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fabianocsaraujo1925
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O ECONOMISTA CONFIRMA: CRIPTO É UMA VERDADEIRA AMEAÇA AOS BANCOS – E WALL STREET ESTÁ PERDENDO TERRITÓRIO POLÍTICO 📰💥 Buttonwood, a coluna mais influente das finanças globais, acabou de lançar uma bomba: "As criptomoedas representam uma verdadeira ameaça aos bancos. A indústria está suplantando a posição privilegiada de Wall Street na direita americana." O que isso significa: 🏦 Os bancos tradicionais estão perdendo poder político 💰 O lobby cripto gastou > $250 MILHÕES em eleições ⚖️ O Ato CLARITY foi escrito COM a indústria, não contra ela 🔄 Reorganização histórica: os bancos defendem uma regulação pesada (posição da esquerda), o cripto defende a liberdade (posição da direita) O jogo mudou. Você ainda está jogando como se fosse 2020? $XRP $USDC $BNB #TheEconomist #Crypto #Banks #BinanceSquare #Write2Earn
O ECONOMISTA CONFIRMA: CRIPTO É UMA VERDADEIRA AMEAÇA AOS BANCOS – E WALL STREET ESTÁ PERDENDO TERRITÓRIO POLÍTICO 📰💥

Buttonwood, a coluna mais influente das finanças globais, acabou de lançar uma bomba:
"As criptomoedas representam uma verdadeira ameaça aos bancos. A indústria está suplantando a posição privilegiada de Wall Street na direita americana."
O que isso significa:
🏦 Os bancos tradicionais estão perdendo poder político
💰 O lobby cripto gastou > $250 MILHÕES em eleições
⚖️ O Ato CLARITY foi escrito COM a indústria, não contra ela
🔄 Reorganização histórica: os bancos defendem uma regulação pesada (posição da esquerda), o cripto defende a liberdade (posição da direita)
O jogo mudou. Você ainda está jogando como se fosse 2020?
$XRP $USDC $BNB
#TheEconomist #Crypto #Banks #BinanceSquare #Write2Earn
O Diagnóstico Final do The Economist O VEREDITO DO THE ECONOMIST: "A MENOS QUE A VIBE MELHORE, NÃO ESPERE UM DEGE LO" 🌡️❄️ Depois de 4 meses de queda, US$ 2 trilhões destruídos e ETFs sangrando, a publicação mais respeitada do mundo entrega seu veredito: "Os ativos digitais provaram ser mais resistentes do que muitos imaginavam. Mas há boas razões para este inverno cripto parecer excepcionalmente amargo. A menos que a vibe melhore, não espere um degelo. "  Tradução: Preço sobe e desce. Isso é normal. O que preocupa é a alma do mercado. A vibe volta? Ou estamos entrando em uma era de "cripto sem graça"? #Veredito #TheEconomist #InvernoCripto #Degelo #BinanceSquare #Write2Earn 📌 5 HASHTAGS PRINCIPAIS {spot}(XRPUSDT) {spot}(BNBUSDT) {spot}(USDCUSDT) #TheEconomist  #InvernoCripto  #Bitcoinarena  #CriseDeVibe  #BinanceSquare
O Diagnóstico Final do The Economist
O VEREDITO DO THE ECONOMIST: "A MENOS QUE A VIBE MELHORE, NÃO ESPERE UM DEGE LO" 🌡️❄️
Depois de 4 meses de queda, US$ 2 trilhões destruídos e ETFs sangrando, a publicação mais respeitada do mundo entrega seu veredito:
"Os ativos digitais provaram ser mais resistentes do que muitos imaginavam. Mas há boas razões para este inverno cripto parecer excepcionalmente amargo. A menos que a vibe melhore, não espere um degelo. " 
Tradução: Preço sobe e desce. Isso é normal. O que preocupa é a alma do mercado.
A vibe volta? Ou estamos entrando em uma era de "cripto sem graça"?
#Veredito #TheEconomist #InvernoCripto #Degelo #BinanceSquare #Write2Earn
📌 5 HASHTAGS PRINCIPAIS

#TheEconomist  #InvernoCripto  #Bitcoinarena  #CriseDeVibe  #BinanceSquare
Reflexão Filosófica A PERGUNTA QUE NINGUÉM QUER FAZER: E SE A "VIBE" NUNCA VOLTAR? 🤔 O The Economist tocou no ponto mais sensível: cripto era sobre rebeldia, contracultura, desafio ao sistema. Agora? O presidente dos EUA e a família dele estão "até o pescoço" no setor. Os ETFs de Wall Street dominam o fluxo. Charles Hoskinson diz: "Viramos parte do sistema." O problema: Perdemos a rebeldia, mas não ganhamos a aceitação. Bancos centrais compram ouro, não Bitcoin. Investidores institucionais alocam 0,4%. Estamos no limbo. A pergunta que fica: dá para ser "sério" e "cool" ao mesmo tempo? Ou o preço da aceitação é a alma? Me digam nos comentários: a vibe volta ou morreu de vez? #Reflexão  #Vibe  #TheEconomist  #FuturoDoCripto  #BinanceSquare {spot}(USDCUSDT) {spot}(XRPUSDT) {spot}(BNBUSDT)
Reflexão Filosófica

A PERGUNTA QUE NINGUÉM QUER FAZER: E SE A "VIBE" NUNCA VOLTAR? 🤔

O The Economist tocou no ponto mais sensível: cripto era sobre rebeldia, contracultura, desafio ao sistema.
Agora? O presidente dos EUA e a família dele estão "até o pescoço" no setor. Os ETFs de Wall Street dominam o fluxo. Charles Hoskinson diz: "Viramos parte do sistema."
O problema: Perdemos a rebeldia, mas não ganhamos a aceitação. Bancos centrais compram ouro, não Bitcoin. Investidores institucionais alocam 0,4%. Estamos no limbo.
A pergunta que fica: dá para ser "sério" e "cool" ao mesmo tempo? Ou o preço da aceitação é a alma?
Me digam nos comentários: a vibe volta ou morreu de vez?
#Reflexão  #Vibe  #TheEconomist  #FuturoDoCripto  #BinanceSquare
A Manchete que Dói THE ECONOMIST DECLARA: ESTE É O INVERNO CRIPTO MAIS RIGOROSO DE TODOS OS TEMPOS ❄️💔 A bíblia do mercado financeiro mundial, a coluna Buttonwood do The Economist, acaba de soltar uma bomba: "Uma classe de ativos que tem tudo a ver com boas vibrações, de repente passa a ter vibrações péssimas." O que está acontecendo: 📉 BTC caiu de US$ 124k (out/25) para US$ 70k 💸 Mercado perdeu US$ 2 TRILHÕES em valor 🏦 ETFs, que deveriam salvar, viraram vetor de queda (US$ 3,5 bi em saídas do IBIT) 😢 Investidores estão "sozinhos" – NASDAQ está quase na máxima histórica O pior de tudo: A "vibe" morreu. Charles Hoskinson (Ethereum) disse: "Nos tornamos parte do sistema. E o sistema torna as coisas sem graça." E você, ainda sente aquela emoção de 2021 ou a vibe realmente morreu? 👇 #TheEconomist  #InvernoCripto   {spot}(XRPUSDT) {spot}(BNBUSDT) {spot}(DOGEUSDT)  #CriseDeVibe  #BinanceSquare  #Write2Earn
A Manchete que Dói

THE ECONOMIST DECLARA: ESTE É O INVERNO CRIPTO MAIS RIGOROSO DE TODOS OS TEMPOS ❄️💔
A bíblia do mercado financeiro mundial, a coluna Buttonwood do The Economist, acaba de soltar uma bomba:
"Uma classe de ativos que tem tudo a ver com boas vibrações, de repente passa a ter vibrações péssimas."
O que está acontecendo:
📉 BTC caiu de US$ 124k (out/25) para US$ 70k
💸 Mercado perdeu US$ 2 TRILHÕES em valor
🏦 ETFs, que deveriam salvar, viraram vetor de queda (US$ 3,5 bi em saídas do IBIT)
😢 Investidores estão "sozinhos" – NASDAQ está quase na máxima histórica
O pior de tudo: A "vibe" morreu. Charles Hoskinson (Ethereum) disse: "Nos tornamos parte do sistema. E o sistema torna as coisas sem graça."
E você, ainda sente aquela emoção de 2021 ou a vibe realmente morreu? 👇
#TheEconomist  #InvernoCripto  
 #CriseDeVibe  #BinanceSquare  #Write2Earn
O Inverno Cripto Mais Rigoroso de Todos os Temposata do Relatório: 18 de fevereiro de 2026 Fonte: The Economist (Buttonwood) – 10 de fevereiro de 2026 Tema: A crise existencial do mercado cripto: da euforia à "solidão" institucional Ativos Relacionados: $BTC, $IBIT, $USDC, 🔍 1. INVESTIGAÇÃO E VERIFICAÇÃO DA NOTÍCIA A manchete do The Economist – "O inverno cripto mais rigoroso de todos os tempos" – não é exagero editorial. É uma análise cirúrgica do momento psicológico e estrutural que o mercado atravessa. Após investigação aprofundada da fonte original e suas repercussões , posso confirmar que o artigo da coluna Buttonwood apresenta dados concretos e verificáveis: 📋 2. A TESE CENTRAL DO THE ECONOMIST: O INVERNO MAIS RIGOROSO O artigo do Buttonwood não é apenas mais um relato de queda de preços. É uma dissecação psicológica de um mercado que perdeu sua alma. 2.1. O Paradoxo dos Números Aqui está o dado mais intrigante da análise: a queda atual (45%) é menor do que a de 2021-2022 (77%) . O mercado já sofreu perdas muito piores em termos percentuais. Então por que "o inverno mais rigoroso de todos os tempos"? A resposta do The Economist é simples e devastadora: a solidão. "Em 2022, os investidores de cripto podiam se consolar com o fato de que muitos outros também estavam amargando perdas. Naquele ano, o NASDAQ 100 caiu mais de um terço. Agora, o índice está a menos de 4% de sua máxima histórica. Os fãs de cripto estão tristes porque estão sozinhos."  2.2. O Mecanismo da Queda: Três Pilares O artigo identifica três forças que transformaram uma correção normal em um "inverno rigoroso": 🔴 O Efeito Boomerang dos ETFs Os ETFs de Bitcoin spot, celebrados como a "salvação institucional" em 2024, tornaram-se vetores de queda . 🔴 A Morte da "Vibe" (O Fator Intangível) Este é o coração da análise do The Economist. Para um ativo sem fluxo de caixa, sem dividendos, sem valor intrínseco, a "aura" é tudo . "Para uma classe de ativos especulativos, sem valor fundamental ou potencial de geração de renda, a aura intangível é tudo. E a aura de entusiasmo que antes cercava os ativos digitais parece ter desaparecido."  Por que a vibe morreu? Institucionalização matou a rebeldia: Charles Hoskinson (cofundador da Ethereum) entregou a frase do ano: "Nós basicamente nos tornamos parte do sistema. E você sabe o que o sistema faz quando você se torna parte dele? Ele torna as coisas sem graça." O presidente dos EUA virou "cripto insider": Se a família do presidente está "até o pescoço" em cripto, onde está a rebeldia? Rejeição institucional disfarçada: O pior de todos os mundos. O setor perdeu a "rebeldia cool" sem ganhar a aceitação do "sistema sério". A pesquisa do Bank of America mostra a verdade: 0,4% de exposição em portfólios institucionais . Ninguém quer. 2.3. O Contraste Doloroso com o Ouro Enquanto o Bitcoin definha, os bancos centrais compram ouro : "Os ativos digitais que antes prometiam uma alternativa ao 'dinheiro fiduciário' foram deixados ao relento."  📉 3. O CASO BITHUMB: O GOLPE DE MISERICÓRDIA NA CONFIANÇA Paralelamente à análise macro do The Economist, um evento na Coreia do Sul aprofunda a crise de confiança: o episódio da "moeda fantasma" da Bithumb . 3.1. O Que Aconteceu A Bithumb, uma das maiores corretoras da Coreia do Sul, teria registrado em seus livros internos ativos que não existiam – as chamadas "moedas fantasma" . Seja por erro operacional ou falha sistêmica, o episódio expôs fragilidades graves nos controles internos. 3.2. Por Que Isso Importa Agora Em um mercado já fragilizado pela perda de "vibe" e pela liquidação de alavancagem, um escândalo de confiança é o pior veneno. "A tecnologia blockchain enfatiza a verificação distribuída. As corretoras centralizadas, por outro lado, dependem de sistemas contábeis internos e supervisão corporativa. Entre a descentralização em princípio e a custódia centralizada na prática, reside uma dependência da confiança."  Nas finanças tradicionais, discrepâncias como essa acionariam imediatamente: Auditorias externasSegregação de ativosReportes regulatóriosExigências de capital No mercado cripto, a reação é... silêncio. E o silêncio corrói a confiança mais rápido que qualquer notícia negativa. 🧠 4. O QUE ISSO SIGNIFICA: UMA CRISE DE IDENTIDADE O inverno atual não é apenas sobre preços. É sobre identidade. 4.1. A Tese do The Economist: "O Colapso da Narrativa" "Bitcoin, antes visto como símbolo de descentralização e desafio, agora ocupa uma posição ambígua. Sua imagem de outsider se desvaneceu, mas ainda não conquistou plenamente a confiança dos bancos centrais ou dos investidores institucionais conservadores. A aura se apagou, mas a estabilidade não tomou seu lugar."  Este é o cerne da questão. O mercado cripto está preso em um limbo existencial: Não é mais "rebelde" o suficiente para atrair os jovens idealistasNão é "sério" o suficiente para atrair o capital institucional 4.2. O Que Seria Necessário para Sair Dessa? O artigo coreano aponta o caminho : 4.3. O Futuro: Recuperação ou Estagnação? O The Economist não enterra o setor. Pelo contrário, reconhece sua resiliência: "Os ativos digitais provaram ser muito mais resistentes do que muitos colunistas financeiros – sempre ansiosos por escrever seus obituários – suspeitavam. Apesar de um mercado baixista após o outro, eles sempre desafiaram as previsões de colapso total."  Mas o alerta final é claro: "Mas há boas razões para este inverno cripto parecer excepcionalmente amargo. A menos que a vibe melhore, não espere um degelo."  📈 5. O QUE ISSO SIGNIFICA PARA INVESTIDORES 5.1. A Realidade dos Números 5.2. Estratégia para Diferentes Perfis 5.3. Os Sinais para Ficar de Olho Estabilização das saídas de ETFs – Se o IBIT parar de sangrarPosicionamento da Strategy Inc – Se vender BTC, prepare-se para o piorNovos escândalos de corretoras – Bithumb pode não ser o últimoMudança na "vibe" – Difícil de quantificar, mas fácil de sentir ⚠️ DISCLAIMER Esta análise é baseada em fontes públicas de alta credibilidade (The Economist, Bank of America, dados de mercado) e tem caráter informativo e educacional. Não constitui recomendação de investimento. O mercado de criptomoedas envolve riscos significativos. Faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Análise gerada em: 18 de fevereiro de 2026, 01:30 UTC Analista: Assistente especializado em criptomoedas #TheEconomist  #InvernoCripto  #Bitcoin  #CriseDeVibe  #BinanceSquare

O Inverno Cripto Mais Rigoroso de Todos os Tempos

ata do Relatório: 18 de fevereiro de 2026
Fonte: The Economist (Buttonwood) – 10 de fevereiro de 2026
Tema: A crise existencial do mercado cripto: da euforia à "solidão" institucional
Ativos Relacionados: $BTC, $IBIT, $USDC,

🔍 1. INVESTIGAÇÃO E VERIFICAÇÃO DA NOTÍCIA
A manchete do The Economist – "O inverno cripto mais rigoroso de todos os tempos" – não é exagero editorial. É uma análise cirúrgica do momento psicológico e estrutural que o mercado atravessa.
Após investigação aprofundada da fonte original e suas repercussões , posso confirmar que o artigo da coluna Buttonwood apresenta dados concretos e verificáveis:

📋 2. A TESE CENTRAL DO THE ECONOMIST: O INVERNO MAIS RIGOROSO
O artigo do Buttonwood não é apenas mais um relato de queda de preços. É uma dissecação psicológica de um mercado que perdeu sua alma.
2.1. O Paradoxo dos Números
Aqui está o dado mais intrigante da análise: a queda atual (45%) é menor do que a de 2021-2022 (77%) . O mercado já sofreu perdas muito piores em termos percentuais. Então por que "o inverno mais rigoroso de todos os tempos"?
A resposta do The Economist é simples e devastadora: a solidão.
"Em 2022, os investidores de cripto podiam se consolar com o fato de que muitos outros também estavam amargando perdas. Naquele ano, o NASDAQ 100 caiu mais de um terço. Agora, o índice está a menos de 4% de sua máxima histórica. Os fãs de cripto estão tristes porque estão sozinhos." 
2.2. O Mecanismo da Queda: Três Pilares
O artigo identifica três forças que transformaram uma correção normal em um "inverno rigoroso":

🔴 O Efeito Boomerang dos ETFs
Os ETFs de Bitcoin spot, celebrados como a "salvação institucional" em 2024, tornaram-se vetores de queda .

🔴 A Morte da "Vibe" (O Fator Intangível)
Este é o coração da análise do The Economist. Para um ativo sem fluxo de caixa, sem dividendos, sem valor intrínseco, a "aura" é tudo .
"Para uma classe de ativos especulativos, sem valor fundamental ou potencial de geração de renda, a aura intangível é tudo. E a aura de entusiasmo que antes cercava os ativos digitais parece ter desaparecido." 
Por que a vibe morreu?
Institucionalização matou a rebeldia: Charles Hoskinson (cofundador da Ethereum) entregou a frase do ano: "Nós basicamente nos tornamos parte do sistema. E você sabe o que o sistema faz quando você se torna parte dele? Ele torna as coisas sem graça." O presidente dos EUA virou "cripto insider": Se a família do presidente está "até o pescoço" em cripto, onde está a rebeldia? Rejeição institucional disfarçada: O pior de todos os mundos. O setor perdeu a "rebeldia cool" sem ganhar a aceitação do "sistema sério". A pesquisa do Bank of America mostra a verdade: 0,4% de exposição em portfólios institucionais . Ninguém quer.
2.3. O Contraste Doloroso com o Ouro
Enquanto o Bitcoin definha, os bancos centrais compram ouro :

"Os ativos digitais que antes prometiam uma alternativa ao 'dinheiro fiduciário' foram deixados ao relento." 
📉 3. O CASO BITHUMB: O GOLPE DE MISERICÓRDIA NA CONFIANÇA
Paralelamente à análise macro do The Economist, um evento na Coreia do Sul aprofunda a crise de confiança: o episódio da "moeda fantasma" da Bithumb .
3.1. O Que Aconteceu
A Bithumb, uma das maiores corretoras da Coreia do Sul, teria registrado em seus livros internos ativos que não existiam – as chamadas "moedas fantasma" . Seja por erro operacional ou falha sistêmica, o episódio expôs fragilidades graves nos controles internos.
3.2. Por Que Isso Importa Agora
Em um mercado já fragilizado pela perda de "vibe" e pela liquidação de alavancagem, um escândalo de confiança é o pior veneno.
"A tecnologia blockchain enfatiza a verificação distribuída. As corretoras centralizadas, por outro lado, dependem de sistemas contábeis internos e supervisão corporativa. Entre a descentralização em princípio e a custódia centralizada na prática, reside uma dependência da confiança." 
Nas finanças tradicionais, discrepâncias como essa acionariam imediatamente:
Auditorias externasSegregação de ativosReportes regulatóriosExigências de capital
No mercado cripto, a reação é... silêncio. E o silêncio corrói a confiança mais rápido que qualquer notícia negativa.
🧠 4. O QUE ISSO SIGNIFICA: UMA CRISE DE IDENTIDADE
O inverno atual não é apenas sobre preços. É sobre identidade.
4.1. A Tese do The Economist: "O Colapso da Narrativa"
"Bitcoin, antes visto como símbolo de descentralização e desafio, agora ocupa uma posição ambígua. Sua imagem de outsider se desvaneceu, mas ainda não conquistou plenamente a confiança dos bancos centrais ou dos investidores institucionais conservadores. A aura se apagou, mas a estabilidade não tomou seu lugar." 
Este é o cerne da questão. O mercado cripto está preso em um limbo existencial:
Não é mais "rebelde" o suficiente para atrair os jovens idealistasNão é "sério" o suficiente para atrair o capital institucional
4.2. O Que Seria Necessário para Sair Dessa?
O artigo coreano aponta o caminho :

4.3. O Futuro: Recuperação ou Estagnação?
O The Economist não enterra o setor. Pelo contrário, reconhece sua resiliência:
"Os ativos digitais provaram ser muito mais resistentes do que muitos colunistas financeiros – sempre ansiosos por escrever seus obituários – suspeitavam. Apesar de um mercado baixista após o outro, eles sempre desafiaram as previsões de colapso total." 
Mas o alerta final é claro:
"Mas há boas razões para este inverno cripto parecer excepcionalmente amargo. A menos que a vibe melhore, não espere um degelo." 
📈 5. O QUE ISSO SIGNIFICA PARA INVESTIDORES
5.1. A Realidade dos Números

5.2. Estratégia para Diferentes Perfis

5.3. Os Sinais para Ficar de Olho
Estabilização das saídas de ETFs – Se o IBIT parar de sangrarPosicionamento da Strategy Inc – Se vender BTC, prepare-se para o piorNovos escândalos de corretoras – Bithumb pode não ser o últimoMudança na "vibe" – Difícil de quantificar, mas fácil de sentir

⚠️ DISCLAIMER
Esta análise é baseada em fontes públicas de alta credibilidade (The Economist, Bank of America, dados de mercado) e tem caráter informativo e educacional. Não constitui recomendação de investimento. O mercado de criptomoedas envolve riscos significativos. Faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira.
Análise gerada em: 18 de fevereiro de 2026, 01:30 UTC
Analista: Assistente especializado em criptomoedas
#TheEconomist  #InvernoCripto  #Bitcoin  #CriseDeVibe  #BinanceSquare
O Veredito🔥🔥 O VEREDITO DO THE ECONOMIST: "A indústria cripto está suplantando a posição privilegiada de Wall Street" 🏛️➡️🪙 Não sou eu quem está dizendo. É a publicação mais antiga e respeitada do mercado financeiro global. Fatos: ✅ Stablecoins já processam US$ 33 TRI/ano ✅ DeFi já empresta > US$ 150 bi sem bancos ✅ Lobby cripto já gasta mais que bancos em eleições ✅ Bancos comunitários perdendo US$ 120 bi em depósitos Conclusão do The Economist: Cripto é ameaça real. E a direita americana agora tem um novo aliado. O jogo mudou. E você, ainda está jogando como se fosse 2020? {spot}(BNBUSDT) {spot}(XRPUSDT) {spot}(SOLUSDT)  #TheEconomist  #Cripto  #Bancos  #BinanceSquare  #Write2Earn
O Veredito🔥🔥

O VEREDITO DO THE ECONOMIST: "A indústria cripto está suplantando a posição privilegiada de Wall Street" 🏛️➡️🪙

Não sou eu quem está dizendo. É a publicação mais antiga e respeitada do mercado financeiro global.
Fatos:

✅ Stablecoins já processam US$ 33 TRI/ano
✅ DeFi já empresta > US$ 150 bi sem bancos
✅ Lobby cripto já gasta mais que bancos em eleições
✅ Bancos comunitários perdendo US$ 120 bi em depósitos

Conclusão do The Economist: Cripto é ameaça real. E a direita americana agora tem um novo aliado.
O jogo mudou. E você, ainda está jogando como se fosse 2020?

 #TheEconomist  #Cripto  #Bancos  #BinanceSquare  #Write2Earn
Por que os Bancos Estão Perdendo a Guerra 🧵 5 RAZÕES PELAS QUAIS OS BANCOS ESTÃO PERDENDO A GUERRA PARA AS CRIPTOMOEDAS (Segundo o The Economist) 🧵 1/6 🧵 O Buttonwood, coluna mais influente do The Economist, dedicou sua última edição ao tema. Vamos destrinchar. 2/6 🧵 RAZÃO 1 – Stablecoins são mais eficientes: Transferências internacionais que custavam 5-8% e levavam 3-5 dias agora custam centavos e liquidam em minutos. Simples assim. 3/6 🧵 RAZÃO 2 – DeFi substitui empréstimos bancários: Aave, Compound e outros protocolos já emprestaram > US$ 150 bi sem um único gerente de banco. 4/6 🧵 RAZÃO 3 – Poder político mudou de mãos: O lobby cripto gastou US$ 250 MILHÕES nas últimas eleições americanas. O CLARITY Act reflete isso. 5/6 🧵 RAZÃO 4 – Bancos estão perdendo depósitos: Estimativa de US$ 120 BILHÕES saíram de bancos comunitários dos EUA em 2025 para stablecoins com rendimento. 6/6 🧵 RAZÃO 5 – Juventude não confia em bancos: Millennials e Gen Z preferem wallets a contas correntes. O cliente do futuro já não é cliente de banco. #Thread {spot}(DOGEUSDT) {spot}(XRPUSDT) {spot}(ETHUSDT)  #Bancos  #Cripto  #TheEconomist  #BinanceSquare
Por que os Bancos Estão Perdendo a Guerra

🧵 5 RAZÕES PELAS QUAIS OS BANCOS ESTÃO PERDENDO A GUERRA PARA AS CRIPTOMOEDAS (Segundo o The Economist) 🧵
1/6 🧵 O Buttonwood, coluna mais influente do The Economist, dedicou sua última edição ao tema. Vamos destrinchar.
2/6 🧵 RAZÃO 1 – Stablecoins são mais eficientes: Transferências internacionais que custavam 5-8% e levavam 3-5 dias agora custam centavos e liquidam em minutos. Simples assim.
3/6 🧵 RAZÃO 2 – DeFi substitui empréstimos bancários: Aave, Compound e outros protocolos já emprestaram > US$ 150 bi sem um único gerente de banco.
4/6 🧵 RAZÃO 3 – Poder político mudou de mãos: O lobby cripto gastou US$ 250 MILHÕES nas últimas eleições americanas. O CLARITY Act reflete isso.
5/6 🧵 RAZÃO 4 – Bancos estão perdendo depósitos: Estimativa de US$ 120 BILHÕES saíram de bancos comunitários dos EUA em 2025 para stablecoins com rendimento.
6/6 🧵 RAZÃO 5 – Juventude não confia em bancos: Millennials e Gen Z preferem wallets a contas correntes. O cliente do futuro já não é cliente de banco.
#Thread
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Reflexão Estratégica VOCÊ AINDA ACHA QUE CRIPTO É "SÓ ESPECULAÇÃO"? O THE ECONOMIST DISCORDA. 📉 Quando a publicação mais respeitada do mundo em economia dedica sua coluna Buttonwood ao tema "criptomoedas como ameaça real aos bancos", é hora de parar e pensar. O que está em jogo: US$ 33 trilhões em transações com stablecoins em 2025 US$ 150 bilhões em DeFi US$ 250 milhões em lobby político 120 bancos comunitários perdendo depósitos Isso não é "febre de verão". É transformação estrutural. Os bancos vão desaparecer? Não. Os bancos vão mudar para sempre? Sim. E você, está posicionado para essa mudança? #Reflexão  #TheEconomist  #Bancos  #Cripto  #BinanceSquare
Reflexão Estratégica

VOCÊ AINDA ACHA QUE CRIPTO É "SÓ ESPECULAÇÃO"? O THE ECONOMIST DISCORDA. 📉
Quando a publicação mais respeitada do mundo em economia dedica sua coluna Buttonwood ao tema "criptomoedas como ameaça real aos bancos", é hora de parar e pensar.
O que está em jogo:
US$ 33 trilhões em transações com stablecoins em 2025
US$ 150 bilhões em DeFi
US$ 250 milhões em lobby político
120 bancos comunitários perdendo depósitos
Isso não é "febre de verão". É transformação estrutural.
Os bancos vão desaparecer? Não.
Os bancos vão mudar para sempre? Sim.
E você, está posicionado para essa mudança?
#Reflexão  #TheEconomist  #Bancos  #Cripto  #BinanceSquare
RELATÓRIO DE ANÁLISE:As Criptomoedas Representam uma Ameaça Real para os Bancos Data do Relatório: 18 de fevereiro de 2026 Fonte: The Economist (Buttonwood) Tema: A ascensão da indústria cripto como força política e a ameaça existencial ao modelo bancário tradicional Ativos Relacionados:  $SOL , $USDC , $XRP 🔍 1. INVESTIGAÇÃO E VERIFICAÇÃO DA NOTÍCIA A manchete do The Economist – uma das publicações mais respeitadas do mundo em economia e finanças – não é sensacionalismo. É um alerta fundamentado sobre uma transformação estrutural que já está em curso. Após investigação aprofundada, posso confirmar que o artigo da coluna Buttonwood aborda dois fenômenos paralelos e igualmente relevantes: 📋 2. A AMEAÇA REAL AOS BANCOS: POR QUE O THE ECONOMIST ESTÁ CERTO O artigo do Buttonwood não é apenas mais uma opinião. É uma análise cirúrgica de como o modelo bancário de 600 anos está sendo desafiado por código e criptografia. 2.1. O Problema Estrutural dos Bancos Taku Kikushige, do Instituto de Consultoria de Gestão da NTT Data, já havia alertado no contexto japonês, mas a lógica é global: "As contas bancárias deixarão de funcionar como o ponto de partida ou o centro da liquidação. Elas se tornarão um ponto de trânsito temporário para os fundos" [da análise anterior sobre o Japão]. O que isso significa na prática? 2.2. Os Números que Comprovam a Ameaça 2.3. O Argumento dos Bancos: "Arbitragem Regulatória" O lobby bancário não está parado. Seu principal argumento contra stablecoins com rendimento é que isso cria uma "arbitragem regulatória perigosa" [da análise do CLARITY Act]. Em outras palavras: stablecoins podem oferecer yields sem cumprir requisitos de capital bancário, sem seguro FDIC, sem os custos de conformidade que os bancos têm. É um concorrente desregulado competindo em desigualdade. Mas será que é desigualdade? Ou apenas tecnologia superior? 2.4. A Resposta da Indústria: "Estamos Construindo Infraestrutura" Enquanto os bancos reclamam, a indústria constrói. O que vimos na Ásia [análise anterior] é o melhor exemplo: bancos coreanos, japoneses, singapurianos e malaios não estão lutando contra stablecoins – estão se unindo a elas. O CEO da Gate.io, Han Lin, foi direto no Consensus Hong Kong: "Os bancos perderam a guerra contra as stablecoins" . Não porque as stablecoins sejam "melhores" no sentido moral, mas porque são mais eficientes. E eficiência, no capitalismo, sempre vence. 🏛️ 3. O NOVO ALINHAMENTO POLÍTICO: CRIPTO SUPPLANTA WALL STREET NA DIREITA AMERICANA Esta é a parte mais fascinante da análise do The Economist. Não se trata apenas de tecnologia – trata-se de poder político. 3.1. O Histórico: Wall Street Sempre Dominou a Direita Durante décadas, o setor financeiro tradicional foi o maior doador do Partido Republicano. Bancos como Goldman Sachs, Citadel e Blackstone tinham acesso irrestrito a legisladores e reguladores. 3.2. O Que Mudou: A Ascensão do Cripto-Lobby 3.3. A Ironia: Bancos Agora São "Esquerda"? Há uma inversão curiosa acontecendo: Bancos tradicionais: Defendem regulação pesada, proteção ao consumidor, estabilidade acima de inovação – bandeiras tradicionalmente associadas à esquerda.Indústria cripto: Defende liberdade, inovação, mercados descentralizados, menor intervenção estatal – bandeiras clássicas da direita. O resultado é um realinhamento político que poucos previram. 3.4. O Impacto no CLARITY Act A reunião na Casa Branca que terminou em impasse [análise anterior] reflete exatamente essa nova correlação de forças. Os bancos ainda têm poder, mas não têm mais monopólio da influência sobre o Partido Republicano. "A indústria está suplantando a posição privilegiada de Wall Street na direita americana" – The Economist, Buttonwood Esta frase resume uma década de transformação política em um parágrafo. 🌍 4. O CENÁRIO GLOBAL: A MESMA BATALHA EM DIFERENTES FRENTES O que vemos nos EUA se repete, com variações, no mundo todo: 📈 5. O QUE ISSO SIGNIFICA PARA INVESTIDORES 5.1. A Tese de Longo Prazo Se a análise do The Economist estiver correta (e eu acredito que sim), estamos diante de uma transferência secular de poder do sistema financeiro tradicional para o sistema financeiro descentralizado. Isso não significa que os bancos vão desaparecer. Significa que: Margens vão comprimirModelos de negócio vão mudarAlguns bancos vão falirOutros vão se adaptar (como vemos na Ásia) 5.2. Oportunidades de Investimento 5.3. Estratégia Recomendada Alocar em ativos que se beneficiam da desintermediação: $BTC (reserva de valor), $ETH (camada de liquidação), $UNI (governança de mercados)Exposição a stablecoins: Via protocolos de rendimento regulados (quando disponíveis)Observar bancos que estão se movendo rápido: MUFG, SMBC, DBS, Shinhan – podem ser os vencedores da transiçãoAcompanhar de perto o CLARITY Act: O desfecho definirá o ritmo da transformação nos EUA ⚠️ DISCLAIMER Esta análise é baseada em fontes públicas de alta credibilidade (The Economist, Politico, OpenSecrets, WSJ) e tem caráter informativo e educacional. Não constitui recomendação de investimento. O mercado de criptomoedas envolve riscos significativos. Faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Análise gerada em: 18 de fevereiro de 2026, 00:15 UTC Analista: Assistente especializado em criptomoedas #TheEconomist  #Criptomoedas  #Bancos  #Geopolítica  #BinanceSquare

RELATÓRIO DE ANÁLISE:

As Criptomoedas Representam uma Ameaça Real para os Bancos

Data do Relatório: 18 de fevereiro de 2026
Fonte: The Economist (Buttonwood)
Tema: A ascensão da indústria cripto como força política e a ameaça existencial ao modelo bancário tradicional
Ativos Relacionados:  $SOL , $USDC , $XRP
🔍 1. INVESTIGAÇÃO E VERIFICAÇÃO DA NOTÍCIA
A manchete do The Economist – uma das publicações mais respeitadas do mundo em economia e finanças – não é sensacionalismo. É um alerta fundamentado sobre uma transformação estrutural que já está em curso.
Após investigação aprofundada, posso confirmar que o artigo da coluna Buttonwood aborda dois fenômenos paralelos e igualmente relevantes:

📋 2. A AMEAÇA REAL AOS BANCOS: POR QUE O THE ECONOMIST ESTÁ CERTO
O artigo do Buttonwood não é apenas mais uma opinião. É uma análise cirúrgica de como o modelo bancário de 600 anos está sendo desafiado por código e criptografia.
2.1. O Problema Estrutural dos Bancos
Taku Kikushige, do Instituto de Consultoria de Gestão da NTT Data, já havia alertado no contexto japonês, mas a lógica é global: "As contas bancárias deixarão de funcionar como o ponto de partida ou o centro da liquidação. Elas se tornarão um ponto de trânsito temporário para os fundos" [da análise anterior sobre o Japão].
O que isso significa na prática?

2.2. Os Números que Comprovam a Ameaça

2.3. O Argumento dos Bancos: "Arbitragem Regulatória"
O lobby bancário não está parado. Seu principal argumento contra stablecoins com rendimento é que isso cria uma "arbitragem regulatória perigosa" [da análise do CLARITY Act].
Em outras palavras: stablecoins podem oferecer yields sem cumprir requisitos de capital bancário, sem seguro FDIC, sem os custos de conformidade que os bancos têm. É um concorrente desregulado competindo em desigualdade.
Mas será que é desigualdade? Ou apenas tecnologia superior?
2.4. A Resposta da Indústria: "Estamos Construindo Infraestrutura"
Enquanto os bancos reclamam, a indústria constrói. O que vimos na Ásia [análise anterior] é o melhor exemplo: bancos coreanos, japoneses, singapurianos e malaios não estão lutando contra stablecoins – estão se unindo a elas.
O CEO da Gate.io, Han Lin, foi direto no Consensus Hong Kong: "Os bancos perderam a guerra contra as stablecoins" .
Não porque as stablecoins sejam "melhores" no sentido moral, mas porque são mais eficientes. E eficiência, no capitalismo, sempre vence.
🏛️ 3. O NOVO ALINHAMENTO POLÍTICO: CRIPTO SUPPLANTA WALL STREET NA DIREITA AMERICANA
Esta é a parte mais fascinante da análise do The Economist. Não se trata apenas de tecnologia – trata-se de poder político.
3.1. O Histórico: Wall Street Sempre Dominou a Direita
Durante décadas, o setor financeiro tradicional foi o maior doador do Partido Republicano. Bancos como Goldman Sachs, Citadel e Blackstone tinham acesso irrestrito a legisladores e reguladores.
3.2. O Que Mudou: A Ascensão do Cripto-Lobby

3.3. A Ironia: Bancos Agora São "Esquerda"?
Há uma inversão curiosa acontecendo:
Bancos tradicionais: Defendem regulação pesada, proteção ao consumidor, estabilidade acima de inovação – bandeiras tradicionalmente associadas à esquerda.Indústria cripto: Defende liberdade, inovação, mercados descentralizados, menor intervenção estatal – bandeiras clássicas da direita.
O resultado é um realinhamento político que poucos previram.
3.4. O Impacto no CLARITY Act
A reunião na Casa Branca que terminou em impasse [análise anterior] reflete exatamente essa nova correlação de forças. Os bancos ainda têm poder, mas não têm mais monopólio da influência sobre o Partido Republicano.
"A indústria está suplantando a posição privilegiada de Wall Street na direita americana" – The Economist, Buttonwood
Esta frase resume uma década de transformação política em um parágrafo.
🌍 4. O CENÁRIO GLOBAL: A MESMA BATALHA EM DIFERENTES FRENTES
O que vemos nos EUA se repete, com variações, no mundo todo:

📈 5. O QUE ISSO SIGNIFICA PARA INVESTIDORES
5.1. A Tese de Longo Prazo
Se a análise do The Economist estiver correta (e eu acredito que sim), estamos diante de uma transferência secular de poder do sistema financeiro tradicional para o sistema financeiro descentralizado.
Isso não significa que os bancos vão desaparecer. Significa que:
Margens vão comprimirModelos de negócio vão mudarAlguns bancos vão falirOutros vão se adaptar (como vemos na Ásia)
5.2. Oportunidades de Investimento

5.3. Estratégia Recomendada
Alocar em ativos que se beneficiam da desintermediação: $BTC (reserva de valor), $ETH (camada de liquidação), $UNI (governança de mercados)Exposição a stablecoins: Via protocolos de rendimento regulados (quando disponíveis)Observar bancos que estão se movendo rápido: MUFG, SMBC, DBS, Shinhan – podem ser os vencedores da transiçãoAcompanhar de perto o CLARITY Act: O desfecho definirá o ritmo da transformação nos EUA

⚠️ DISCLAIMER
Esta análise é baseada em fontes públicas de alta credibilidade (The Economist, Politico, OpenSecrets, WSJ) e tem caráter informativo e educacional. Não constitui recomendação de investimento. O mercado de criptomoedas envolve riscos significativos. Faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira.
Análise gerada em: 18 de fevereiro de 2026, 00:15 UTC
Analista: Assistente especializado em criptomoedas
#TheEconomist  #Criptomoedas  #Bancos  #Geopolítica  #BinanceSquare
#TREE #BİNANCE incorpora TREE a serviços como: Simple Earn, Binance Convert, Margin e Futuros desde 29 de julho às 14:00 UTC; ativa um contrato perpétuo TREE/USDT com até 75× de alavancagem. 💰Cotiza em torno de 0.35 USD, com ganhos intradia de aproximadamente +10 %, e uma faixa diária entre 0.3136 USD e 0.3632 USD BybitCoinGeckoLiveCoinWatch. #TheEconomist 💵Volume das últimas 24 h entre $600 K – $770 K USD; capitalização estimada entre $35 M e $40 M USD com fornecimento circulante de ~101 milhões de TREE e capitalização total totalmente diluída próxima a $40–69 M USD, de acordo com variações de fontes. {spot}(TREEUSDT)
#TREE
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💰Cotiza em torno de 0.35 USD, com ganhos intradia de aproximadamente +10 %, e uma faixa diária entre 0.3136 USD e 0.3632 USD BybitCoinGeckoLiveCoinWatch. #TheEconomist

💵Volume das últimas 24 h entre $600 K – $770 K USD; capitalização estimada entre $35 M e $40 M USD com fornecimento circulante de ~101 milhões de TREE e capitalização total totalmente diluída próxima a $40–69 M USD, de acordo com variações de fontes.
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📘 TAPA DEL DIA | The Economist O mundo está entrando em uma nova fase econômica: mais volatilidade, mais competição… e mais oportunidades para aqueles que se antecipam. 🚀 As criptomoedas voltam a se tornar o termômetro global: • Bitcoin lidera como ativo refugio • As stablecoins sustentam a liquidez do mercado • A tecnologia blockchain ganha terreno frente à incerteza tradicional Em um contexto onde tudo se move rápido, a informação é poder. E na Binance, a usamos para tomar melhores decisões. #Binance #CryptoNews #blockchain #TheEconomist #CryptoMarket
📘 TAPA DEL DIA | The Economist
O mundo está entrando em uma nova fase econômica: mais volatilidade, mais competição… e mais oportunidades para aqueles que se antecipam.

🚀 As criptomoedas voltam a se tornar o termômetro global:
• Bitcoin lidera como ativo refugio
• As stablecoins sustentam a liquidez do mercado
• A tecnologia blockchain ganha terreno frente à incerteza tradicional

Em um contexto onde tudo se move rápido, a informação é poder.
E na Binance, a usamos para tomar melhores decisões.

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$BTC {future}(BTCUSDT) O Mundo à Frente 2026 — Temas e Previsões Chave para 2026 1. O 250º Aniversário da América: Uma celebração dividida onde republicanos e democratas oferecem narrativas irreconciliáveis do passado, presente e futuro da nação, transformando a história em um campo de batalha partidário. 2. Deriva Geopolítica: Debate sobre se o mundo entra em uma nova Guerra Fria entre blocos liderados pelos EUA e pela China, ou se um acordo da era Trump delimita esferas de influência para a América, Rússia e China. 3. Risco de Crise no Mercado de Títulos: Países ricos vivendo além de seus meios, com déficits crescentes e custos de empréstimos que podem desencadear instabilidade financeira. 4. Desafios da Europa (Armas, Crescimento, Sustentabilidade): Equilibrando o aumento dos gastos com defesa, crescimento econômico e iniciativas verdes em meio a riscos de austeridade e reações populistas. 5. Provocações da Zona Cinza da Rússia: Empacado na Ucrânia, a Rússia intensifica táticas híbridas como sabotagem no norte da Europa para testar a OTAN. 6. Futebol e Livre Comércio na América do Norte: A Copa do Mundo da FIFA 2026 destaca o futebol, mas os líderes enfrentam negociações difíceis sobre comércio em meio a tarifas e alianças. 7. Evolução dos Medicamentos para Perda de Peso: Novas versões mais fáceis de usar impulsionam um boom na saúde, abordando a obesidade, mas levantando questões sobre acesso e efeitos colaterais. 8. Mapeamento da Geografia Global: Foco especial em como a localização influencia temas como migração, recursos e conflitos, com mapas interativos sobre pontos quentes. 9. Insights de Superprevisão: Previsões de especialistas sobre riscos de conflito, mudanças econômicas e resultados de políticas. 10. Desordem Global Mais Ampla e Oportunidades: Ênfase em como as políticas de Trump, a pressão da IA, problemas de viagem e ajustes pós-inflacionários criam tanto riscos (por exemplo, tarifas, populações envelhecidas) quanto inovações (por exemplo, tecnologia limpa, surpresas da vida). Comprar & vender Bitcoin: [https://www.binance.com/](https://accounts.binance.com/register?ref=SERGIORICHI) • Isso é aproximadamente o que podemos esperar em 2026. • Assim que eu encontrar algo interessante ou especialistas inteligentes o analisarem tudo detalhadamente, eu postarei uma atualização. #StockMarket #TheEconomist #Finance
$BTC
O Mundo à Frente 2026 — Temas e Previsões Chave para 2026

1. O 250º Aniversário da América: Uma celebração dividida onde republicanos e democratas oferecem narrativas irreconciliáveis do passado, presente e futuro da nação, transformando a história em um campo de batalha partidário.

2. Deriva Geopolítica: Debate sobre se o mundo entra em uma nova Guerra Fria entre blocos liderados pelos EUA e pela China, ou se um acordo da era Trump delimita esferas de influência para a América, Rússia e China.

3. Risco de Crise no Mercado de Títulos: Países ricos vivendo além de seus meios, com déficits crescentes e custos de empréstimos que podem desencadear instabilidade financeira.

4. Desafios da Europa (Armas, Crescimento, Sustentabilidade): Equilibrando o aumento dos gastos com defesa, crescimento econômico e iniciativas verdes em meio a riscos de austeridade e reações populistas.

5. Provocações da Zona Cinza da Rússia: Empacado na Ucrânia, a Rússia intensifica táticas híbridas como sabotagem no norte da Europa para testar a OTAN.

6. Futebol e Livre Comércio na América do Norte: A Copa do Mundo da FIFA 2026 destaca o futebol, mas os líderes enfrentam negociações difíceis sobre comércio em meio a tarifas e alianças.

7. Evolução dos Medicamentos para Perda de Peso: Novas versões mais fáceis de usar impulsionam um boom na saúde, abordando a obesidade, mas levantando questões sobre acesso e efeitos colaterais.

8. Mapeamento da Geografia Global: Foco especial em como a localização influencia temas como migração, recursos e conflitos, com mapas interativos sobre pontos quentes.

9. Insights de Superprevisão: Previsões de especialistas sobre riscos de conflito, mudanças econômicas e resultados de políticas.

10. Desordem Global Mais Ampla e Oportunidades: Ênfase em como as políticas de Trump, a pressão da IA, problemas de viagem e ajustes pós-inflacionários criam tanto riscos (por exemplo, tarifas, populações envelhecidas) quanto inovações (por exemplo, tecnologia limpa, surpresas da vida).

Comprar & vender Bitcoin:
https://www.binance.com/

• Isso é aproximadamente o que podemos esperar em 2026.
• Assim que eu encontrar algo interessante ou especialistas inteligentes o analisarem tudo detalhadamente, eu postarei uma atualização.

#StockMarket #TheEconomist #Finance
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⚡QUANDO THE ECONOMIST DIVENTA APOCALITTICO, IL MERCATO RIBALTA ⚡ The Economist publicou um artigo sobre Bitcoin e cripto com o título "As criptomoedas conseguiram tudo o que queriam. Agora estão afundando". Quando o The Economist dedica capas ou artigos com títulos muito dramáticos e catastróficos, geralmente sinaliza o ponto mais baixo de um ciclo de mercado, a partir do qual frequentemente ocorre uma inversão para cima. Esse comportamento se baseia na observação histórica: o jornal, conhecido por sua grande influência e capacidade de prever tendências futuras, tende a representar o máximo pessimismo justamente quando o sentimento dos investidores chegou ao fundo do poço. O medo coletivo, propagado pela mídia e pelos títulos alarmistas, atinge seu auge, e isso geralmente precede uma recuperação dos mercados financeiros. A realidade se mostra mais forte do que a informação aparente e, muitas vezes, quando o temor é exacerbado, cria-se o terreno fértil para uma recuperação. Essa dinâmica se repete ao longo do tempo, tornando as capas e os artigos do The Economist um espelho antecipador das fases de fundo dos mercados financeiros. #MarketPullback #BTC90kBreakingPoint #TheEconomist #Market_Update
⚡QUANDO THE ECONOMIST DIVENTA APOCALITTICO, IL MERCATO RIBALTA ⚡

The Economist publicou um artigo sobre Bitcoin e cripto com o título "As criptomoedas conseguiram tudo o que queriam. Agora estão afundando".

Quando o The Economist dedica capas ou artigos com títulos muito dramáticos e catastróficos, geralmente sinaliza o ponto mais baixo de um ciclo de mercado, a partir do qual frequentemente ocorre uma inversão para cima.

Esse comportamento se baseia na observação histórica: o jornal, conhecido por sua grande influência e capacidade de prever tendências futuras, tende a representar o máximo pessimismo justamente quando o sentimento dos investidores chegou ao fundo do poço.

O medo coletivo, propagado pela mídia e pelos títulos alarmistas, atinge seu auge, e isso geralmente precede uma recuperação dos mercados financeiros.
A realidade se mostra mais forte do que a informação aparente e, muitas vezes, quando o temor é exacerbado, cria-se o terreno fértil para uma recuperação.

Essa dinâmica se repete ao longo do tempo, tornando as capas e os artigos do The Economist um espelho antecipador das fases de fundo dos mercados financeiros.
#MarketPullback #BTC90kBreakingPoint #TheEconomist #Market_Update
🚨The Economist #Criticizes Criptomoedas como “Ativo Pantanoso Definitivo” 🔹#TheEconomist afirma que a criptomoeda nos EUA se tornou politizada e corrupta. 🔹Observa os laços entre as posses de cripto, a família Trump e oficiais do gabinete. 🔹$TRUMP tokens supostamente usados para lobby, arrecadação de fundos e acordos de acesso. 🔹Descreve a cripto como uma ferramenta para busca de renda, divergindo da descentralização. 🔹Contrasta com a UE e Cingapura, que priorizam regulação e transparência. $BTC $ETH
🚨The Economist #Criticizes Criptomoedas como “Ativo Pantanoso Definitivo”

🔹#TheEconomist afirma que a criptomoeda nos EUA se tornou politizada e corrupta.

🔹Observa os laços entre as posses de cripto, a família Trump e oficiais do gabinete.

🔹$TRUMP tokens supostamente usados para lobby, arrecadação de fundos e acordos de acesso.

🔹Descreve a cripto como uma ferramenta para busca de renda, divergindo da descentralização.

🔹Contrasta com a UE e Cingapura, que priorizam regulação e transparência.

$BTC $ETH
Donald $TRUMP quebra o sistema para construir um novo. É exatamente isso que a nova capa #TheEconomist sugere. Principais sugestões: 1. Política econômica de Trump – provavelmente, a revista critica sua abordagem às finanças, insinuando que ele "queima" dinheiro ou leva a economia a uma crise. 2. Populismo e soluções radicais – a imagem de gasolina e fogo pode simbolizar reformas destrutivas ou instabilidade. 3. Destino da ajuda estrangeira (RIP foreign aid) – talvez isso seja uma referência ao corte de financiamento para outros países. 4. Pessimismo geral sobre o futuro da economia – o título A perspectiva econômica revisada pode indicar mudanças sérias ou crises potenciais. #criptonews #CRIPTOHINDUSTAN
Donald $TRUMP quebra o sistema para construir um novo. É exatamente isso que a nova capa #TheEconomist sugere.
Principais sugestões:

1. Política econômica de Trump – provavelmente, a revista critica sua abordagem às finanças, insinuando que ele "queima" dinheiro ou leva a economia a uma crise.

2. Populismo e soluções radicais – a imagem de gasolina e fogo pode simbolizar reformas destrutivas ou instabilidade.

3. Destino da ajuda estrangeira (RIP foreign aid) – talvez isso seja uma referência ao corte de financiamento para outros países.

4. Pessimismo geral sobre o futuro da economia – o título A perspectiva econômica revisada pode indicar mudanças sérias ou crises potenciais.
#criptonews #CRIPTOHINDUSTAN
🪙Decentralized New World Governance Blockchain 🪄The best decentralized administrations will emerge, as they are aware that the U.S. is trying to be a pioneer in the inevitable future. Blockchain State' ### 1. "What Happens in a Country Without a President?" - Not Chaos, Opportunity! - *"If there is no president, power goes to the people! Corrupt politicians and bureaucrats become useless!* - Example: *"Switzerland has a 7-member Federal Council, and the president is just the protocol leader!* ### 2. "New System Proposal: 'Blockchain State'" #### A) "Governance: Direct Voting by the People (DAO)"

🪙Decentralized New World Governance Blockchain 🪄

The best decentralized administrations will emerge, as they are aware that the U.S. is trying to be a pioneer in the inevitable future.
Blockchain State'
### 1. "What Happens in a Country Without a President?"
- Not Chaos, Opportunity!
- *"If there is no president, power goes to the people! Corrupt politicians and bureaucrats become useless!*
- Example: *"Switzerland has a 7-member Federal Council, and the president is just the protocol leader!*

### 2. "New System Proposal: 'Blockchain State'"
#### A) "Governance: Direct Voting by the People (DAO)"
🧠 Decodificando a Capa do The Economist: “A Economia da Superinteligência” Em 26 de julho de 2025, o The Economist lançou uma capa arrepiante — um rosto humano distorcido, semelhante a uma moeda, com um sorriso antinatural, conectado a uma placa de circuito digital. Qual é a mensagem? • Fusão Homem + Máquina: Identidade se dissolvendo em algoritmos. • Lucro vs. Poder: AGI não é mais ficção científica — quem controla e se beneficia? • Sorriso da Negação: Uma máquina imitando a felicidade humana, ou nós ignorando os riscos? Por que isso importa: • A IA agora está incorporada nas finanças, políticas e mercados de trabalho. • Motivos de lucro não controlados + superinteligência podem aumentar a desigualdade e transferir poder das pessoas para as máquinas. • Regulação e ética estão atrasadas. Isso não é uma celebração — é um aviso: Se deixarmos a IA comandar a economia apenas para lucro, a humanidade pode perder o controle. O que você pensa? Este é o nosso futuro de crescimento infinito — ou um sinal para repensar a economia da IA? #TheEconomist #AI #Superintelligence #FutureEconomy $AI {spot}(AIUSDT)
🧠 Decodificando a Capa do The Economist: “A Economia da Superinteligência”

Em 26 de julho de 2025, o The Economist lançou uma capa arrepiante — um rosto humano distorcido, semelhante a uma moeda, com um sorriso antinatural, conectado a uma placa de circuito digital.

Qual é a mensagem?
• Fusão Homem + Máquina: Identidade se dissolvendo em algoritmos.
• Lucro vs. Poder: AGI não é mais ficção científica — quem controla e se beneficia?
• Sorriso da Negação: Uma máquina imitando a felicidade humana, ou nós ignorando os riscos?

Por que isso importa:
• A IA agora está incorporada nas finanças, políticas e mercados de trabalho.
• Motivos de lucro não controlados + superinteligência podem aumentar a desigualdade e transferir poder das pessoas para as máquinas.
• Regulação e ética estão atrasadas.

Isso não é uma celebração — é um aviso:

Se deixarmos a IA comandar a economia apenas para lucro, a humanidade pode perder o controle.

O que você pensa?
Este é o nosso futuro de crescimento infinito — ou um sinal para repensar a economia da IA?

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