Por anos, nos disseram que as stablecoins são o futuro dos pagamentos. Mas sejamos honestos: pagar $5 para enviar $10 não é o futuro—é um sistema quebrado. Se o cripto quer substituir o SWIFT e o Visa, precisa ser mais barato e mais rápido. Ponto.

Estou acompanhando as últimas atualizações do Plasma até este fevereiro, e eles não estão apenas prometendo uma experiência melhor—estão entregando isso por meio de parcerias institucionais massivas.

O que realmente está acontecendo por trás das cenas?

A Revolução do Pagador: Ao contrário de outros L1s, o Plasma utiliza um sistema de pagador em nível de protocolo. Isso significa que você pode enviar USDT sem nunca tocar em um token de gás nativo ($XPL). Chega de "comprar gás antes de poder transferir."

Adoção de Classe Empresarial: Grandes players como Confirmo e Cobo já estão integrando Plasma para lidar com milhões em volume mensal. Por quê? Porque transferências sem taxas tornam micropagamentos de alta frequência finalmente viáveis.

Além da "Bolha Crypto": Com o neobank Plasma One se expandindo no Q1 2026, os usuários agora podem ganhar rendimento em cadeia e gastá-lo via cartões Visa em mais de 150 países. É a primeira vez que dólares em cadeia se sentem como dinheiro real e utilizável.

Segurança que Escala: Construído em uma sidechain baseada em Bitcoin com consenso PlasmaBFT, combina a segurança do BTC com a velocidade de um aplicativo fintech moderno.

Minha Opinião:

A indústria está mudando de "especulação" para "utilidade." Enquanto outras cadeias lutam pela liquidez de moeda meme, Plasma está silenciosamente construindo a infraestrutura para o mercado de stablecoins de trilhões de dólares.

Se sua rede ainda cobra para mover seus próprios dólares, você está vivendo no passado.

@Plasma #Plasma $XPL

XPL
XPL
0.0922
-4.05%