensando sobre isso depois de ler algumas discussões incomuns em alguns chats de cripto recentemente.
Normalmente, as conversas são previsíveis.
Gráficos, especulação, o próximo token que todos acham que vai se mover.
Mas desta vez, as perguntas pareciam diferentes.
As pessoas estavam falando sobre máquinas, verificação e como os robôs poderiam um dia coordenar através de uma infraestrutura descentralizada.
Foi assim que ouvi falar pela primeira vez do Fabric Protocol.
A princípio, parecia um pouco abstrato.
Cripto geralmente lida com coisas digitais—tokens, pagamentos, dados.
O Fabric Protocol parece explorar algo que alcança o mundo físico.
A ideia é bastante simples uma vez que você desacelera e pensa sobre isso.
À medida que os robôs se tornam mais comuns em indústrias e na vida diária, os sistemas que os guiam importarão tanto quanto as próprias máquinas.
Se tudo é controlado por plataformas isoladas, a confiança sempre depende de quem possui esses sistemas.
O Fabric Protocol experimenta uma abordagem diferente.
Uma rede aberta onde robôs, dados e computação podem interagir através de uma infraestrutura verificável.
Em teoria, isso significa que diferentes construtores, pesquisadores e comunidades poderiam contribuir para o mesmo ecossistema em evolução.
Reflete muitas das ideias que tornaram a cripto interessante em primeiro lugar.
Transparência.
Infraestrutura compartilhada.
Participação aberta.
Claro, transformar essa visão em realidade é um desafio complicado.
Robótica, segurança e regulamentação adicionam camadas de dificuldade que a cripto sozinha já enfrenta.
Ainda assim, ver ideias como o Fabric Protocol emergirem me faz questionar se a indústria está lentamente se movendo em direção a algo maior.
Não apenas finanças descentralizadas.
Mas redes abertas que eventualmente coordenam máquinas, dados e o próprio mundo real.
#ROBO $ROBO @Fabric Foundation

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