A grandona do petróleo resolveu entrar na onda da tecnologia e lançou um trem diferente: um token de energia que dá pra acompanhar tudim pelo blockchain, com segurança e transparência.

Esse tal de ENERTOKEN já movimentou mais de 800 milhões de dólares em ativos, e tem chance de pintar aqui no Brasil, principalmente agora que a ANEEL abriu as porteiras pra inovação no setor elétrico.

A responsável pela novidade é a petrolífera argentina YPF, junto com sua subsidiária YPF Luz. Eles criaram uma plataforma digital que deixa contratar e gerenciar energia de um jeito bem moderno: simulação de custo, assinatura digital, acompanhamento do consumo, faturamento e relatórios em tempo real. Tudo isso rodando na rede pública XRP Ledger.

O sistema funciona como se fosse um livro-caixa imutável: cada operação fica registrada e rastreável, o que dá mais confiança e corta um bocado de burocracia. O CEO da YPF Luz disse que isso muda a forma de comercializar energia, deixando o processo mais eficiente e acessível.

Na próxima fase, umas 90 empresas que já usam energia da YPF Luz vão ganhar acesso a um portal cheio de recurso: histórico de faturas, relatórios detalhados e monitoramento em tempo real.

E tem mais: a parceira Justoken, que já atua no Brasil, participou do primeiro projeto de tokenização de crédito do agronegócio por aqui. Isso mostra que o caminho tá aberto pra essa tecnologia chegar de vez no país.

No Brasil, a YPF já tem presença forte: a subsidiária YPF Brasil fechou parceria com a Newave Energia pra usar só fontes renováveis, como solar e eólica, em sua produção. Foi a primeira indústria de óleo lubrificante a funcionar 100% com energia limpa, reforçando o compromisso com sustentabilidade e práticas ESG.

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