Eu costumava pensar que a interoperabilidade era apenas sobre “conectar sistemas.”
A Vanar me fez perceber que na verdade é sobre como os sistemas aprendem uns com os outros sem colidir.
Em muitos ecossistemas, a interoperabilidade significa lógica de cola, adaptadores bagunçados e pontes frágeis. Cada nova conexão parece fita adesiva em um problema maior. O sistema se torna uma teia de aranha de links frágeis.
Com a Vanar, o que se destaca não é apenas a capacidade de integrar — é como as integrações não se contaminam mutuamente. Quando dois protocolos interagem, o limite permanece claro. Eles trocam significados sem sujar suposições.
Isso é raro.
Significa que os sistemas não apenas se conectam — eles coexistem sem corromper a lógica um do outro.
E a infraestrutura que torna a coexistência perfeita geralmente se torna o substrato para ecossistemas que crescem por design, não por acidente. Você gostaria que o próximo post explorasse o papel da Vanar em fluxos de trabalho entre protocolos?

