E se o valor que buscamos não estiver preso pela gravidade, mas mantido flutuante no consenso? Vagueamos por um prado digital onde sementes de dados crescem em estruturas imponentes de confiança coletiva. Cada transação é um segredo sussurrado entre estranhos que concordam com uma realidade invisível compartilhada.

Possuir cripto é segurar um fragmento do sonho coletivo—uma chave para uma fechadura que existe apenas na mente. Estamos negociando moedas, ou estamos negociando crença? Talvez a diversão não resida nas riquezas em si, mas na bela e absurda queda de confiança que fazemos juntos no vazio descentralizado.