A empresa gestora da Universidade de Harvard vendeu mais de 20% de suas ações em bitcoin-ETF no quarto trimestre. Ao mesmo tempo, o fundo investiu pela primeira vez em Ethereum.

Segundo os relatórios, em 31 de dezembro, a universidade possuía 5,35 milhões de ações IBIT da BlackRock no valor de $265,8 milhões. No trimestre, a estrutura reduziu sua posição em 1,48 milhão de papéis.

Apesar da venda parcial, o fundo de bitcoin continua sendo o maior ativo público no portfólio de Harvard. Essa posição supera as participações do fundo em gigantes tecnológicos como Alphabet, Microsoft e Amazon.

Além disso, no quarto trimestre, a universidade adquiriu 3,87 milhões de ações do iShares Ethereum Trust (ETHA) no valor de $86,8 milhões. A avaliação total dos criptoativos sob a gestão do fundo foi de $352,6 milhões.

A estratégia cripto da universidade gerou críticas no meio acadêmico. Professores de finanças da Universidade de Washington e da UCLA consideraram os investimentos arriscados, apontando a "falta de valor intrínseco" dos ativos e a queda dos preços.

As ações de Harvard se encaixam na tendência geral de mercado. De acordo com a CoinShares, a saída de fundos de produtos cripto continua pela quarta semana. Na semana anterior, os investidores retiraram $173 milhões, com o principal volume de vendas concentrado nos EUA ($403 milhões).$ETH

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