Um país completamente endividado, com projetos sociais que não entregam resultados concretos, está empurrando a maioria das empresas a buscar refúgio no país vizinho, o Paraguai. Nossos governantes parecem cada dia mais sedentos por impostos e taxas, sufocando a maior parte dos brasileiros.
Há 10 anos, falava-se muito em tecnologia para reduzir custos, aumentar a eficiência e dar mais liberdade financeira às empresas e aos empregados. Mas o que estamos vendo é exatamente o contrário: desemprego em massa, a inteligência artificial tomando o lugar de pessoas sob a desculpa da “ineficiência pessoal”. E nada disso está reduzindo os impostos nem as taxas de juros — pelo contrário, tudo só aumenta.
Com tantos desempregados recorrendo a auxílios governamentais, chegamos a um ponto em que cerca de 44% da população (aproximadamente 94 milhões de pessoas, segundo dados recentes do Cadastro Único) depende de algum tipo de benefício social. (Nota: o número de 50% circula em algumas fontes, mas verificações mais recentes apontam para cerca de 44%, com o Bolsa Família atendendo cerca de 18–20 milhões de famílias diretamente.)
Imigrantes ilegais parecem ter mais privilégios do que o próprio povo. Milhares de diplomas sem mérito real foram distribuídos apenas por cumprimento de carga horária, sem exigência de notas para aprovação.
Temos uma geração inteira paralisada por games e redes sociais: a vida passa na timeline sem resultados reais. Pessoas viciadas em vídeos de 5 segundos, jovens se achando inteligentes só porque têm uma IA no celular. O que esperar do futuro com tamanha falta de criatividade e de sonhos? Vamos viver os sonhos ditados pelos algoritmos? Ou os sonhos programados por códigos de empresas que visam apenas lucro, sem olhar o contexto em 360 graus?
Em 10 anos, seremos quase totalmente substituídos por robôs e IA. E aí, o que você vai fazer? Estamos prontos para esse futuro de sedentarismo compulsório? Será o início de uma nova era… ou o fim da humanidade como a conhecemos?
Paulo Cosiello
MTB 0098387/SP