Bitcoin — De Experimento a Força Sistêmica

O Bitcoin começou como um experimento durante uma crise financeira.

Em 2009, não valia nada.

Sem instituições. Sem ETFs. Sem manchetes. Apenas código e um pequeno grupo de crentes.

Hoje, alcançou níveis de capitalização de mercado na casa do trilhão.

Está nos balanços corporativos.

É negociado por fundos de hedge.

É debatido por governos.

Essa evolução por si só é importante.

Você não precisa tratar o Bitcoin como uma religião.

Ele tem volatilidade. Ele tem ciclos brutais. Ele puniu as pessoas severamente.

Mas descartar hoje o Bitcoin da mesma forma que as pessoas o descartaram em 2011 é intelectualmente preguiçoso.

Ele sobreviveu:

– Múltiplas quedas de 80%

– Falências de exchanges

– Pressão regulatória

– Declarações de morte na mídia

– Escândalos internos do ecossistema

A maioria dos ativos financeiros não sobrevive a um choque estrutural.

O Bitcoin sobreviveu à hostilidade sistêmica.

É sem confiança a nível de protocolo? Sim.

O ecossistema ao seu redor é perfeito? Não.

Está totalmente maduro? Ainda não.

Mas aqui está a verdade desconfortável:

O Bitcoin forçou o mundo financeiro a responder.

Ele forçou conversas sobre custódia, soberania, inflação, banco central e controle de capital.

Fez com que as instituições construíssem divisões de cripto em vez de ignorá-lo.

Empurrou os governos a elaborarem políticas em vez de zombar dele.

Isso não acontece com modismos.

Quer você acredite ou não, o Bitcoin já reshapeou a psicologia financeira.

A questão não é “Ele vai desaparecer?”

A verdadeira questão é:

O que ele se torna após sobreviver tanto tempo?

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