Hoje, 12 de fevereiro de 2026, fomos testemunhas de um deslocamento tectônico
na indústria de stablecoins governamentais. O Banco Central dos Emirados Árabes Unidos deu «luz verde» ao DDSC — stablecoin dirham, construído sobre
o blockchain L2 institucional ADI Chain. Este evento estabelece um novo padrão de legitimidade para toda a indústria.
Mas vamos prestar atenção às semelhanças.
Modelo dos EAU: "De cima para baixo"
DDSC — um produto de gigantes: IHC, First Abu Dhabi Bank, Sirius. É uma história institucional: altos limites de entrada, foco em B2B, tesourarias corporativas e trade finance.
Transparência e conformidade regulatória — prioridade absoluta. EAU
constrói infraestrutura para uma "economia autônoma", incluindo liquidações entre agentes de IA.
Modelo KGST: "Expansão através da acessibilidade"
O Quirguistão escolheu um caminho diferente, mas não menos eficaz. $KGST funciona em $BNB Chain (BEP-20) — uma rede pública com milhões de usuários.
Em vez de construir uma blockchain própria — integração na já
existente liquidez global.

Sinergia, não concorrência
O que une DDSC e KGST? Ambos os projetos sublinham: o futuro pertence a stablecoins regulamentadas e totalmente garantidas.
Tanto os EAU quanto o Quirguistão demonstram maturidade: a moeda digital não deve ser uma "criptoanarquia". Ela deve ser uma ponte entre as finanças tradicionais e a blockchain.
Como declarou Farhat Iminov: "Nosso objetivo não é apenas projetos isolados, mas
criação de uma infraestrutura nacional de finanças digitais, integrada à economia global."
Hoje, observando o lançamento do DDSC, vemos: a estratégia do KGST foi correta. O som digital já está lá, onde outros apenas estão entrando. E isso é apenas o começo.
Pergunta à comunidade: qual modelo de escalabilidade para stablecoins estatais parece mais sustentável para você — o institucional (EAU) ou o público $KGST ? @Binance CIS #Stablecoins