Você conhece aquela sensação quando uma sala fica em silêncio bem antes de algo grande mudar?
É assim que isso parece no Japão agora. Nomura, Daiwa e SMBC Nikko — o tipo de nomes que geralmente se movem lentamente e com segurança — estão entrando no comércio de cripto, mas de uma maneira muito “madura”: voltada para o fluxo corporativo e institucional, não para o hype chamativo.
A parte que realmente me fez prestar atenção: a SMBC Nikko já criou um Departamento de Tecnologia DeFi dedicado a partir de 1º de fevereiro de 2026. Isso não é um movimento de manchete — isso é encanamento interno, equipes, controles de risco, sistemas.
Dois números contam a história. Essas três empresas juntas têm cerca de $48B em valor de mercado, e a conversa é sobre um lançamento completo de negociação de cripto por volta do final de 2026 — lento o suficiente para fazer isso “pelo livro”, rápido o suficiente para importar.
Adicione a isso a mudança de política do Japão em direção a facilitar para grupos bancários oferecerem serviços de cripto (e até mesmo discussões sobre a redução do tratamento tributário de cripto), e você pode ver a direção: a cripto no Japão está sendo tratada menos como uma missão secundária e mais como uma pista financeira adequada.
Uma conclusão: quando as maiores corretoras do Japão começam a construir mesas de cripto como constroem mesas de títulos, a liquidez deixa de ser um rumor e começa a se tornar infraestrutura.
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