8 de março, 10º dia de conflito.

Os três países se pronunciaram no mesmo dia, um mais rígido que o outro.

O presidente do Irã disse: os EUA querem que nos rendamos "incondicionalmente"? Isso é uma fantasia que deve ser levada ao túmulo.

Os EUA responderam: o pedido de desculpas do Irã é uma resposta armada, e a seguir vamos ampliar o alcance dos ataques.

Israel apresentou dados: na última semana, foram lançadas 7500 bombas, com 3400 ataques aéreos, o dobro em relação ao mesmo período do ano passado.

Meu julgamento:

1. Os números falam por si.

As 7500 bombas de Israel têm como alvo "destruir a capacidade de mísseis do Irã". Mas no mesmo dia, o Irã ainda estava lançando mísseis, as refinarias ainda estavam sendo atacadas, e os drones ainda estavam voando. Os relatórios de batalha e a realidade não correspondem.

2. Os EUA dizem "não enviar forças terrestres", mas não disseram que não vão atacar.

"Considerando ampliar o alcance dos ataques", essa frase é mais perturbadora do que enviar tropas. Instalações nucleares? Instalações de energia? Ninguém sabe.

3. A lógica do Irã é muito clara: ser duro com os EUA e suave com os vizinhos.

O presidente critica os EUA, enquanto se desculpa com os países vizinhos, prometendo "não atacar a menos que seja em legítima defesa". Isso é uma tentativa de desmantelar o campo dos EUA; Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, não se tornem carne de canhão.

4. A transbordo já ocorreu.

Civis dos Emirados Árabes Unidos foram mortos, a embaixada do Iraque foi bombardeada, do lado do Líbano, as forças israelenses atingiram 170 alvos em dois dias, causando grandes baixas. Isso não é um "conflito localizado", é um incêndio regional.

5. A cena mais chocante: 165 meninas foram atacadas na escola.

O preço pago pelos civis não pode ser apagado.

Acredito que a postura firme dos EUA, Israel e Irã no mesmo dia e as duras palavras dos três países são para mostrar força interna.

Mas os mísseis não têm olhos, os preços do petróleo não esperam, e as crianças feridas não esquecerão.

Duro com duro, quem se renderá primeiro?

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