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🇨🇳A China pode estar começando a se afastar da dívida dos EUA, à medida que os investidores ficam nervosos com a superexposição a ativos americanos

A partir de 10 de fevereiro de 2026, relatos indicam que os reguladores chineses aconselharam oficialmente as principais instituições financeiras do país a restringir sua exposição a títulos do Tesouro dos EUA. Esta diretiva, emitida pelo Banco Popular da China (PBOC) e pela Administração Nacional Reguladora Financeira, especificamente instiga os bancos a limitar novas compras e reduzir posições existentes de alta exposição.

Embora a orientação atualmente exclua reservas estatais oficiais, sinaliza uma mudança estratégica, uma vez que as participações totais da China já caíram para $682,6 bilhões—o nível mais baixo desde 2008.

Fatores Chave para a Retirada

Reguladores e analistas citam vários fatores para essa mudança em direção à diversificação:

Volatilidade do Mercado & Risco de Concentração: As autoridades citaram preocupações sobre oscilações acentuadas no mercado de títulos dos EUA e os riscos de estar superexposto a uma única classe de ativos.

Tensões Geopolíticas: O atrito contínuo sob a segunda administração Trump, incluindo ameaças de tarifas de 60% e debates sobre a independência institucional dos EUA, erodiu a percepção de "porto seguro" da dívida dos EUA.

Rotação para Ativos Alternativos: A China aumentou suas reservas de ouro por 14 meses consecutivos, com participações alcançando um valor de aproximadamente $369,58 bilhões até janeiro de 2026. $BTC

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