#特朗普新全球关税 Processo completo
As últimas notícias sobre tarifas nos EUA (até 23 de fevereiro de 2026) giram em torno da rápida adaptação do governo Trump após a decisão da Suprema Corte.
Linha do tempo dos eventos-chave:
20 de fevereiro (sexta-feira): A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu 6 a 3 que as tarifas globais massivas impostas anteriormente por Trump com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) foram excessivas e ilegais, levando à revogação dessas tarifas (envolvendo altas tarifas sobre produtos importados de quase todos os países, com potencial de restituição de centenas de bilhões de dólares, mas os detalhes da restituição aguardam a decisão dos tribunais inferiores).
No mesmo dia: Trump imediatamente retaliou, assinou um comunicado, adotou a Seção 122 da Lei de Comércio de 1974 (nunca usada em tal escala antes) e anunciou a imposição de uma tarifa temporária de 10% sobre quase todos os produtos importados globalmente (por 150 dias, podendo ser prorrogada pelo Congresso), como uma alternativa. A tarifa está programada para entrar em vigor na madrugada de 24 de fevereiro (horário do leste dos EUA).
21 de fevereiro (sábado): Trump postou no Truth Social, aumentando a taxa de tarifa global de 10% para 15% (o limite máximo permitido sob a seção 122), e afirmou que 'entra em vigor imediatamente'. Ele disse que desenvolverá uma nova estrutura de 'tarifas legais' nos próximos meses, enquanto as tarifas sob a seção 232 (segurança nacional) e a seção 301 (comércio desleal) continuam em vigor.
Situação atual das tarifas:
- Nova tarifa global temporária: 15%, aplicável a quase todos os produtos importados (em vigor a partir de 24 de fevereiro), destinada a lidar com 'desequilíbrios na balança de pagamentos'.
- Isenção parcial: minerais críticos, energia, certos produtos agrícolas, medicamentos, veículos/componentes específicos, produtos aeronáuticos, etc. (veja a lista específica no anúncio da Casa Branca).
- Relações com países já com acordos comerciais: o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, afirmou que as tarifas acordadas com países como Reino Unido, UE, Índia e Japão permanecem válidas (mesmo que as tarifas acordadas sejam superiores a 15%, como os 19% da Malásia/Camboja); no entanto, alguns oficiais da Casa Branca afirmam que a nova tarifa sob a seção 122 pode abranger esses países, criando contradições e incertezas.
- Impacto em diferentes países:
- Países com tarifas altas anteriormente (como Brasil 50%→15%, China 20%→15%, Vietnã 20%→15%) se beneficiam relativamente.
- Países com tarifas anteriormente baixas/acordos (como Reino Unido, Austrália, e uma base de 10% em Singapura) enfrentam aumento da carga tributária.
- Geral: países asiáticos de produção de baixo custo ainda podem ser competitivos.
Reações de várias partes:
- Trump chamou a decisão da Suprema Corte de 'antiamericana', prometendo continuar a promover a proteção comercial.
- Setor empresarial/econômico: aumento da incerteza, podendo elevar preços e inflação; alguns importadores esperam reembolsos de tarifas anteriores, mas enfrentam novas ações judiciais.
- Internacional: a UE, Alemanha, entre outros, criticam essa ação como prejudicial ao comércio global; alguns países avaliam cautelosamente o impacto.
Esta tarifa global temporária de 15% é apenas uma medida transitória (limitada a 150 dias), o governo Trump está se preparando para uma solução de longo prazo através de novas investigações sob a seção 301/232. A situação ainda está mudando rapidamente, recomenda-se acompanhar as atualizações subsequentes da Casa Branca, do Departamento de Comércio dos EUA ou de meios de comunicação confiáveis (como BBC, Reuters, NYT, Xinhua, etc.).