Você já viu alguma equipe de F1 que faz a Ferrari e a Wuling Hongguang competirem no mesmo palco, e ainda cronometrar o desempenho com base no carro mais lento?

Este é o surrealismo mágico do mundo das blockchains hoje. A Solana, que claramente tem o Firedancer, esse monstro de mil cavalos, ainda precisa ser puxada pelo cliente Rust antigo — a velocidade do consenso é determinada pelo nó mais lento, rápido é falso, lento é real.

O FOGO virou a mesa.

Desde o primeiro dia da gênese, ele eliminou todos os outros clientes, obrigando todos a usarem o Firedancer puro. Não há “compatibilidade e inclusão”, não há “várias implementações”. Você acha que isso é um retrocesso? Isso é ser honesto com os limites físicos.

Múltiplos clientes nunca foram o Santo Graal da descentralização, é um pano de fundo para a era de desempenho. O Ethereum depende da diversidade para evitar falhas, enquanto o FOGO enfrenta negociações de alta frequência — 40 milissegundos de latência são suficientes para o Nasdaq completar três liquidações. Nesse campo de batalha, ninguém espera por você com um carro antigo.

A lógica do FOGO é brutal: já que o limite é determinado pela fraqueza, então eu não tenho fraquezas. Todos os validadores têm o mesmo motor, a mesma calibragem, quem for lento sai do jogo. Não é uma votação de governança que te força a atualizar, é uma punição econômica que te diz — se você não conseguir correr em 40ms, não coma deste prato.

Então, você me pergunta se o FOGO é radical? Radical.

Mas você pergunta a aqueles que foram maravilhados pelo desempenho do Firedancer, e que foram arrastados pela mainnet a ponto de xingar — eles só vão perguntar uma coisa: esse trabalho, alguém já deveria ter feito.

A blockchain está há quinze anos, e pela primeira vez alguém diz sério: eu não quero agradar a todos, eu só sirvo aqueles que realmente precisam de velocidade.

Isso não é arrogância. Isso é profissionalismo.

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FOGO
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