Peter Schiff novamente se preocupa com a América. E, claro, com seu ouro.

O esquema é simples - tarifas são um imposto oculto. Os consumidores pagam. O tribunal quebra a estrutura - o orçamento perde receitas. O déficit se amplia. E segue o roteiro: “Got gold?”

Não posso confirmar todos os detalhes jurídicos deste caso, mas a lógica macroeconômica aqui é mais importante do que o barulho político. Se o modelo fiscal está rachando - a dívida aumenta. Se a dívida aumenta - há pressão sobre a moeda. Se há pressão - o capital busca ativos sólidos.

E aqui a questão não é sobre Trump.

E nem mesmo na Suprema Corte.

O fato é que cada buraco orçamentário acaba sendo fechado com emissão. E a emissão é um imposto silencioso sobre aqueles que acreditam em dinheiro.

Schiff automaticamente escolhe ouro. Esse é seu reflexo. Seu ano de 1971 nunca terminou.

Mas o mundo mudou. A liquidez se move instantaneamente. O capital é global. A confiança é frágil.

Quando a próxima onda de escassez atingir o mercado, será interessante ver - para onde irá o novo dinheiro. Para o metal no cofre. Ou para um ativo que não pode ser impresso.

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