
Coinbase deu uma tropeçada
Na quinta-feira (12), a Coinbase, que é a maior corretora de criptomoedas dos Estados Unidos, passou por um aperto danado. O povo que usa a plataforma ficou sem conseguir comprar, vender ou mexer nos ativos digitais.
A empresa confirmou o problema lá na página oficial e garantiu que o dinheiro dos clientes tava seguro, só não dava pra mexer nele durante a instabilidade. Esse sufoco durou mais ou menos uma hora e meia até que tudo voltou ao normal.
Como foi a confusão
O trem começou às 10h07 (horário do Pacífico), quando perceberam que o site não tava processando as ordens. A turma da engenharia correu pra investigar e pediu paciência pros usuários, reforçando que ninguém ia perder dinheiro, só ficava travado por um tempo.
Às 10h49 já tinham colocado uma correção no sistema e ficaram de olho pra ver se não caía de novo. Só às 11h26 é que anunciaram que tava tudo resolvido, liberando saque, depósito e negociação pro mundo inteiro.
O risco de deixar dinheiro em corretora
Esse episódio reacende aquela conversa antiga: será que é seguro deixar as criptomoedas guardadas em corretora? A Coinbase é respeitada, tem ações na bolsa e segue regras rígidas, mas nem isso livra de falha técnica.
Quem deixa os ativos lá corre o risco de ficar sem acesso justamente na hora que mais precisa. Se o mercado despenca, não dá pra vender e evitar prejuízo. Se dispara, não dá pra aproveitar o lucro. Por isso, muita gente do meio cripto repete o ditado: “sem suas chaves, sem suas moedas”.
A saída pra ter controle total é usar carteira própria, em auto custódia. Nesse caso, o dono interage direto com a blockchain e não depende de site ou aplicativo de empresa nenhuma.


