Com o Fogo, a questão interessante não é a velocidade. É o que a velocidade exige em troca. Quando uma cadeia trata a latência como a camada base, começa a otimizar para geografia, coordenação e desempenho padronizado, não apenas código.
Isso pode fazer a experiência do usuário parecer normal, mas também desloca o poder para quem pode colocar, manter hardware e permanecer dentro das regras operacionais do sistema. Mesmo padrões de UX "sem atrito" podem adicionar novas dependências, como pagadores e design de sessão, que silenciosamente redirecionam a confiança.
Então, eu assisto ao Fogo da mesma forma que assisto à infraestrutura: não por promessas, mas pelo que deve controlar para mantê-las verdadeiras.

FOGO
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