O fundador da PGI, Ramil Ventura Palafox, foi condenado a 20 anos de prisão federal por fraude eletrônica e lavagem de dinheiro relacionada a uma operação de fraude com Bitcoin. O que se destaca aqui não é apenas a duração da sentença—é que o tribunal tratou isso como um crime financeiro tradicional, com cripto como veículo, e não como uma violação regulatória obscura onde a intenção é debatível.

Fraude eletrônica e lavagem de dinheiro acarretam sérias penas federais, e o fato de que $BTC esteve envolvido não amenizou o resultado. Se algo, pode ter tornado os promotores mais agressivos. Este caso também sinaliza para onde a aplicação da lei está se dirigindo. Os reguladores ainda podem estar tentando descobrir o que conta como um ativo financeiro ou como classificar protocolos DeFi, mas fraude é fraude, independentemente do ativo.

Os tribunais não estão sendo brandos em casos de cripto quando a conduta subjacente é claramente criminosa. Vinte anos é uma mensagem—não apenas para o réu, mas para qualquer um que esteja executando esquemas por trás da complexidade da tecnologia blockchain, pensando que é mais difícil de processar. Não é.

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